sábado, 21 de outubro de 2017

Anti-Inflamatórios Naturais para Incluir na Dieta



A maioria das inflamações é causada principalmente pelos alimentos que ingerimos. Os alimentos industrializados, enlatados e os congelados tem maior chance de causar a inflamação.

A inflamação apresenta patógenos como as bactérias que podem invadir nosso corpo e nos deixar menos saudáveis.

No entanto, quando estas inflamações duram mais do que deveriam, podem se tornar um problema sério e causar uma doença grave.

Como, por exemplo, a obesidade muito comum nos dias de hoje, as pessoas não tem cuidado com sua alimentação e posteriormente só retornarão ao seu peso e saúde com dietas detox, a dieta dukan entre outras.

Saiba como você pode diminuir a inflamação com os 13 alimentos anti-inflamatórios que são indicados pela ciência.

1. Cúrcuma

Ela vem da índia, e é um tempero reconhecido pela sua cor amarela.

No entanto, nos últimos anos, essa espécie ganhou popularidade por suas propriedades anti-inflamatórias, propriedades que foram estudadas em múltiplas ocasiões.

A cúrcuma possui um composto ativo, conhecido como curcumina, que consegue diminuir a inflamação no nível molecular.

2. Azeite extra virgem

Um dos óleos mais saudáveis que existem é o azeite extra virgem, assim como o óleo de coco.

Destacada pelo seu alto teor de vitamina E, e vitamina K, bem como gorduras monoinsaturadas saudáveis, sendo o mais abundante em ácido oleico.

3. Peixes ricos em ômega 3

Existe uma variedade de peixes que são muito ricos em ácidos ômega 3, gordura saudável e essencial que não pode ser sintetizada pelo corpo humano.

Os ácidos ômegas-3 tem sido objeto de extensa pesquisa por causa de suas múltiplas propriedades terapêuticas e demonstrou que seu consumo em suplementos ou dieta diminui significativamente a inflamação.

4. Cacau (chocolate preto)

Os efeitos anti-inflamatórios do cacau são mais do que comprovados.

No que se referem às doenças cardiovasculares, os poli fenóis encontrados no cacau demonstraram melhorar os marcadores de inflamação em pacientes com alto risco de doença cardíaca, diminuindo assim a probabilidade de aterosclerose.

Os flavonoides de chocolate, uma variação de poli fenol, tem a capacidade de aumentar a biodisponibilidade do óxido nítrico, conhecido por manter o endotélio saudável com vários mecanismos, sendo um deles uma diminuição dos fatores inflamatórios.

5. Abacates

Os abacates são um fruto de uma combinação única de dioses.
Tem gorduras saudáveis, entre os quais é realçado o ácido oleico o que foi mostrado que colabora na redução dos níveis de marcador inflamatório C - proteína reativa.

O consumo de abacate proporcionará quantidades significativas de vitamina K, fibra, ácido fólico, vitamina C, potássio, certas quantidades de vitamina B e minerais.

6. Gengibre

O gengibre tem sido usado como um remédio natural contra muitas doenças ao longo dos anos.

Seu uso tem uma longa história e uma das propriedades mais conhecidas é a capacidade de servir como agente anti-inflamatório, pois possui um composto bioativo chamado gingerol, responsável por efeitos positivos na inflamação.

7. Frutos vermelhos

Os frutos vermelhos são um grupo de frutas que tradicionalmente cresceu no combate da inflamação, entre elas podem ser encontrados as amoras, framboesas, mirtilos e morangos.

Este tipo de fruta se destaca pelo alto teor de vitamina C, fibra e água, além de outros compostos vegetais.

Os frutos vermelhos têm antioxidantes da família antocianinas, um pigmento natural que lhes dá a cor vermelha, mas também possui efeitos anti-inflamatórios.

8. Cogumelos

Os cogumelos comestíveis são muito apreciados na gastronomia.
Existem variedades deles, mas tenha cuidado porque alguns podem ser venenosos.

Este grupo de alimentos caracterizou-se pelo baixo teor calórico e também por um grande número de substâncias que combatem a inflamação.

