quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Parar de fumar sem engordar

O mundo inteiro está em guerra contra o tabagismo. Nunca um hábito foi tão duramente e eficientemente combatido como este. Uma legislação rigorosa tem mudado comportamentos e resultado em menores cifras de doenças crônicas de uma maneira geral, principalmente as pulmonares. Podemos até discutir sobre um possível cerceamento das liberdades individuais, mas não podemos negar os benefícios à saúde das pessoas.

Uma das grandes dificuldades em parar de fumar é o ganho de peso. Vários fatores concorrem para este fato. Inicialmente, sem os efeitos inibidores do apetite causados pela nicotina, a fome volta ao normal. Além disso, o paladar e o olfato tornam-se mais sensíveis aos alimentos, que adquirem sabores e cheiros anteriormente não mais percebidos. Dessa forma, as pessoas comem mais.

Como qualquer outro vício, a suspensão do fumo gera grande ansiedade e nesse momento as pessoas passam a comer muito mais. Nesse caso, a busca pelo alimento nada tem a ver com fome real. É uma situação muito parecida com episódios de compulsão alimentar. 

A sensação é de que as pessoas compensam a falta de um prazer pelo outro. Comem para não fumar. Além disso, ao parar de fumar, elas são tomadas por estranhas sensações físicas e psicológicas. Sobra um vazio, uma falta do que fazer com as mãos. Dá saudades do prazer abandonado. Em momentos de muita tensão ou quando ingerem bebidas alcoólicas, o desejo de fumar aumenta e algumas vezes ocorrem recaídas.

Apesar disso, o risco do ganho de peso não deve ser um impedimento para as pessoas que pensam em parar de fumar. Elas podem se preparar para não caírem nessa armadilha.

Dicas para não engordar

É possível parar de fumar e não engordar, seguindo um plano alimentar que fracione alimentos e evite aqueles que naturalmente se relacionam com o desejo de fumar, como as bebidas alcoólicas e o café. 

Neste processo devem ser priorizados alimentos que afastam a vontade de fumar, como as balas e os doces em suas versões lights, principalmente aqueles com sabor mentolado e de frutas.

Outro importante fator que pode ajudar na manutenção do peso durante a interrupção do fumo é a atividade física, principalmente aeróbica.

Os exercícios físicos, através da liberação de endorfinas, melhoram o humor e reduzem a ansiedade. Além disso, melhoram a oxigenação e a eficiência respiratória, aumentam a sensação de bem estar e a disposição. 

Finalmente, aumentam o gasto calórico, o que possibilita uma dieta mais generosa em carboidratos, os grandes aliados da interrupção do fumo.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Tipos de vermes mais comuns - Verminoses

As crianças são os alvos preferidos de parasitas intestinais, principalmente os Áscaris (lombrigas); Oxiúrus, as Giárdias e Tênias. 


Transmitidos, em sua maioria, por ovos ou larvas presentes nos alimentos, na água ou na terra, quando não tratados, podem provocar desnutrição, anemias, retardo no crescimento e comprometer o funcionamento do fígado, pulmão, cérebro e dos intestinos.


Até os seis meses, os bebês não têm quase contato com o chão e se alimentam de leite materno, ficando, portanto, mais protegidos contra as verminoses. Depois de um ano, começam a andar, a brincar no parquinho, na praia, em tanques de areia na creche e aí, sim, tornam-se realmente vulneráveis.

Sinais de alerta

As parasitoses mais comuns, às vezes, não apresentam sintomas, mas, em geral, as crianças podem sentir: alterações intestinais (diarréia ou prisão de ventre), inapetência, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, gases, perda de peso, tosse, febre, falta de ar, anemia, desânimo, coceira na vagina ou no ânus.

Na consulta médica, o pediatra vai avaliar a necessidade de pedir ou não um exame laboratorial. Primeiro porque, dependendo do caso, os vermes são eliminados, naturalmente, pelas fezes. E, também, porque se só existirem parasitas machos, não haverá produção de ovos e, portanto, o exame pode ter resultado negativo.

