domingo, 24 de março de 2019

Variedades de Arroz e Feijão



O arroz e feijão, é uma refeição barata e nutritiva, que reúne muitos carboidratos e todos os aminoácidos essenciais. 

Todos os dias comemos arroz e feijão, que pode ser acompanhado com qualquer tipo de carne, ovo, e uma saladinha. Ou também, fica uma delícia com farinha, purê ou batata frita, enfim: onde tiver um brasileiro, lá estará o famoso arroz e feijão, em sua casa.

Conheça variados tipos de arroz e feijão, que você pode encontrar no mercado:


Feijão Azuki: De sabor levemente adocicado, é a base de pratos da cozinha japonesa.

Feijão Bolinha:
É ligeiramente arredondado, e fica bom em saladas e sopas.

Feijão Branco:
Parecido com o jalo (é mais claro), é o ingrediente principal do cassoulet, prato francês.

Feijão Carioca: Favorito entre os brasileiros, é o mais consumido no dia a dia.

Feijão Fradinho: Miúdo e claro, é o grão que dá consistência ao acarajé baiano.

Feijão Jalo: Bege e graúdo, vai bem em saladas e sopas.

Feijão Jalo roxo: Maior que o comum, também é indicado para sopas e saladas.

Feijão Moyashi:
É ótimo para omeletes, sopas e saladas.

Feijão Preto:
Grão que dá base ao prato tradicional brasileiro, a feijoada.

Feijão Rajado: Graúdo, fica delicioso em sopas e caldos de carne, ou em saladas de folhas.

Feijão Rosinha: Garante um sabor especial a molhos e saladas

Feijão Roxinho: Versátil, pode ser utilizado nas mais diferentes receitas

Feijão Verde:
Também conhecido como feijão de corda, pode ser consumido fresco ou seco

Feijão Vermelho:
De cor intensa, pode ser temperado com alho e cebola, e servido com carne-seca.

Variedades de Arroz

Arroz Grão Curto:
Conhecido como cateto, fica empapado após cozido. É servido sem tempero pelos japoneses.

Arroz Parboilizado:
É pré-cozido, o que lhe dá um sabor diferente. O preparo é rápido.

Arroz Basmati: Cultivado na Índia e no Paquistão, tem grãos longos e finos. Após cozido, fica úmido e solto.

Arroz Vialone Nano:
Da Itália, é muito usado em risotos, pois mantém a forma após o cozimento e fica cremoso.

Arroz Integral:
Precisa de muito líquido, e mais tempo para cozinhar. É rico em fibras e boa fonte de proteínas, minerais e vitaminas.

Arroz Vermelho: A cor vem da película que o envolve. Bom para risotos, bolinhos e com carnes brancas.

Arroz Glutinoso: Chamado também de "motigome" (arroz para moti, um bolinho japonês), é opaco e fica bem úmido após o cozimento.

Arroz Negro:
É rico em fibras e vitaminas. Vai bem com carnes de caça e em sopas.

Arroz Arbóreo:
Seus grãos são arredondados e curtos. Cremoso após cozido, também é um dos preferidos para risotos.

Arroz Carnaroli: Na Itália, seu país de origem, é considerado o melhor dentre todos os usados para risotos.

Arroz Grão Longo:
Conhecido como agulhinha, é o mais usado no Brasil. Fica bem solto, após o cozimento.

Fonte: Gazeta de Beirute

quinta-feira, 21 de março de 2019

Vitamina K e seus benefícios



A vitamina K é encontrada em certas verduras, no fígado de boi e galinha, e até em nós mesmos. Isso mesmo; nós temos a capacidade de fabricar a vitamina K - e nós o fazemos, produzindo cerca de 1/3 do que precisamos - através das bactérias em nossos intestinos. 


Reconhecida inicialmente por um cientista dinamarquês, em 1929, a vitamina K é uma grande ajuda para o corpo. Ela não apenas auxilia na coagulação do sangue, como também na resistência dos ossos, ajudando a fabricar uma proteína chamada de osteocalcina, que segura o cálcio, o que indica que a vitamina K pode ter um papel importante na prevenção da osteoporose.

Parte da vitamina K é produzida naturalmente no corpo com a ajuda de bactérias; no entanto, é nossa responsabilidade incluir a vitamina K na nossa dieta.

Alimentos contêm vitamina K, veja as principais fontes


- Verduras de folhas (espinafre, brócolis e alface);

- Fígado de boi, galinha e porco;

- Chá verde é uma excelente fonte de vitamina K.