Aparentemente, eles podem ser eficazes na prevenção e melhora das doenças intestinais e inflamatórias, como a síndrome do intestino irritável.

No entanto, demonstrou-se que os efeitos anti-inflamatórios dos cogumelos são reduzidos consideravelmente após cozinhados.

9. Tomates

Os tomates são vegetais muito comuns em vitamina A, vitamina C, vitamina K e vários tipos de minerais como o potássio ou o magnésio. No entanto, outros compostos de tomate são a causa de suas propriedades anti-inflamatórias.

O licopeno é um pigmento natural, um antioxidante apontado pela sua capacidade de diminuir as respostas inflamatórias ligadas ao câncer.

10. Uvas

Como frutas vermelhas, as uvas possuem antocianinas, que já explicamos ser um composto antioxidante capaz de reduzir a inflamação.

De acordo com vários estudos, a melhora nos marcadores de inflamação produzidos pelo consumo regular de uvas pode reduzir o risco de diferentes tipos de doenças.

Doenças relacionadas à idade.

Doenças dos olhos.

Doenças cardiovasculares.

Da mesma forma, uma substância encontrada no resveratrol de uvas, tem muitos benefícios saudáveis, todos eles melhorando os níveis de inflamação.

11. Cerejas

Os antioxidantes encontrados nas cerejas, como catequinas e antocianinas, possuem importantes propriedades anti-inflamatórias.

Em vários estudos científicos, provou-se que o consumo regular de cerejas, acalma dores e reduz a inflamação indicada pelos exercícios físicos.

12. Pimentas / pimentões

As pimentas têm um grande número de substâncias com potentes efeitos anti-inflamatórios, por exemplo, capsaicina.

A quercetina, flavonoide antioxidante encontrada em pimentas tem sido associada à prevenção de inflamações e infecções, bem como à redução do estresse oxidativo e inflamação em pacientes com sarcoidose.

Outro tipo de antioxidantes, como o ácido sinapínico ou ferúlico obtido em algumas variedades de pimentas, também mostrou ter propriedades anti-inflamatórias.

13. Brócolis

Os brócolis são um vegetal cruciferante rico em vitamina K e vitamina C.

Devido ao seu teor de isotiocianato, principalmente sulforafano, o consumo de brócolis pode reduzir significativamente a inflamação e prevenir doenças como o câncer.

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Confira o vídeo com os melhores alimentos anti-inflamatórios: 8 dicas

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Medicamentos que podem Engordar






Corticóides, pílulas anticoncepcionais, antidepressivos, ansiolíticos e algumas substâncias usadas no combate aos sintomas da menopausa são uma das principais drogas que podem facilitar o ganho excessivo de peso.

Muitas pessoas queixam-se de ganhar peso e geralmente isso acontece devido à retenção de líquido, lentidão no metabolismo ou aumento no apetite causado pelos próprios medicamentos. Desta forma é aconselhado ao paciente pedir ao médico a substituição de um medicamento que gere aumento de peso por outro que não tenha esse efeito, sempre que possível.

Controlar mais de perto a dieta e priorizar a realização de atividades físicas são as melhores formas de combater o problema, pois o principal motivo de ganho de peso sempre é o comer mais.


Medicamentos que podem gerar ganho de peso

Antidepressivos tricíclicos


Medicamentos como a amitriptilina e nortriptilina causam aumento de apetite e, por consequência, ganho de peso que pode significar em até 2,5 kg a mais por mês, porém com uma dieta regrada e exercícios físicos regulares o ganho de peso pode ser controlado.

Leia aqui: Quanto tempo demora para que os Antidepressivos faça efeito?

Anti-histamínicos 


Os mais usados são cetirizina ou fexofenadina (allegra), dexclorfeniramina (histamim).

Os anti-histamínicos são componentes de muitas medicações anti-alérgicas. Alguns antidepressivos têm efeito anti-histamínico e podem aumentar a fome.

