Saúde em Primeiro Lugar

6 TIPOS DE MAGNÉSIO: QUAL É A DIFERENÇA E QUAL FAZ MAIS SENTIDO PARA VOCÊ?

Se você está pesquisando sobre magnésio para dormir, magnésio para intestino, magnésio para cãibras ou magnésio para energia, provavelmente já percebeu uma coisa:

Existem vários tipos de magnésio.

E eles não são exatamente iguais.

A diferença está no composto ao qual o magnésio está ligado. Isso pode influenciar sua solubilidade, absorção, quantidade de magnésio elementar e tolerância gastrointestinal.

Veja os principais:

MAGNÉSIO GLICINATO OU BISGLICINATO

É o magnésio ligado à glicina, um aminoácido.

É bastante procurado por apresentar boa tolerância digestiva e menor tendência a causar efeito laxativo.

É frequentemente escolhido por quem busca suplementação de magnésio associada a:
• relaxamento
• sono
• função muscular
• ingestão adequada de magnésio

Absorção: o composto é processado no trato gastrointestinal e o magnésio é disponibilizado para absorção, principalmente no intestino delgado.


MAGNÉSIO CITRATO

É o magnésio associado ao ácido cítrico.

É uma forma com boa solubilidade e biodisponibilidade e também é conhecida pelo seu efeito laxativo em doses mais elevadas.

Por isso, é uma opção frequentemente encontrada em produtos voltados tanto à suplementação de magnésio quanto ao funcionamento intestinal.

Absorção: o magnésio é liberado no trato gastrointestinal e absorvido no intestino. A parte que permanece no intestino pode aumentar a retenção de água e favorecer o efeito laxativo.


MAGNÉSIO MALATO

É o magnésio ligado ao ácido málico, composto relacionado a processos do metabolismo energético.

É muito divulgado para:
• energia
• função muscular
• metabolismo celular

Absorção: o magnésio é disponibilizado durante a digestão e posteriormente absorvido pelo intestino.

Importante: apesar da associação comercial com energia e disposição, isso não significa que o suplemento aumentará a energia de uma pessoa que já possui níveis adequados de magnésio.


MAGNÉSIO TREONATO

É uma forma ligada ao ácido L-treônico e ganhou atenção por pesquisas relacionadas ao sistema nervoso.

É estudado em relação a:
• memória
• aprendizagem
• função cognitiva
• sistema nervoso

Absorção: após a digestão, o magnésio é absorvido pelo organismo. Pesquisas investigam se essa forma apresenta características particulares de distribuição no sistema nervoso.

Mas atenção: ainda não existe evidência clínica suficiente para afirmar que o magnésio treonato seja superior às outras formas para melhorar memória ou concentração.


MAGNÉSIO ÓXIDO

Possui uma concentração relativamente alta de magnésio elementar, mas isso não significa que seja a forma mais bem absorvida.

Essa é uma informação importante:

Mais magnésio no comprimido ≠ necessariamente mais magnésio absorvido.

O óxido apresenta menor biodisponibilidade do que algumas formas, como o citrato e determinadas formas queladas.

Também pode apresentar efeito laxativo.

Absorção: o óxido reage com o ácido do estômago, formando sais de magnésio que posteriormente podem ser absorvidos no intestino.


MAGNÉSIO CLORETO

É o magnésio associado ao cloreto e apresenta boa solubilidade em água.

É utilizado em suplementos destinados à reposição de magnésio.

Absorção: no trato gastrointestinal, o cloreto de magnésio se dissocia, liberando magnésio que pode ser absorvido pelo intestino.

Existem também produtos de aplicação na pele.

Porém, a capacidade da absorção transdérmica de magnésio corrigir uma deficiência ainda é menos estabelecida do que a suplementação oral.


O SEGREDO QUE MUITA GENTE NÃO OLHA NO RÓTULO

Quando você vê:

“500 mg de magnésio citrato”

isso NÃO significa necessariamente que existem 500 mg de magnésio elementar ali.

O que importa é a quantidade de MAGNÉSIO ELEMENTAR.

É essa informação que permite comparar corretamente diferentes suplementos.


ENTÃO, QUAL MAGNÉSIO ESCOLHER?

Depende do objetivo e das características individuais.