Apesar de dietas saudáveis, às vezes, pode ocorrer deficiência de vitamina K.

Principais motivos que levam a deficiência de Vitamina K


- Doença no fígado ou na vesícula biliar, ou qualquer doença do trato intestinal que interfira na absorção das gorduras, pode causar deficiência.

- Da mesma forma, os medicamentos antibióticos de longo prazo e medicamentos para colesterol alto no sangue diminui a quantidade de vitamina k.

-Os bebês nascem sem as bactérias necessárias para produzir a vitamina K.

Como acontece com os recém-nascidos, ou com pacientes que apresentam certas doenças no fígado, na vesícula biliar ou no trato intestinal, às vezes, a suplementação de vitamina K é necessária. O excesso de vitamina K é tóxico, por isso, é importante manter-se informado.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Sabia que Sal demais prejudica a Saúde


O consumo excessivo de sal "reprograma" o cérebro, interferindo com um mecanismo de segurança natural que normalmente impede a pressão arterial do corpo de subir além do normal, caracterizando a hipertensão.

Embora a associação entre o sal e a hipertensão seja bem conhecida, os cientistas até agora não entendem os mecanismos que conectam a ingestão elevada de sal, como causa, e o aumento da pressão arterial, como efeito.

Sal no cérebro 

Estudando o cérebro de ratos, pesquisadores da Universidade McGill (Canadá) descobriram agora que a ingestão de grandes quantidades de sal provoca alterações em alguns circuitos essenciais do cérebro.

Um período de ingestão elevada de sal na dieta dos ratos provoca uma mudança bioquímica nos neurônios que liberam vasopressina (VP) para a circulação sistêmica.

Essa mudança, que envolve uma molécula neurotrófica chamada BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), evita a inibição desses neurônios em particular por outras células.

Em outras palavras, a ingestão de teores elevados de sal evita a inibição dos neurônios de VP (vasopressina) pelo circuito de detecção da pressão arterial do corpo.A desativação deste mecanismo de segurança permite que a pressão arterial suba quando uma grande quantidade de sal é ingerida durante um longo período de tempo.

Reversão em humanos

Entre as questões que ainda restam para serem respondidas em futuras pesquisas estão:

- Será que este mesmo efeito de reprogramação ocorre nos seres humanos? Se sim, será que ele pode ser revertido?

Nesse meio tempo, acrescenta o Dr. Bourque, a mensagem permanece: limite o sal na dieta.

Com informação de Via Diário da Saúde

terça-feira, 5 de março de 2019

Criança vomitou o Remédio, o que fazer?



Quando a criança toma uma medicação e vomita, surge então aquela dúvida, o que devo fazer? Tem que voltar a tomar o remédio? Tenho que dar a mesma dose ou menos?

Portanto, quando falamos de vômito, não devemos confundi-lo com cuspir o remédio. Há crianças que simplesmente por rejeição cospem parcialmente, ao passo que quando falamos de vômito, é inconfundível devido à quantidade expelida.

Se o Vômito ocorrer 10 minutos após a administração do medicamento

Se a dose da medicação ingerida estiver entre cinco e dez minutos após a administração e a criança vomitar, como uma regra entende-se que a droga não teve tempo para ser absorvido e devemos retornar a administrar a mesma dose. Isto é, porque na maioria dos medicamentos, o tempo de absorção geralmente ocorre após 10 minutos de administração e até uma hora depois.

Pode ser administrado a mesma dose já que, geralmente o pediatra não receita a dose máxima de segurança, portanto se a criança absorver alguma parte da medicação administrada, e se você voltar a dar a mesma dose, não há risco de envenenamento. Mas cuidado, no caso de vomitar novamente, já não pode dar outra dose.

Se o vômito ocorrer 60 minutos após a administração

Se o vômito ocorrer há mais de 60 minutos após a administração, NÃO administramos novamente, porque se entende que a absorção da medicação já foi realizada. E para evitar uma overdose, vamos esperar até o próximo horário, onde vamos dar, a dose prevista.

Não tenho certeza de quanto tempo se passou entre tomar a medicação e vomitar

Se esta situação ocorrer, e dependendo da medicação a administrar, a coisa mais sensata é não administrar mais nada e esperar pela próxima dose.

O que posso fazer para que a criança não vomite a medicação?