Medicações anti-psicóticas da classe dos anti-psicóticos atípicos

Olanzapina, quetiapina - usada para esquizofrenia e transtorno bipolar, e risperidona – usada no tratamento do transtorno bipolar, psicose e transtorno obsessivo compulsivo.

Esses medicamentos ocasionam aumento de resistência insulínica podendo levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, podem provocar algumas alterações em nível celular, alterando o metabolismo da glicose.

Os antipsicóticos (usados no tratamento da esquizofrenia), os antiepiléticos e a cinarizina (indicada para casos de labirintite) também aumentam o apetite. Esses medicamentos interferem na ingestão alimentar, quer por aumentar a fome ou por diminuir a saciedade.

Anti-hipertensivos beta-bloqueadores


Atenolol, metoprolol (selozok), eles aumentam a sensação de fadiga, contribuindo para a inatividade física e redução do gasto energético.

Corticoides

Os corticoides mais conhecidos são dexametasona, betametasona, prednisona, beclometasona.

Esses medicamentos aumentam a retenção hídrica (incham) e geram resistência insulínica (aumentam a glicose no sangue). Além disso, são estimuladores do apetite e podem reduzir a taxa metabólica.

O corticoide estimula o aumento do tecido gorduroso e a redução da massa muscular, mas isto depende diretamente de uma série de fatores como pré-disposição genética e dose do medicamento ingerido.

Com doses altas de corticoide por um tempo prolongado podem causar ganho até 20 quilos em um ano, pois a cortisona piora o funcionamento do hormônio insulina. A sensação é de um descontrole de fome. Isso só acontece quando o uso é crônico, por mais de um mês. Em quem toma esporadicamente, não acontece nada.

Leia aqui: Uso Prolongado de Corticoides pode causar Diabetes e Hipertensão

Medicamentos para o controle do diabetes


As drogas da classe das sulfoniluréias: glibenclamida, glicazida e glimepirida, aumentam os níveis de insulina no sangue, ocasionando aumento de apetite e acúmulo de gordura. O uso de insulina também está associado ao aumento de peso.

Outros medicamentos da classe das glitazonas – pioglitazona e rosiglitazona – geram retenção hídrica e aumentam o processo de diferenciação das células de estoque de gordura.

Estabilizadores de humor

Medicamentos como ácido valpróico e o carbonato de lítio causam aumento de apetite e, portanto, ganho de peso. O carbonato de lítio costumam aumentar muito a fome.

Anticoncepcionais


Anticoncepcionais de dosagens mais altas, (1º geração) são associados ao ganho de peso por retenção hídrica.

Os anticoncepcionais a base de estrógeno levam ao aumento de peso por retenção de líquidos. O estrógeno pode, eventualmente, alterar o metabolismo, deixando a pessoa um pouco menos saciada e com sensação de estômago vazio. Prefira os anticoncepcionais que contêm progesterona.

Leia aqui: Anticoncepcionais - Qual devo Usar?


Dicas

Como vários medicamentos podem causar o ganho de peso é interessante o paciente ao sentir os efeitos indesejados pedir o médico a substituição de um medicamento que gere aumento de peso por outro que não tenha esse efeito, sempre que possível.

Porém se o uso do medicamento for inevitável, o mais importante é controlar a dieta mais de perto e de forma mais rígida e praticar exercício físico, que nesses casos, é fundamental para manter o peso.

Leia aqui: Principais Interações entre Medicamentos

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Café pode ajudar prevenir Diabetes



Sabia que tomar café pode te proteger de adquirir uma das doenças mais comum da atualidade?

É verdade, um estudo realizado por cientistas americanos analisou informações de mais de cem mil pessoas, por aproximadamente 20 anos, e concluiu que quem ingeria regularmente até seis xícaras de café por dia, estava mais protegido contra a diabetes tipo 2.

De acordo com os envolvidos, a principal hipótese desse quadro, é devido aos diversos antioxidantes, juntamente com outros componentes da bebida, que favorecem o controle da glicemia.

O café, 
estimulante mais consumido em todo o mundo, é uma bebida rica em minerais, contém vitamina B, ácidos clorogênicos e Cafeína que é rica em antioxidantes naturais.