Melhor evitar

Não é difícil prevenir as verminoses; bastam alguns cuidados com a higiene e com o preparo das refeições:


- Lavar bem, em água corrente, todos os alimentos que serão consumidos crus. Depois, deixar as frutas e verduras mergulhadas em uma solução com hipoclorito (à venda em todas as farmácias).


- Beber, somente água potável, filtrada ou fervida.

- Consumir a carne bovina bem passada. Evitar as cruas ou pouco cozidas e a carne de porco.


- Manter os utensílios domésticos sempre limpos. As latinhas de bebidas devem ser lavadas, ao chegar do supermercado, e também as bocas das garrafas.


- Mãos lavadas antes de preparar as refeições e antes de ir para a mesa. Oriente seu filho seu filho, a lavá-las depois de usar o banheiro.


- As unhas da criança devem estar sempre limpas e aparadas. Ensine a não roê-las e a não ficar colocando a mão na boca – forma mais rápida de contaminação.


- A cada troca de fraldas, faça uma cuidadosa limpeza com algodão e água morna. Prefira o sabão de coco para as fraldas de pano, fervendo-as depois e deixando secar ao sol. Nada de usar calças plásticas por muito tempo.

- Principalmente fora de casa, melhor manter seu filho calçado. Previna-o para não brincar em locais onde há lixo ou água poluída e não tomar banhos de rio e de lago.

- Se vocês têm cães e gatos em casa, cuide bem de sua saúde e higiene. Eles podem servir de reservatório para vários tipos de parasitas.

Como tratar

O médico vai receitar um vermífugo, não somente para a criança, mas para toda a família, até como medida de prevenção. É importante fazer o tratamento porque, mesmo sem apresentar sintomas, a doença pode evoluir e provocar, inclusive, uma obstrução intestinal. Mas, lembre-se: não adianta tratar se vocês não mantiverem os cuidados de higiene pessoal e também com a água e no preparo dos alimentos.

Tipos de vermes


O ascaris lumbricóides é a parasitose mais comum. A lombriga chega a medir 40cm de comprimento e as fêmeas podem colocar até 200 mil ovos por dia. Fica alojada no intestino delgado, alimentando-se dos nutrientes que rouba da criança. As conseqüências vão de retardo no desenvolvimento físico, alterações de comportamento à obstrução intestinal (parcial ou total). A contaminação se dá pela ingestão dos ovos.

Sintomas: cólicas abdominais, náuseas, diarréia ou prisão de ventre, alterações no apetite, fraqueza, perda de peso, falta de disposição.


Depois da ascaridíase, é a segunda parasitose intestinal mais comum. O ancylostoma duodenale ou amarelão tem de 7mm a 15mm de comprimento e, após passar pelos pulmões, se fixa na mucosa do intestino delgado, onde suga o sangue de seu hospedeiro. Pode causar anemia, complicações cardíacas, pulmonares e comprometer o desenvolvimento da criança. O contágio acontece quando os ovos eliminados através das fezes ficam no chão, transformando-se em larvas, que entram no corpo, através do contato com os pés descalços.

Sintomas: cansaço, fraqueza, falta de ânimo, pele amarelada. Podem aparecer sinais de dermatite nos pés.


O oxiurus ou enterobius mede apenas 1cm, é bem fininho e se aloja nos intestinos, alimentando-se dos nutrientes que a criança ingere. Parece um fio de linha branca, facilmente identificado no cocô de seu filho. Além do tratamento indicado pelo pediatra, deve-se manter as unhas dele bem cortadas e lavar, com água quente, as roupas de uso pessoal, de cama e as toalhas.

A transmissão acontece através da água contaminada, alimentos mal-lavados, poeira, mãos sujas. Também, quando a criança se coça e os ovos entram por baixo das unhas. Ela, então, passa para a roupa que está usando, para os brinquedos, e contagia as pessoas em volta. Ao levar a mão à boca, acaba se reinfectando. Por isso, o tratamento deve incluir toda a família.

