quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Evite Câimbras com Alimentos ricos em Potássio, Magnésio e Cálcio


Quem nunca teve câimbra, esta dor terrível é um espasmo ou contração involuntária do músculo que pode durar de alguns segundos até vários minutos. A câimbra pode atingir um ou mais músculos de uma vez, sendo os episódios mais comuns nos músculos da perna ou dos pés.

Existe vários fatores que pode justificar as câimbras, sendo a hipocalemia (baixos níveis sanguíneos de potássio) a causa de contrações involuntárias, mas seu principal sintoma é fraqueza ou paralisia muscular. Alterações dos níveis de cálcio ou magnésio são causas mais importantes e comuns de câimbras.

Para se evitar a câimbra deve ser realizada uma boa sessão de alongamento antes e após exercícios, principalmente para indivíduos sedentários. Também são importantes uma boa hidratação antes, durante e depois do esforço. Se possível, evite exercícios físicos em dias muito quentes.

Veja a seguir Alimentos ricos em Potássio, Magnésio e Cálcio


Alimentos ricos em potássio

Na população geral o potássio, um mineral envolvido no normal funcionamento das células, tecidos e órgãos, está associado à prevenção da hipertensão, câimbras e acidente vascular cerebral.

Sem potássio seu coração não funciona e seus músculos não se movem.

O potássio é um mineral muito importante para o bom funcionamento de todas as células, tecidos e órgãos do corpo humano. Ele é fundamental para a função cardíaca e desempenha um papel fundamental na contração muscular. Além disso, foi mostrado que o potássio ajuda reduzir a pressão arterial.

O Potássio é necessário para o funcionamento de nervos e músculos e regulador da pressão arterial. A sudorese é uma das causas de perda de potássio, assim como a diarreia crônica e os diuréticos.

O potássio encontra-se principalmente em alimentos de origem vegetal como as frutas e vegetais e a quantidade adequada de ingestão de potássio para adultos é de 4700 mg por dia.

Manter o equilíbrio certo de potássio no organismo depende da quantidade de sódio e magnésio no sangue. Muito sódio – comum em dietas ocidentais que usam muito sal – pode aumentar a necessidade de potássio que serve para neutralizar o efeito prejudicial de sódio.


Abaixo, segue uma lista dos top 10 alimentos ricos em Potássio. 

1. Batata (média) – 952 miligramas de potássio

2. Molho de tomate (1 xícara) – 811 mg

3. Feijão branco (1/2 xícara) – 595mg

4. Batata doce (média) – 542 mg

5. Abacate (metade) – 507 mg

6. Leite de cabra (1 xícara) – 498 mg

7. Soja (1/2 xícara) – 485 mg

8. Beterraba (1 xícara/ralada) – 442 mg

9. Damasco (1 xícara/fatiado) – 427 mg

10. Tomate (1 xícara/ fatiado) – 427 mg

11. Banana (média) – 422 mg

Cálcio

O cálcio é um mineral muito importante para saúde, tem a função de liberar neurotransmissores no cérebro e auxiliar o sistema nervoso. Mantém ossos e dentes fortes, ajuda a metabolizar o ferro e é necessário para o bom funcionamento do coração e evitam sintomas de câimbra. A ingestão recomendada de cálcio por dia é de 1000 mg.

1. Brócolis


2. Queijo tofu 

3. Gergelim

4. Leite

5. Couve


6. Sardinha

7. Espinafre

8. Linhaça

9. Chia

10. Aveia

Magnésio

O mineral magnésio é necessário para a atividade hormonal do organismo e para a contração e o relaxamento dos músculos, incluindo o coração. Sua deficiência pode produzir hiperatividade nas crianças. Câimbras são um sinal de sua carência. A ingestão recomendada por dia é de 260 mg.

1. Arroz integral

2. Levedura de cerveja

3. Cacau

4. Semente de Abóbora

5. Amêndoas

6. Amendoim

7. Castanha do Pará

8. Beterraba

9. Espinafre

10. Iogurte

Com Informação de: MDSAUDE

LDL, um produto tóxico para as artérias



Há tempos a medicina moderna tem considerado o HDL baixo um problema para a saúde, porém uma descoberta tem deixado dúvidas sobre este fator. Uma comunidade indígena do Xingu possuem níveis baixos de HDL e ausência de doença coronária, demonstrando que nem sempre o HDL é um fator isolado de risco para doença aterosclerótica e sim o LDL alterado.