Sono e relaxamento: glicinato/bisglicinato é uma forma bastante procurada.

Intestino preso: o citrato pode apresentar efeito laxativo.

Metabolismo energético: o malato é uma das formas mais associadas a esse objetivo.

Cognição: o treonato é estudado nessa área, mas as evidências ainda são limitadas.

Reposição: diferentes formas podem ser utilizadas, considerando principalmente a quantidade de magnésio elementar, absorção e tolerância.

Importante: suplemento não deve ser escolhido apenas pelo marketing. A necessidade de magnésio varia de pessoa para pessoa, e doses excessivas podem causar efeitos gastrointestinais e interagir com alguns medicamentos.

Semaglutida ou Tirzepatida: qual emagrece mais? Veja a comparação dos estudos




Semaglutida ou tirzepatida: qual apresenta maior perda de peso? 

Essa é uma das principais dúvidas de pessoas que buscam tratamento medicamentoso para obesidade.

Os dois medicamentos são aplicados geralmente uma vez por semana e atuam sobre hormônios envolvidos no controle da fome, da saciedade e do metabolismo. Porém, seus mecanismos de ação são diferentes.

Estudos clínicos comparando os dois princípios ativos encontraram diferenças importantes na perda média de peso.

Semaglutida: como funciona?

A semaglutida pertence à classe dos medicamentos que imitam a ação do hormônio GLP-1.

Entre seus efeitos estão:

  • redução do apetite;

  • aumento da sensação de saciedade;

  • redução da ingestão alimentar;

  • retardamento do esvaziamento gástrico;

  • melhora do controle da glicose.

A semaglutida possui uma meia-vida de aproximadamente uma semana, característica que permite sua administração semanal.

Quanto peso pode ser perdido com semaglutida?

No estudo STEP 1, adultos com sobrepeso ou obesidade receberam semaglutida 2,4 mg ou placebo durante 68 semanas.

A perda média de peso foi de aproximadamente:

14,9% com semaglutida

contra aproximadamente 2,4% no grupo placebo.

É importante lembrar que esse é um resultado médio de um estudo clínico e não uma previsão do resultado que uma determinada pessoa terá.

Tirzepatida: como funciona?

A tirzepatida possui um mecanismo diferente da semaglutida.

Ela atua simultaneamente sobre dois receptores:

GIP + GLP-1

Essa combinação pode produzir efeitos sobre o apetite, saciedade, glicemia e ingestão alimentar.

A tirzepatida apresenta meia-vida de aproximadamente 5 dias, também permitindo sua utilização em aplicação semanal.

Quanto peso pode ser perdido com tirzepatida?

No estudo SURMOUNT-1, após 72 semanas de tratamento, os resultados médios foram:

Dose de tirzepatidaPerda média de peso
5 mg15,0%
10 mg19,5%
15 mg20,9%
Placebo3,1%

Os resultados mostram que, no estudo, as doses maiores de tirzepatida produziram maior perda média de peso.

Tirzepatida x semaglutida: comparação direta

Uma das evidências mais importantes veio do estudo SURMOUNT-5, que comparou diretamente os dois medicamentos durante 72 semanas em adultos com obesidade que não tinham diabetes tipo 2.

O resultado médio foi:

Tirzepatida: −20,2%

Semaglutida: −13,7%

A diferença foi de aproximadamente 6,5 pontos percentuais de peso corporal.

O que isso significa na prática?

Imagine, apenas como exemplo, uma pessoa com 100 kg no início do tratamento.

Com base nas médias observadas nesse estudo:

Semaglutida: aproximadamente 13,7 kg de perda.

Tirzepatida: aproximadamente 20,2 kg de perda.

Isso não significa que todas as pessoas perderão exatamente essa quantidade. Estudos clínicos apresentam médias, e a resposta individual pode variar bastante.

Qual possui maior meia-vida?

A meia-vida dos medicamentos é diferente:

Semaglutida: aproximadamente 7 dias.

Tirzepatida: aproximadamente 5 dias.

Mesmo com essa diferença, os dois medicamentos podem ser utilizados em regime semanal.

A meia-vida também não deve ser confundida com a duração do efeito clínico. Depois da última aplicação, o medicamento não desaparece imediatamente do organismo.