Sintomas: coceira incessante na região anal (onde a fêmea coloca os ovos), na vagina, corrimento, enjôos, tonturas, vômitos, cólicas, sono agitado.


Conhecido como solitária, é o maior verme que existe, podendo medir até 9m de comprimento e produzir de 30 mil a 60 mil ovos por dia no intestino da criança. Estes ovos são eliminados pelas fezes e, em sítios, fazendas ou locais com poucas condições de higiene, lançados no chão. Ali, se transformam em larvas, infestando animais como o boi e, principalmente, o porco. O contágio, então, se dá pela ingestão da carne (crua ou mal-passada) destes animais.

Sintomas: fraqueza, mudanças no apetite e emagrecimento.


O trichuris trichiura mede entre 3 cm e 5 cm e se fixa no intestino, alimentando-se do sangue de seu hospedeiro. A transmissão ocorre através da ingestão de alimentos mal-lavados, água contaminada e mãos sujas.

Sintomas: fraqueza, cólicas, emagrecimento, diarréia crônica ou aguda (acompanhada ou não de sangramento). Dependendo do número de vermes no organismo, há risco de comprometimento do desenvolvimento, anemia e colite com diarréia persistente.


A giárdia lamblia se aloja no intestino delgado, alimentando-se dos nutrientes que encontra ali. A contaminação se dá através da água, alimentos mal-lavados, principalmente os vegetais. Também pode haver contágio de uma pessoa para outra. São comuns os casos de reinfecção, após o tratamento.

Sintomas: Apenas metade das pessoas infectadas apresenta sintomas, entre eles, enjôos, vômitos, gases, fezes cheias de gordura, pastosas e de tonalidade clara e brilhante, distensão abdominal, diarréia, perda de apetite, anemia. A falta de tratamento leva a uma diarréia líquida, persistente, causando alterações na absorção dos alimentos e desnutrição.


A entamoeba histolytica primeiro passa pelo intestino delgado, mas vai se fixar no intestino grosso, onde se multiplica. A contaminação acontece através da ingestão de alimentos crus mal-lavados, água e pela falta de higiene nas mãos.

Sintomas: Na maioria dos casos, a amebíase não apresenta sintomas, permitindo que a ameba continue se reproduzindo no organismo. Mas, pode causar diarréia, com fortes dores abdominais, disenteria (evacuações contendo sangue), febre, calafrios, sudorese, desidratação e prostração.


Causada pelo protozoário schistosoma mansoni a doença é facilmente tratada se descoberta a tempo. Só que na maioria dos casos não tem sintomas, sendo percebida somente anos depois de se instalar, quando já causou problemas sérios ao organismo. É um tipo de verminose comum em locais de saneamento precário. Os ovos encontrados nas fezes da criança eliminam, na água (rios e lagos), as larvas que se alojam no caramujo, que libera a larva já adulta, reinfectando a água.

Sintomas: Febre, tosse, cólicas abdominais, dermatite (com vermelhidão, coceira e inchaço), dor de cabeça, inapetência, enjôos, vômitos e tosse seca. Nos casos mais graves, anemia, desnutrição e vômitos com sangue.



Fonte: www.uol.com.br - Regina Protasio
Consultoria: Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra. Médico da Unidade Materno-Infantil do Hospital dos Servidores/RJ



sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

OBESIDADE PROVOCADA POR BACTÉRIAS


Micro-organismos da flora intestinal e contato com substâncias tóxicas têm impacto no peso, diz ciência

O Estado de São Paulo, 27-05-2011

Ganhar peso não depende apenas do equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta com atividades físicas ou da herança genética. Essa equação pode contemplar pelo menos mais três variáveis, como o tipo de bactéria que a pessoa tem em sua flora intestinal, o grau de exposição a substâncias tóxicas e a quantidade de cálcio que ela ingere, de acordo com pesquisadores brasileiros que ontem se reuniram para debater o assunto.