As estatinas são medicamentos que diminuem a produção do colesterol pelo fígado e de acordo com pesquisas o uso deste medicamento promove uma queda de 28% da incidência de infarto agudo do miocárdio, em populações de alto risco.

Com o uso de estatinas ha redução de cerca de 50% nos níveis de LDL colesterol, que pode baixar para valores de cerca de 90 mg%, situação na qual a doença cardiovascular se estabiliza ou progride mais lentamente. O LDL neste nível ainda consegue entregar colesterol suficiente para suprir as necessidades das glândulas que utilizam colesterol como matéria-prima para a produção de hormônios.

Porém as estatinas tem causado alguns efeitos indesejados como dores nas articulações, fraqueza muscular, náuseas e em caso mais grave insuficiência renal. Por este motivo o uso deve ser avaliado pelo médico se o tratamento é necessário.

LDL Elevado

O desenvolvimento de medicamentos inibidores da PCSK9 para o tratamento de colesterol alto trouxe lições importantes sobre o LDL (colesterol ruim).

Por ser um dos componente de todas as membranas das células, o colesterol é um produto essencial à vida humana e animal. É produzido por quase todas as células e fabricam essa gordura para satisfazer as suas necessidades, o fígado produz uma quantidade excedente que é exportada via circulação, abastecendo nossos órgãos que precisam de maiores quantidades de colesterol, porque o utilizam como matéria-prima para a produção de certos hormônios.

O fígado para distribuir o colesterol, prepara pacotes que também contêm colesterol absorvido a partir da alimentação. Esses pacotes são transportados em uma partícula chamada LDL.

O LDL ao ser distribuído pode ficar em excesso pelo percurso (derramado) e esse colesterol penetra na parede das artérias e será removido por outra partícula chamada HDL que devolve o colesterol “derramado” para o fígado, no chamado transporte reverso.

Quanto mais colesterol for transportado no LDL, mais colesterol será inapropriadamente “derramado” nas artérias. Como existe o risco de que esse colesterol dê origem a uma lesão (ateroma) que pode causar obstrução do vaso, por este motivo, o LDL colesterol é conhecido como colesterol ruim.

Portanto, quanto mais colesterol houver no HDL, significando que mais colesterol foi removido das artérias, menor o risco de desenvolver aterosclerose.

O LDL ao retornar para o fígado pode ser reabastecida de mais colesterol para uma nova entrega ou ser removida de circulação. A remoção de LDL pelo fígado se faz por meio de uma proteína receptora de LDL. Por sua vez, existe uma proteína denominada PCSK9, que promove a destruição do receptor de LDL.

De acordo com estudos em 2003 foram descobertas famílias portadoras de mutações no gene que codifica a PCSK9 que as impediam de produzi-la. Essas famílias têm grande quantidade de receptores de LDL (por falta da proteína que destrói esse receptor) e, portanto, uma grande capacidade de remover LDL da circulação. Nesses indivíduos, os níveis de LDL colesterol eram incrivelmente baixos (cerca de 20 mg%) e a doença cardiovascular aterosclerótica praticamente inexistia.

Com o desenvolvimento de medicamentos inibidores da PCSK9 é comprovado que ocorre uma queda acentuada do LDL colesterol de cerca de 65% em relação aos níveis iniciais e parte expressiva dos pacientes atinge níveis inferiores a 50 mg%, promovendo regressão significativa das lesões em 63% dos pacientes, em apenas dezoito meses. O que pode significar menos cirurgias cardíacas ou stents no futuro.

Deste modo, os níveis de LDL: quando são muito baixos, isso não afeta a produção de hormônios, porque os tecidos que usam o colesterol como matéria-prima deixam de utilizar o colesterol do LDL e aumentam a fabricação local de colesterol, concluindo que o LDL é um produto tóxico para as artérias e desnecessário para as glândulas e quanto menor seu nível, melhor.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Sexo Oral causa Infecção Bacteriana em Mulheres



De acordo com um estudo publicado na revista PLOS Biology diversas populações microbianas podem facilitar a colonização vaginal de patógenos caracterizando um desequilíbrio do microbioma vaginal, podendo causar vaginose bacteriana.

A vaginose bacteriana é uma condição comum de desequilíbrio microbiano vaginal (disbiose vaginal), o número de bactérias benéficas diminui e a colonização de bactérias patogênicas aumenta. 