O consumo de até 400 mg de cafeína por dia é seguro nos adultos (30 ml de café expresso possui entre 30 e 90 mg de cafeína). Sua principal ação no organismo é aumentar o estado de alerta, estimular a circulação sanguínea e o funcionamento cardíaco, impulsionando o metabolismo e aumentando a disposição para pratica de atividades para queima de gordura.

Os antioxidantes presente na cafeína atuam contra a ação dos radicais livres, moléculas que, ao danificar as nossas células, podem favorecer o aparecimento de algumas doenças cardiovasculares e oncológicas. Além de contribuir para a diminuição do risco de desenvolvimento destas patologias, o consumo moderado de cafeína foi associado a um efeito protetor contra a diabetes tipo 2 e à promoção de um maior gasto calórico.

Dica Saudável


Se você é diabético, mas não resiste a um bom cafezinho, faça como os voluntários desse estudo: coloque um pouco, ou quase nada de açúcar, e aproveite os benefícios dessa deliciosa e reconfortante bebida.


Evite tomar café a noite, pois por ser uma bebida estimulante pode causar insônia.

domingo, 1 de outubro de 2017

Gordura no Fígado - Como Cuidar?





Os sintomas de gordura no fígado, ou esteatose hepática, como é cientificamente chamada, são a perda do apetite e a dor abdominal do lado direito, que vão se instalando aos poucos. Outros sintomas incluem: 

- Barriga inchada;
- Cansaço;
- Dor de cabeça;
- Enjoo;
- Vômito;
- Cor amarelada nos olhos e na pele.

Ao observar esses sintomas, o indivíduo deverá ir ao médico para realizar exames de diagnóstico, como o exame de sangue e a ressonância magnética. Assim, a doença pode ser diagnosticada e devidamente tratada com dieta e exercícios.
Tratamento para gordura no fígado

O tratamento para gordura no fígado consiste em: 

- Seguir a dieta acima recomendada;
- Praticar exercícios físicos com regularidade;
- Não consumir bebidas alcoólicas;
- Não fumar.

Apesar de ser mais comum em obesos e diabéticos, o acúmulo de gordura no fígado pode afetar qualquer um que tenha uma má alimentação e não pratique exercícios físicos regularmente. O acúmulo de gordura no fígado não é uma situação grave, mas, quando não é devidamente tratada, ela pode gerar uma cirrose e, por isso, essa situação merece a devida atenção.

Gordura no fígado tem cura?


A gordura no fígado tem cura, que pode ser alcançada com o tratamento proposto pelo médico e pelo nutricionista. Estima-se que essa cura possa ser alcançada entre 4 a 8 semanas, mas sempre vai depender da quantidade de gordura que o indivíduo tem que perder.

Dieta

Seguir regularmente a dieta para gordura no fígado é uma das melhores e mais saudáveis formas de tratar e eliminar os sintomas de gordura no fígado. Nesta dieta deve-se:

- Evitar ao máximo o consumo de alimentos ricos em gorduras, como pizzas, sanduíches, queijos amarelos e condimentos;
- Eliminar o consumo qualquer bebida alcoólica;
- Dar preferência ao consumo de alimentos saudáveis, como frutas, legumes, verduras, carnes brancas grelhadas;
- Adicionar somente 1 colher de café de azeite na salada, depois de pronta;
- Beber bastante água entre as refeições;
- Comer alimentos ricos em fibras diariamente.

Outras recomendações são: eliminar do regime alimentar queijo amarelo, requeijão, chocolate, biscoito amanteigado, produtos de pastelaria em geral, enchidos e embutidos, como linguiça, salsicha, bacon e mortadela, maionese, manteiga e margarina.

Melhores Alimentos para o Fígado

Os melhores alimentos para o fígado são leite desnatado, mel, arroz, macarrão, carnes magras, ovos, gelatina, queijo branco, vegetais, e frutas.

É importante comer a cada 3 horas, mesmo que não tenha fome. Não ter fome após 3 horas significa que comeu demais na refeição anterior, e isto também precisa de ajuste.