O tema foi discutido no simpósio Causas não clássicas da Obesidade, durante o 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo. Um dos palestrantes, o endocrinologista Mário José Abdalla Saad, professor de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz que começou a pesquisar sobre o papel da flora bacteriana intestinal na obesidade há quatro anos e sua primeira pesquisa sobre o assunto foi publicada em 2006 pela revista científica Nature.

"O número de bactérias que habita nosso intestino é 10 vezes maior do que o número de células do nosso próprio organismo. Por isso, achar que elas não têm nenhum papel relevante em doenças é um pouco de inocência", analisa. Segundo ele, bactérias presentes no intestino do obeso são diferentes das observadas no intestino de um indivíduo magro, tanto em ratos quanto em seres humanos.

Agora, os cientistas investigam como essas bactérias interferem na gordura corporal. Uma das possibilidades é a de que alguns tipos de bactérias, mais frequentes no trato intestinal dos gordinhos, extraiam a energia dos alimentos e a repassem para o organismo do indivíduo, induzindo ao ganho de peso. Enquanto isso, outras bactérias, mais comuns no intestino dos magros, extraem e consomem essa energia, o que favorece a manutenção de um corpo esbelto.

O objetivo das pesquisas é criar um tratamento para a obesidade com base no mecanismo de atuação das bactérias intestinais. "Só é preciso tomar cuidado para não aparecerem ‘milagreiros’ oferecendo tratamentos com antibióticos ou probióticos que prometam o fim da obesidade", alerta Saad. Ele explica que a "eficiência" das bactérias varia de pessoa para pessoa e que, hoje, os estudos ainda estão sequenciando o DNA desses micro-organismos para entender melhor o processo.

Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), é plausível que o excesso de peso esteja relacionado a fatores que não são usualmente investigados como causas para o problema. Para ele, o crescimento da obesidade está atualmente desproporcional à modificação dos hábitos da população. "Não vale mais essa história de que o obeso é um sem-vergonha que come muito e que não se exercita. Há uma série de outros fatores que contribuem para isso", diz.

Segundo Halpern, o trabalho de Saad traz um campo novo de estudos e uma esperança de tratamentos para o futuro. "Além de sabermos que obesos têm bactérias diferentes das de pessoas magras, algumas experiências mostram que se pegarmos as bactérias de um animal obeso e passarmos para o animal magro, ele tende a engordar", explica.

Embalagens e pesticidas têm ligação com a gordura

Entre as causas não clássicas de obesidade discutidas ontem no 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica estão os disruptores endócrinos. São substâncias tóxicas que interferem na ação dos hormônios corporais e podem estar em plásticos, agrotóxicos, produtos de limpeza e embalagens de alimentos. A mais popular delas é o bisfenol A, que foi alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado - quando os fabricantes, em todo território nacional, passaram a ser obrigados a informar a presença do composto em seus produtos.

Testes em laboratório comprovaram que substâncias como o bisfenol A, presente em latas de refrigerante e até em mamadeiras, aumentaram o risco de obesidade em ratos, relata o médico Nelson Rassi, chefe da Divisão de Endocrinologia do Hospital Geral de Goiânia e professor visitante do Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami. Segundo ele, um levantamento nos EUA mostrou que 95% das crianças e adolescentes daquele país apresentam bisfenol A na urina. Outro composto que teria relação com a obesidade, segundo Rassi, é o ftalato, usado em plásticos, perfumes e loções. De acordo com ele, a substância teria a capacidade de aumentar o volume das células corporais. A tributirina, fungicida usado no tratamento de madeiras, exerceria efeito similar, diz Rassi.

Professor da Universidade de Pernambuco, o médico Luiz Henrique Griz apresentou, com base em um compilado de estudos internacionais, a possível relação entre cálcio, vitamina D e ganho de peso: quanto menor o consumo desses nutrientes, maior o risco. "Vitamina D e cálcio não são uma solução mágica para perder peso, mas têm papel importante nesse processo."