Uma redução no nível de 'bactérias boas' pode facilitar a entrada e a colonização de patógenos dentro da vagina. Na vaginose bacteriana, uma abundante espécie bacteriana ( Gardnerella vaginalis) gera sialidases para induzir a secreção de ácidos siálicos de componentes da mucosa e glicoproteínas de superfície celular. Os ácidos siálicos desempenham um papel essencial na manutenção do crescimento, sobrevivência e virulência bacteriana. 

De acordo com o estudo atual, em uma condição como a vaginose bacteriana, a população bacteriana com atividade de sialidase facilita mutuamente a persistência de espécies bacterianas que não possuem atividade de sialidase.

A Fusobacterium nucleatum é uma bactéria Gram-negativa predominantemente encontrada na boca humana. Esta bactéria não possui atividade de sialidase endógena e é conhecida por colonizar com população bacteriana que possui atividade de sialidase. 

Conforme a hipótese dos pesquisadores, a F. nucleatum pode utilizar ácidos siálicos como uma fonte nutricional na presença de sialidases exógenas produzidas por bactérias sialidase-positivas, desencadeando as características da disbiose vaginal, como aumento da atividade da sialidase e enriquecimento de Gardnerella vaginalis .

A ligação entre sexo oral e disbiose vaginal

Como F. nucleatum está presente predominantemente na boca, é geralmente considerado que as mulheres adquirem essa bactéria na vagina por meio do sexo oral. Além disso, o contato sexual oral é conhecido por ser um fator de risco potencial para vaginose bacteriana.

Os resultados do estudo atual indicam que a exposição vaginal a F. nucleatum aumenta o crescimento de Gardnerella vaginalis, mesmo se números muito baixos de F. nucleatum forem introduzidos. De acordo com os pesquisadores, o sexo oral pode aumentar a chance de transmissão boca-vagina da população bacteriana, o que pode posteriormente facilitar a manutenção da disbiose vaginal.

Fonte de Cálcio em Alimentos Vegetais




Atualmente muitas pessoas estão com intolerância a lactose, o leite acaba não sendo totalmente digerido causando cólicas e gases. Como a principal fonte de cálcio usado é o leite, os intolerantes precisam de outra fonte. Não é tão difícil conseguir outras fontes de cálcio. Com uma dieta baseada em vegetais é possível.

Vegetais ricos em Cálcio

As verduras de cor verde escura, por exemplo, como a couve, rúcula, agrião, brócolis, escarola e mostarda, são vegetais ricos em cálcio. Uma dica para facilitar a digestão e absorção, é o preparo de sucos verdes.

Outra boa fonte de cálcio é o gergelim, fácil de usar em receitas de salgados e sopas. Seis colheres de sopa de gergelim oferecem quase 825 mg de cálcio -- o equivalente a quase quatro copos de leite, porém a absorção do cálcio no gergelim é um pouco menor que a no leite, mas a quantidade compensa. O tofu é uma outra opção para obter cálcio. 

Os chamados leites vegetais, como os de gergelim, aveia, soja e arroz, possuem proteína de boa qualidade e devem ser fortificados com cálcio. Geralmente são encontrados nos supermercados, mas podem custar o dobro do preço do leite de vaca.

As oleoginosas como castanhas e amêndoas possuem teor de cálcio razoável, mas precisariam ser ingeridas em quantidade elevada para suprir a necessidade do mineral, o que deixaria a dieta muito calórica. 

Apesar de nutritivos, os leites vegetais caseiros, à base de amêndoas, sementes de girassol, castanhas do Pará, contêm baixo teor de cálcio.

Cálcio presente em 100 g de alguns vegetais

- Aveia: 300 mg

- Amêndoa Torrada: 237 mg

- Brócolis cru: 400 mg

- Chia: 556 mg

- Couve crua: 145 mg

- Espinafre: 160mg

- Semente de gergelim: 825 mg

- Semente de linhaça: 211 mg

- Melado: 102 mg

- Mostarda: 103 mg

- Extrato de soja: 359 mg

- Tofu: 111 mg

Como a necessidade diária de cálcio para um adulto é de 1000 mg, não é tão difícil conseguir em alimentos vegetais. 

Lembrando que para o cálcio ser absorvido é necessário a vitamina D. 

A vitamina D pode ser adquirida com a exposição ao sol durante 15 minutos por dia, ou fazendo a suplementação.

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Alimentos que Limpam a Gordura do Fígado



O Figado é um órgão de grande importância devido à sua função fisio-biológica no organismo.