Por que a tirzepatida apresentou maior perda de peso?

Uma das diferenças está no mecanismo de ação.

A semaglutida atua principalmente sobre o GLP-1.

A tirzepatida atua sobre GIP e GLP-1.

Nos estudos de obesidade, a ação combinada da tirzepatida esteve associada a uma redução média de peso maior.

Entretanto, isso não significa que a tirzepatida seja automaticamente a opção adequada para todas as pessoas.

Semaglutida ou tirzepatida: qual escolher?

Os estudos demonstram uma maior perda média de peso com tirzepatida nas comparações realizadas.

Porém, a escolha do tratamento deve considerar diversos fatores, incluindo:

  • histórico médico;

  • presença ou ausência de diabetes;

  • outros medicamentos utilizados;

  • efeitos adversos;

  • contraindicações;

  • dose que o paciente consegue tolerar;

  • resposta individual;

  • acompanhamento médico.

Portanto, a decisão não deve ser baseada apenas na porcentagem média de perda de peso.

Comparação rápida

CaracterísticaSemaglutidaTirzepatida
Principal açãoGLP-1GIP + GLP-1
AplicaçãoSemanalSemanal
Meia-vida~7 dias~5 dias
Estudo de referênciaSTEP 1SURMOUNT-1
Perda média nos estudos principais~14,9%até ~20,9%
Comparação direta13,7%20,2%
Efeito sobre o apetiteReduçãoRedução
Retarda esvaziamento gástricoSimSim

Conclusão

Os resultados dos grandes estudos clínicos mostram uma diferença importante entre os dois medicamentos.

A semaglutida apresentou uma perda média de aproximadamente 14,9% no estudo STEP 1.

A tirzepatida chegou a aproximadamente 20,9% de perda média na dose de 15 mg no SURMOUNT-1.

E, na comparação direta do SURMOUNT-5, a perda média foi de 20,2% com tirzepatida contra 13,7% com semaglutida após 72 semanas.

Assim, nos estudos clínicos de obesidade comparados, a tirzepatida apresentou maior redução média de peso.

Apesar disso, os resultados individuais podem variar, e o tratamento deve ser definido com acompanhamento de um profissional de saúde.

Fontes principais: estudos STEP 1, SURMOUNT-1 e SURMOUNT-5 publicados no New England Journal of Medicine, além das informações oficiais de prescrição dos medicamentos.

Qual nível ideal de Vitamina D no sangue?




A venda de suplementos a base de vitamina D tem sido cada vez maior, mas afinal qual o nível ideal desta substância?

A vitamina D é um hormônio importante e se não estiver presente em nível suficiente, os ossos podem perder espessura e se tornar quebradiços, ou passar por deformações, causando uma condição conhecida como raquitismo, em crianças, ou osteomalacia, em adultos.

A questão está em qual o teor de vitamina D é saudável e qual aponta para deficiência de vitamina.

De acordo com estudos realizados pela Academia Nacional sobre a vitamina D dos EUA, pacientes têm vitamina D suficiente quando apresentam teores superiores a 20 nanogramas por mililitro de sangue, não existem provas de que pessoas com o teor de 30 nanogramas por mililitro sejam mais saudáveis do que as pessoas que apresentam 20 nanogramas por mililitro.

As sociedades médicas brasileiras adotam o limite de 20 ng/ml para adultos saudáveis e de 30 ng/ml para pessoas com doenças como osteoporose, gestantes e para quem fez cirurgia bariátrica.

Melhor Maneira de Obter Vitamina D

A melhor maneira de obter o hormônio é por via solar, e mesmo com o uso de protetor solar não há interferência de forma significativa na produção de vitamina D. A Sociedade brasileira de dermatologia determina que uma recomendação prática é nunca ficar no sol até a pele ficar avermelhada —nesse estágio há degradação, em vez de síntese, de vitamina D.