Ao seguir corretamente esta dieta, é possível eliminar boa parte da gordura abdominal e do interior do fígado em, aproximadamente, 2 meses. Mas, para melhores resultados, recomenda-se fazer algum tipo de atividade física com regularidade, isto é, no mínimo, 2 vezes por semana, todas as semanas.


Fonte:  Tuasaude

sábado, 30 de setembro de 2017

Luteína - Nutriente que mantém o cérebro jovem


Ter uma boa memória mesmo na velhice é o sonho de todos, pois quando envelhecemos começamos a esquecer de tudo. Por isso quanto mais cedo começarmos a praticar uma alimentação saudável, menor será a chance de ficarmos esquecidos com o passar do tempo.

De acordo com cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, existe um nutriente que mantém o cérebro jovem, a Luteína, e ter mais luteína na circulação protege a massa cinzenta desde cedo.

A luteína e zeaxantina são dois tipos de carotenoide bastante associados à saúde ocular, mas um novo estudo descobriu que essas substâncias fazem bem até para a cabeça. Maiores taxas dessas moléculas sobrecarregavam menos o cérebro para se recordar das palavras, isto é, os carotenoides podem estar associados a uma melhor eficiência da massa cinzenta.


Alimentos ricos em Luteína

- Espinafre

- Vegetais verdes-escuros como couve

- Agrião

- Rúcula

- Ovo

- Abacate

Com mais luteína correndo pelo sangue o cérebro mesmo de uma pessoa mais velha, apresenta respostas neurais compatíveis com as de sujeitos mais jovens – e não com gente da mesma idade.

Ao envelhecermos passamos por um declínio natural, por volta dos 30 anos o nosso cérebro já entra em processo de envelhecimento começando a perca de raciocínio mesmo que lentamente. Como a luteína parece ser capaz de prevenir esse comprometimento dos neurônios, é melhor apostar no consumo de alimentos ricos nesse nutriente, principalmente nas primeiras décadas de vida. Não é só o cérebro que sairia ganhando, a substância também se acumula nos olhos, onde atua como antioxidante na retina e nas lentes oculares.

Alimentos ricos em Luteína e a quantidade (em mg) por porção:

- Abóbora: 2,7 mg / 1 xícara

- Acelga: 19 mg /1 xícara

- Alface: 1.5 mg / 1 xícara

- Brócolis (cozida): 3.4 mg / 1 xícara

- Brotos (cozida): 18.1 mg / 1 xícara

- Cenoura: 1,2 mg/ 1 xícara

- Couve (cozida): 33.8 mg / 1 xícara

- Couve (crua): 22.1 mg / 1 xícara

- Couve portuguesa (cozida): 17.2 mg / 1 xícara

- Ervilhas (enlatadas): 2.3 mg / 1 xícara

- Espinafres (cozida): 15 mg / 1 xícara

- Espinafres (frescos, crus): 6.7 mg / 1 xícara

- Feijão verde: 0.76 mg / 1 chávena

- Laranja: 0.49 mg / 2 médias

- Mamão Papaia: 0.45 mg / 2 médios

- Milho (cozido): 2.9 mg / 1 xícara

- Milho (enlatado): 1.4 mg/ 1 xícara

- Nabo: 12mg / 1 xícara

- Ovos: 0.5 mg / 2 médios

- Polpa de laranja (concentrado congelado): 0.50 mg / 340 gramas

- Tangerinas (frescas): 0.40 mg / 2 médias

Alimentos que contêm Zeaxantina

- Couve: 20mg / 1 xícara

- Nabo: 12mg / 1 xícara

- Espinhafre: 12mg / 1 copo

- Brocólis: 3,4 mg / 1 xícara

- Ervilhas verdes: 2mg / 1 xícara

- Pimentão laranja 1,5mg / 1 copo

- Gema do Ovo 0,25 mg/ 1 gema

- Sumo de laranja 0,3 mg / 1 copo

- Repolho cozido: 14,6 mg / 1 copo
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