Este órgão filtra meio litro de sangue por minuto, armazenando e processando a hemoglobina pela contenção de ferro.

O fígado armazena vitaminas e minerais solúveis em gordura, armazena o excesso de glucose em forma de glicogênio, produz a bile (1 quarto de litro por dia) e metaboliza proteínas, carboidratos e gorduras, para prover energia e nutrientes.

A função desintoxicante é a mais importante. As toxinas produzidas internamente e externamente são transformadas de químicas solúveis em gordura, em compostos solúveis em água para que possam ser eliminadas pelos rins ou emulsificadas pela bile nos intestinos, onde se misturam com o alimento digerido e fibras para formar as fezes que eliminamos.

Alimentos que prejudicam o Fígado


A alimentação abusiva em carne, pratos pesados, batatas, pão, massas, guloseimas, fritos conduz a um estado de toxemia, isto é, as toxinas presentes nos alimentos e provenientes de diversas fontes (pesticidas, conservantes e outros aditivos) começam a provocar asfixias celulares que conduzem inevitavelmente à doença.

O álcool é muito toxico ao figado e deve ser evitado quando existir uma deficiência deste órgão.

O figado tem a habilidade incrível de se restaurar e pode funcionar com 80% de deterioração.

Se pararmos de poluir nosso corpo e trabalharmos para reconstruir nosso figado, poderemos ter uma vida relativamente saudável, mesmo que estejamos sofrendo de doenças hepáticas severas.

Alimentos que limpam o Fígado


Uma dieta saudável , que consista de certos suplementos, ervas e nutrientes, pode estimular este processo de desintoxicação, para que o figado possa se regenerar.

Certas enzimas são utilizadas pelo figado em seu processo de desintoxicar e há certas comidas que são conhecidas pelo seu poder de fazer estas enzimas funcionarem direito.

Elas incluem:

- Repolho, brócolis e couve de Bruxelas, que contem indole-3-carbinol. Que também é um anti-cancerígeno.

- Comece seu dia com um ou dois copos de limonada fresca para limpar o figado.

- Levedura nutricional e grãos integrais, que são fontes de vitaminas do complexo B.

- Melões, pimentas, tomates e frutas frescas, são todas boas fontes de vitamina C.

- Turmeric – da família do gengibre – é um tempero de onde se tira a cúrcuma, também regenera as células do figado limpando as toxinas existentes. Diminui o colesterol e também inibe a ação do benzopireno, carcinogênico encontrado nas carnes.

Aminoácidos que limpam o Fígado


Certos aminoácidos são usados para limpar o figado sendo eles:

- Glutamina, ornitina, arginina e especialmente glutationa.

- Glutationa é um dos anti-oxidantes mais importantes para o figado.

O Paracetamol diminui a glutationa no organismo.

A glutationa é um aminoácido complexo composto de cisteína, acido glutâmico e glicina.

Fonte de Glutationa


As fontes de glutationa em nossa dieta estão em:

- Frutas frescas e vegetais;
- Carnes cozidas;
- Peixes;
- Cebolas;
- Alhos;
- Brotos de alfafa (feno) são particularmente bons para as funções do figado e auxiliam na digestão. 
-Todos os brotos são muito ricos em enzimas, vitaminas e minerais, possuindo um valor nutritivo superior. Uma semente brotada adiciona proteína em nossa dieta e energia essencial. 

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Osteoporose, como tratar?



A osteoporose é uma doença silenciosa, não há sintomas visíveis nos estágios iniciais da doença.

Na osteoporose, os poros tornam-se maiores e fracos, causando fragilidade e outras complicações, os principais sintomas são; dor nas costas, quebra óssea, mudança de postura e perda de altura.

A osteoporose pode ser detectada medindo a densidade mineral óssea. A densidade mineral óssea reflete a massa óssea de um indivíduo.

O tratamento da osteoporose envolve o uso de vários medicamentos e suplementação mineral. A escolha do tratamento depende da natureza e extensão da doença, sexo, idade, história prévia de lesões e risco de quebrar um osso. O objetivo principal é reduzir o risco de fratura, reduzir a dor, prevenir invalidez e perda óssea.

Tratamento da Osteoporose

Em muitos casos o tratamento que não necessita de medicamentos.

As estratégias incluem exercício físico, nutrição, suplementação vitamínica e mudanças de hábitos.