A dose recomendada de Vitamina D por dia é de 600 UI, veja os alimentos que contém este hormônio:

- 1 gema de ovo - 20 UI

- 100g de atum enlatado - 230 UI

- 100g de salmão - 250 UI

- 100g de sardinha enlatada - 300 UI

- 1 colher de chá de óleo de bacalhau - 400 UI

- 10 minutos de sol - 3000 UI


Leia também:

- Falta de Vitamina D na gravidez pode causar Autismo

- Vitamina D protege contra Resfriados, Gripes e Infecções

- Alimentos ricos em Vitamina K2 - Prevenção contra o Câncer e Doenças Cardiovasculares

Manteiga ou Margarina qual é Melhor para o Coração



Um estudo recente da Universidade de São Paulo, realizado com pacientes de síndrome metabólica (doença que aumenta em até cinco vezes as chances de ataques cardíacos e derrames), sugere que o consumo moderado de manteiga ou margarina não aumenta o risco de se desenvolver doenças cardiovasculares. Até então, os médicos impunham pesadas restrições para os pacientes dessas doenças com relação ao consumo de margarina e manteiga.

Para chegar aos resultados, os 66 voluntários que participaram do estudo tiveram que deixar de consumir manteiga ou margarina da forma como faziam. 

Eles foram então divididos em quatro grupos e passaram a consumir todos os dias as quantidades recomendadas pelos pesquisadores. 

Um dos grupos comeu 15 gramas de manteiga por dia, um segundo grupo, 18 g de margarina com gorduras trans, o terceiro grupo ,36 g de margarina sem gorduras trans, e outro, 30 g de margarina com fitoesterol, que reduz a quantidade de colesterol ruim do sangue. Cada uma dessas porções, tanto de manteiga ou margarina traz 12 g de gordura. Para efeito de comparação, uma colher de sopa de margarina cheia pesa 15 g. 

Durante a pesquisa, nenhum dos voluntários mudou sua dieta habitual. Eles disseram ingerir em média 1.500 kcal por dia, com mais gordura saturada e menos fibra que o recomendado.  

Margarina Com ÔMEGA 3 diminui o Colesterol


Após 35 dias, a quantidade de substâncias que aponta maior o risco de infarto permaneceu igual no sangue dos voluntários, ou seja, a margarina e a manteiga não foram responsáveis pelos aumentos desses níveis prejudiciais. O peso médio dos participantes não variou durante esse período. Além disso, o colesterol ruim, também não apresentou aumento. Entretanto, apenas a margarina com fitoesterol diminuiu os níveis de colesterol ruim do sangue. 

A síndrome metabólica apresenta pelo menos três desses sintomas: obesidade, pressão alta, baixos níveis de bom colesterol e altos níveis de glicose e gordura no sangue, atingindo 30% dos brasileiros.

Cuide bem da pele do rosto com Máscaras Caseiras





As máscaras caseiras proporcionam um bom resultado a pele do rosto. As receitas são feitas a partir de alimentos que possuem inúmeros benefícios: 
  • A clara de ovo deixa a pele firme e mais aveludada, ajuda a prevenir o envelhecimento precoce;
  • O açúcar esfolia;
  • O mel hidrata e promove a renovação celular;
  • O pepino atua na regeneração celular e contém ácidos que diminuem o inchaço e a retenção de líquidos.
As receitas devem ser preparadas e aplicadas em seguida, pois oxida facilmente. Podem ser usadas até 3 vezes por semana.


Máscara de pepino - Diminui as manchas
  • meio pepino
  • 4 folhas de hortelã
  • 100 ml de água
Preparo: Bata tudo no liquidificador até obter uma mistura homogênea. Aplique no rosto com algodão e deixe por 15 minutos. Lave com água fria em abundância e seque com batidinhas leves de uma toalha limpa.


Máscara para o rosto - Efeito lifting
  • 1 clara de ovo
  • 1 colher de sopa de amido de milho
Preparo: Bata a clara de ovo em neves e depois acrescente o amido de milho. Misture até ficar homogêneo e aplique no rosto. Repita o processo de 2 a 3 vezes na semana, deixando agir por 15 minutos.


Máscara de Pepino para diminuir Acnes
  • meio Pepino
  • 1 colher de aveia ou maisena
Preparo: Bata no liquidificador o pepino com casca e a maisena ou aveia. Aplique no rosto e deixe secar. Lave com água fria em abundância e seque dando batidinhas leves com uma toalha limpa.


Esfoliante de Açúcar - Ideal para Pele com cravo
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de mel
Preparo: Misture tudo e aplique no rosto com movimentos circulares leves. Após lave o rosto com bastante água.



    

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