E se a criança é um daqueles que sempre vomita a medicação, então você pode:

- Tentar misturar com alimentos que ele gosta (embora nem sempre recomendado). Podemos fazer isso administrando-o com uma quantidade suficiente de comida. Embora seja verdade que, dependendo da absorção da droga em questão, às vezes os alimentos podem interferir nisso, às vezes isso é melhor do que nada. Embora devamos sempre tentar cumprir as recomendações de administração, tanto para os medicamentos a serem administrados após as refeições, quanto para aqueles que devem ser administrados antes.

- Não prepare medicamentos na sua presença.

- Se a criança não parar o vômito, e toda vez que dar o medicamento ele vomitar, devemos ir ao pediatra para avaliar outras vias de administração.

Deficiência de Vitamina B12, Ácido Fólico e Ferro - Anemia



A anemia é a redução, abaixo dos valores de referência, na concentração de hemoglobina, a proteína responsável por transportar o oxigênio pelo sangue

A falta de vitaminas ou ferro no corpo podem causar alguns tipos de anemia.

O ferro é um mineral vital para quase todos os organismos. A deficiência desse mineral no corpo humano pode ocorrer como resultado de uma ingestão inadequada do nutriente, má absorção, perda crônica ou aumento da demanda pelo organismo.

Caso haja alguma suspeita de um quadro de anemia, são realizados exames clínicos e laboratoriais. Por meio desses exames que se apura a concentração de hemoglobina e a situação das hemácias. Outros testes verificam como andam os compartimentos de ferro no corpo.

As principais fontes de ferro na dieta vêm de alimentos de origem animal. Mas o elemento também é encontrado em vegetais e medicamentos.

Em alguns períodos da vida, há um aumento na necessidade de ferro, como na fase da amamentação, na adolescência, na gravidez, na menstruação, entre outros.

Dose diária recomendada de Ferro é:

- Crianças (1-10 anos): 10 mg;

- Homens: 10 mg;

- Mulheres em fase pós-menopausa: 10 mg;

- Mulheres em fase pré-menopausa: 13 mg;

- Grávidas: 30 mg;

- Lactantes: 15 mg.

A deficiência de vitamina B12 e ácido fólico


A anemia não está associada somente a falta de ferro no organismo, mas também pode estar relacionada à carência de duas vitaminas: a vitamina B12 e o ácido fólico. A deficiência de tais nutrientes é capaz de acarretar uma síntese inadequada do DNA, prejudicando o processo de multiplicação das células, a divisão celular.

Onde encontrar vitamina B12

A vitamina B12 se encontra em maior quantidade em alimentos de origem animal como produtos lácteos, carnes, fígado, peixes e ovos.

​Lista de alimentos ricos em vitamina B12:


- Ostra;

- Fígado;

- Carnes em geral;

- Ovos;

- Leite;

- Levedo de cerveja;

- Cereais enriquecidos.

Os níveis de vitamina B12 são avaliados num exame de sangue e se considera deficiência em vitamina B12 quando nesse exame os valores de vitamina B12 são inferiores a 150 pg/mL.

Alimentos Ricos em Ferro


O corpo humano absorve o ferro basicamente de fontes alimentares. Para absorver o ferro, você deve consumir alimentos ou suplementos. Crianças pequenas, vegetarianos, mulheres grávidas e pessoas com certas doenças podem ter um risco maior para absorção pobre em ferro ou níveis baixos. Alguns alimentos são ricos em ferro e podem ser incorporados na dieta para aumentar a quantidade de ferro ingerida.

- Coma carne e frutos do mar. A maioria das proteínas animais contém ferro, e carne vermelha é uma fonte especialmente boa de ferro nos alimentos.
Porções pequenas de proteína animal ingeridas regularmente podem ajudar a obter níveis saudáveis de ferro no sangue.

- Experimente cozinhar ostras ou mexilhões - uma única porção pode ter o consumo diário recomendado para qualquer pessoa, exceto mulheres grávidas, que precisam de uma quantidade maior.
Carnes de órgãos, como fígado, pode também ser muito rica em ferro.

- Coma legumes. Soja, feijão, lentilha, grão de bico, amendoim (e manteiga de amendoim) e outros legumes e grãos podem ser uma fonte saudável de ferro.
Uma xícara de feijão todo dia contém a quantidade suficiente de ferro para crianças e a maioria dos adultos.

- Coma grãos fortificados. A maioria dos cereais matinais são fortificados com ferro. Em alguns casos, uma xícara de cereais contém a quantidade diária de ferro, mas nem todos os cereais são fortificados na mesma proporção.