Maus hábitos ainda pesam mais na balança

A obesidade tem sido alvo cada vez mais frequente de investigações científicas. E não é por acaso: os homens acima do peso, por exemplo, já são maioria no País e também na cidade de São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, 15% da população da cidade está obesa.

Mas no caso da capital, os maus hábitos têm grande parcela de culpa. O paulistano está acima da média nacional no consumo de refrigerantes e carne gordurosa. E se exercita menos do que a maioria dos outros brasileiros: na cidade, só 13,7% da pessoas seguem as indicações da Organização Mundial de Saúde para a prática de exercícios, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (Vigitel). 

Fonte: www.gerasaude.blogspot.com

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

O Poder emagrecedor do Óleo de Coco

















Febre nos Estados Unidos devido a seu efeito quase milagroso na queima de gorduras devido a estudo realizado por lá, ficou constatado que o líquido extraído do fruto do coqueiro pode dobrar o número de quilos perdidos durante uma dieta. 

Na Universidade de Columbia, o óleo de coco foi adicionado à massa do muffin (um bolinho muito consumido pelos americanos) e sobre os pratos de comida das principais refeições dos participantes, que acabaram emagrecendo bem mais do que o esperado pelos próprios pesquisadores. Na barriga, então, o resultado foi incrível: sete vezes mais perda de medidas do que em uma dieta comum! 

Modo de Usar o Óleo de Coco para Emagrecimento

Se você também quer emagrecer com essa poderosa novidade, deve consumir de três a quatro colheres de sopa por dia de óleo de coco. 

Uma boa ideia é misturá-lo com sucos e vitaminas, mas ele também pode ser derramado sobre a salada durante as refeições ou mesmo tomado de colherada, já que tem um sabor agradável. 

Outra boa sugestão é usá-lo como um substituto da margarina e da manteiga na culinária, como no bolo cuja receita você confere na página ao lado. 




terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Quitosana - Fibra que elimina a Gordura



A quitosana é um composto natural que é utilizado para auxiliar na perda de gordura e peso. Diferentemente da maioria dos suplementos de ervas, a quitosana, na verdade, vem da casca do marisco, algo que é relativamente raro na indústria de emagrecimento. Mas é um processo 100% natural e que funciona muito bem.

Quando você come alimentos eles são absorvidos no estômago, empurrados em sua corrente sanguínea e, potencialmente transformado em gordura. Mas, quando você toma o suplemento de quitosana, os compostos formam vínculos com a gordura em seu estômago, o que torna muito difícil para a gordura ser digerida. Uma grande parte da gordura que você come vai passar através de seu sistema digestivo e ser evacuado. Quando isso acontece, seu corpo entra em um déficit calórico e você começa a emagrecer.

Esse poderoso complemento alimentar deve ser ingerido de 15 minutos a meia hora antes das refeições. Seguida essa recomendação, ele elimina aqueles quilinhos a mais que iriam virar pneuzinhos e saltar da sua calça. 

Não à toa, a quitosana é conhecida como "esponja de gordura" - justamente porque absorve esses excessos indesejáveis. 

Gel no estômago

"Dentro do estômago, a substância se transforma em um gel com capacidade de absorver gorduras. Depois, essas gorduras são eliminadas nas fezes", explica Heloisa Rocha, médica ortomolecular e autora do livro Emagreça com a Dieta das Estrelas (ed. Abril).

Sozinha, a quitosana é capaz de fazer uma pessoa perder até 250 calorias por dia. Basta tomá-la com bastante água e combiná-la à sua dieta preferida e um pouco de exercício físico.

Postagem em destaque

Parar de fumar sem engordar

O mundo inteiro está em guerra contra o tabagismo. Nunca um hábito foi tão duramente e eficientemente combatido como este. Uma legislação r...