Exercício físico


O exercício físico é muito importante, sendo muito bom para prevenir fraturas, aumentar a força muscular, melhorar a saúde óssea, equilíbrio e coordenação. No entanto, o exercício não deve colocar pressão excessiva sobre os ossos.

Nutrição

É essencial ter alimentos ricos em cálcio e vitamina D para prevenir a osteoporose. O cálcio fortalece os ossos e a vitamina D aumenta a absorção de cálcio. Os alimentos ricos em cálcio e vitamina D incluem laticínios e certos vegetais, como couve e brócolis.

Suplementos vitamínicos


Cálcio e minerais, vitaminas e outros nutrientes também são essenciais para ossos saudáveis. A ingestão excessiva de sódio, cafeína e proteína aumenta a perda de cálcio na urina e, portanto, deve ser minimizada.

Mudança de Hábitos


Outras modificações no estilo de vida: incluem mudanças como manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de álcool e parar de fumar.

Tratamento da Osteoporose com Medicamentos


Existem vários tratamentos farmacológicos disponíveis para o tratamento da osteoporose. Eles são classificados em Terapias antirreabsortivas, Terapias hormonais, Terapia combinada e Suplementos de cálcio e vitamina D.

Terapias antirreabsortivas

Essas drogas se ligam à matriz mineral do osso e inibem a reabsorção dos osteoclastos do osso. Eles impedem a deterioração do osso e melhoram a formação óssea. As terapias anti-reabsortivas incluem bifosfonatos e anticorpos monoclonais.

Terapias hormonais

São usadas principalmente na osteoporose pós-menopausa. As terapias hormonais reduzem o risco de quebra dos ossos e mantêm os ossos saudáveis. Essas terapias incluem os agonistas / antagonistas do estrogênio, também chamados de moduladores seletivos do receptor de estrogênio (SERMs).

Análogos do hormônio da paratireóide


Os análogos do hormônio da paratireóide são drogas que aumentam a resistência óssea. Eles também são chamados de terapias de formação óssea baseadas na remodelação, o que significa que funcionam para remodelar e formar o osso e prevenir danos futuros.

Terapia combinada


Os medicamentos mencionados acima podem ser combinados pelo médico para melhor efeito e ação. A combinação de medicamentos pode ter ação sinérgica ou aditiva.

Suplementos de cálcio e vitamina D


Como o cálcio é um componente essencial dos ossos e a vitamina D facilita sua absorção, podem ser administrados suplementos para repor os níveis de cálcio no corpo. Um adulto médio precisa de cerca de 700mg de cálcio por dia, mas uma pessoa com osteoporose geralmente precisa de mais, daí a necessidade de suplementos.

Com Informação de Medical-News


sábado, 7 de novembro de 2020

Poder de Cura do Gengibre



Desde a Antiguidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta.

No Japão, utiliza-se o gengibre para massagens a partir de óleo de gengibre. São tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações.

Com sabor picante e fresco, o gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo.

Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo.

As suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém:

- Canfeno;
- Celandreno;
- Zingibereno ;
- Zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra:

- Gripes;
- Tosse;
- Constipações.

Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de:

- Gota;
- Artrite;
- Dores de cabeça e na coluna;
- Diminui a congestão nasal;
- Cólicas menstruais;
- Prevenir o cancro de intestino e ovário.

A propósito do seu efeito contra o cancro, num estudo publicado em 2010 no Agricultural and Food Chemistry, provou-se em laboratório, que extrato de gengibre teve ação contra células cancerígenas do pulmão e do cólon. Pensa-se que esta ação está relacionada com o seu efeito anti-inflamatório.

O gengibre é rico em vitamina B6, cobre, magnésio e potássio, e melhora a circulação sanguínea sendo um ótimo aliado à qualquer dieta para emagrecer.

Preparando o Chá de Gengibre


- 2 cm de gengibre fresco ou 1 colher (de chá) de gengibre em pó
1 litro de água

- Coloque os ingredientes numa panela e deixe ferver por cerca de 8 a 10 minutos. A seguir tape a panela e espere amornar, coe e beba o chá como substituto da água várias vezes ao dia.

Fontes: Cancer, USA Today Health Guide, Comer bem ate aos 100

Postagem em destaque

Evite Câimbras com Alimentos ricos em Potássio, Magnésio e Cálcio

Quem nunca teve câimbra, esta dor terrível é um espasmo ou contração involuntária do músculo que pode durar de alguns segundos até vári...