- Veja a quantidade de ferro em cereais, pães, massas e outros produtos para saber com precisão quantos miligramas você consome diariamente.

- Coma verduras. Espinafre e outras verduras de cor verde-escura geralmente contém uma boa quantidade de ferro - 1/2 xícara de espinafre cozido pode ter até 1/3 da quantidade diária recomendada para crianças e adultos.

Sucos Repositores de Ferro

1-Suco de couve com maracujá

É necessário 4 folhas de couve, 3 maracujás, 1 Limão, Água e Mel.

Pique a couve e coloque no liquidificador para bater junto com o maracujá, a água e algumas gotas de limão. Adoce com mel.

2-Suco de cenoura e kiwi

Os ingredientes necessário será ½ cenoura, 1 kiwi, 1 copo de água de coco e Mel.

Junte os ingredientes e bater tudo no liquidificador, coar, adoce com o mel e saboreie está delicia rica em ferro.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Medicamentos que podem elevar TGO e TGP



As transaminases ou aminotransferases são enzimas presentes dentro das células do nosso organismo, sendo responsáveis pela metabolização de algumas proteínas. As duas principais aminotransferases são a TGO (transaminase glutâmica oxalacética) e TGP (transaminase glutâmica pirúvica).

Estas enzimas estão presentes em várias células do nosso corpo e apresentam-se em grande quantidade no hepatócitos (células do fígado). O fígado é uma espécie de estação de tratamento, sendo o órgão responsável pela metabolização de todas as substâncias presentes no sangue.

Toda vez que uma célula que contenha TGP ou TGP sofre uma lesão, essas enzimas “vazam” para o sangue, aumentando a sua concentração sanguínea. Portanto, é fácil entender por que doenças do fígado, que causam lesão dos hepatócitos, cursam com níveis sanguíneos elevados de TGO e TGP.

Como as duas enzimas estão presentes em quantidades semelhantes nas células do fígado, as doenças deste órgão cursam com elevação tanto da TGO quanto da TGP.

As principais doenças que causam elevação das transaminases - TGO e TGP

- Hepatites virais;
- Cirrose;
- Esteato-hepatite;
- Abuso de bebidas alcoólicas;
- Lesão do fígado por drogas e medicamentos (hepatite medicamentosa);
- Insuficiência cardíaca;
- Isquemia do fígado (hepatite isquêmica);
- Câncer do fígado;
- Doenças musculares.

Valores Normais de TGO e TGP

/>Os valores normais variam de laboratório para laboratório, ficando, porém, o limite superior sempre ao redor de 40 e 50 U/L.

- TGO: de 5 a 40 unidades por litro de soro (a parte líquida do sangue).

- TGP é de 7 a 56 unidades por litro de soro.

Valores até 3x maiores que o limite são inespecíficos e podem significar lesão de outros órgãos que não o fígado

TGO e TGP acima de 150 U/L sugerem fortemente doença do fígado. Apenas pelas transaminases elevadas não é possível saber a causa da lesão do fígado, sendo necessária uma maior investigação.

TGO e TGP maiores que 1000 U/L são causadas habitualmente por hepatites virais, hepatites por drogas (mais comum é intoxicação por paracetamol) ou hepatite isquêmica.

Medicamentos que aumentam os níveis de transaminases - TGO e TGP

Alguns medicamentos podem elevar as transaminases, entre eles temos os que contem os seguintes princípios ativos:

- Medicamentos para alívio da dor com aspirina (AAS) , acetaminofeno, ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco e fenilbutazona.

- Medicamentos anticonvulsivo como Hidantal (fenitoína) , ácido valproico, Tegretol (carbamazepina) e Gardenal (fenobarbital).

- Antibióticos como as tetraciclinas, sulfonamidas, isoniazida, Bactrim (sulfametoxazol + trimetoprima), Macrodantina (nitrofurantoína).

- Drogas para o colesterol como o estatinas (sinvastatina, rosuvastatina, atorvastatina) e niacina.

- Drogas cardiovasculares como Ancorom (amiodarona), Apresolina (hidralazina), quinidina.

- Anti-depressivos do tipo tricíclico (imipramina, amitriptilina, nortriptilina e clomipramina, doxepina).

- Corticoides(Betametasona, Prednisona, Dexametasona).

- Antifúngicos(cetoconazol, fluconazol).

- Paracetamol.

Geralmente com anormalidades das transaminases, originadas por medicamentos, os valores voltam ao normal semanas ou meses depois de parar com os medicamentos.

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