quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Gordura no Fígado - Como Cuidar?





Os sintomas de gordura no fígado, ou esteatose hepática, como é cientificamente chamada, são a perda do apetite e a dor abdominal do lado direito, que vão se instalando aos poucos. Outros sintomas incluem: 


- Barriga inchada;
- Cansaço;
- Dor de cabeça;
- Enjoo;
- Vômito;
- Cor amarelada nos olhos e na pele.

Ao observar esses sintomas, o indivíduo deverá ir ao médico para realizar exames de diagnóstico, como o exame de sangue e a ressonância magnética. Assim, a doença pode ser diagnosticada e devidamente tratada com dieta e exercícios.
Tratamento para gordura no fígado

O tratamento para gordura no fígado consiste em: 

- Seguir a dieta acima recomendada;
- Praticar exercícios físicos com regularidade;
- Não consumir bebidas alcoólicas;
- Não fumar.

Apesar de ser mais comum em obesos e diabéticos, o acúmulo de gordura no fígado pode afetar qualquer um que tenha uma má alimentação e não pratique exercícios físicos regularmente. O acúmulo de gordura no fígado não é uma situação grave, mas, quando não é devidamente tratada, ela pode gerar uma cirrose e, por isso, essa situação merece a devida atenção.

Gordura no fígado tem cura?


A gordura no fígado tem cura, que pode ser alcançada com o tratamento proposto pelo médico e pelo nutricionista. Estima-se que essa cura possa ser alcançada entre 4 a 8 semanas, mas sempre vai depender da quantidade de gordura que o indivíduo tem que perder.

Dieta

Seguir regularmente a dieta para gordura no fígado é uma das melhores e mais saudáveis formas de tratar e eliminar os sintomas de gordura no fígado. Nesta dieta deve-se:

- Evitar ao máximo o consumo de alimentos ricos em gorduras, como pizzas, sanduíches, queijos amarelos e condimentos;
- Eliminar o consumo qualquer bebida alcoólica;
- Dar preferência ao consumo de alimentos saudáveis, como frutas, legumes, verduras, carnes brancas grelhadas;
- Adicionar somente 1 colher de café de azeite na salada, depois de pronta;
- Beber bastante água entre as refeições;
- Comer alimentos ricos em fibras diariamente.

Outras recomendações são: eliminar do regime alimentar queijo amarelo, requeijão, chocolate, biscoito amanteigado, produtos de pastelaria em geral, enchidos e embutidos, como linguiça, salsicha, bacon e mortadela, maionese, manteiga e margarina.

Melhores Alimentos para o Fígado

Os melhores alimentos para o fígado são leite desnatado, mel, arroz, macarrão, carnes magras, ovos, gelatina, queijo branco, vegetais, e frutas.

É importante comer a cada 3 horas, mesmo que não tenha fome. Não ter fome após 3 horas significa que comeu demais na refeição anterior, e isto também precisa de ajuste.

Ao seguir corretamente esta dieta, é possível eliminar boa parte da gordura abdominal e do interior do fígado em, aproximadamente, 2 meses. Mas, para melhores resultados, recomenda-se fazer algum tipo de atividade física com regularidade, isto é, no mínimo, 2 vezes por semana, todas as semanas.


Fonte:  Tuasaude

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Nimesulida pode prejudicar o Fígado e os Rins com Uso Frequente



A nimesulida é um fármaco anti inflamatório não-esteroide, pertence à classe das sulfonanilidas com propriedades anti inflamatórias, analgésicas e antipiréticas.

Este medicamento é um inibidor seletivo da enzima que sintetiza as prostaglandinas, a ciclooxigenase, inibe preferencialmente a COX-2, que aparece durante a inflamação, com atividade mínima contra a COX-1, que age como proteção da mucosa gástrica.

Como todo fármacos, a nimesulida possui efeitos adversos, sendo os principais: enjôos, dores abdominais, reações alérgicas, dor de cabeça, sonolência e vertigem.

Uso de nimesulida pode causar intoxicação


O uso da nimesulida pode representar riscos tóxicos à saúde, e é uma preocupação constante para os órgãos mundiais de saúde, sendo que foi proibido no Reino Unido e na Alemanha, e já retirado de circulação do Canadá, Estados Unidos, Japão, Espanha, Finlândia, Irlanda, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Suécia. A Comissão Europeia se preocupa muito com o efeito devastador do medicamento, pedindo que as pessoas evitem qualquer possibilidade de utilização crônica e frequente da nimesulida.

Nimesulida prejudica o 
fígado e os rins

O principal órgão afetado pelo uso do fármaco, é o fígado dos pacientes. Em maio de 2007, o Irish Medicines Boards (IMB), regulador irlandês, recebeu novas informações da Unidade Nacional de Transplante de Fígado (NLTU), sobre seis casos de insuficiência hepática que necessitaram de transplante após o tratamento oral com nimesulida, duas das quais resultaram em morte. 

O que pode ocorrer com o paciente, é insuficiência hepática fulminante (FHF) de origem desconhecida. Como o risco de hepatotoxicidade grave pode acontecer a qualquer momento, a qualquer paciente, muitos países resolveram proibir de vez o medicamento.

O IMB, por exemplo, suspendeu a comercialização e venda da nimesulida para uso oral na Irlanda. Os profissionais de saúde e os pacientes foram informados desta ação regulamentar urgente, além de um comunicado de imprensa com documentos comprovados, bem como contato direto com uma gama de organizações profissionais.

“O dano hepático é raro, porém grave, efeito secundário da nimesulida. Temos dados da Unidade Nacional de Transplantes de fígado do St. Vincent Univerity Hospital, que falam de seis pacientes que precisaram de transplante após um tratamento com a nimesulida. Desde que o produto deu entrada na Irlanda, em 1995, tivemos um total de 53 casos e três casos mortais de insuficiência hepática. Além disso, a Nimesulida apresenta toxicidade renal”,relatou o IMB.

Nimesulida no Brasil

No Brasil, diversos laboratórios produzem o medicamento, sem nenhum tipo de restrição.

Têm sido relatados, em vários países, casos clínicos em que a hepatotoxicidade associada ao uso de nimesulida ocorreu de forma severa e até fatal, o que fez com que fosse retirada do mercado em alguns países europeus.

Os mecanismos envolvidos nessas reações relacionam alterações nos padrões funcionais das mitocôndrias, levando à morte celular hepática. Também foram estabelecidos cofatores tais como pré-disposição genética, doença hepática pré-existente e associação com outros fármacos hepatotóxicos.

Embora amplamente comercializada, não foram encontrados relatos de casos documentados no Brasil, relatou Márcio Antônio Rodrigues Araújo, em um estudo denominado “Hepatotoxicidade associada à nimesulida: uma revisão da literatura” para a 
Revista Brasileira de Farmácia (RBF).

Ainda de acordo com os dados da pesquisa de Márcio Antônio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já registrou cerca de 320 casos de desordens hepato-biliares por conta da nimesulida e principal fator de risco para a hepatotoxicidade é a idade do paciente.

“O aumento da proporção de pessoas em idade avançada que representam um grupo de risco elevado para lesões no fígado está relacionada ao uso frequente de AINES (anti-inflamatórios não-esteroides), utilizados principalmente para doenças musculoesqueléticas da velhice. Além disso, tem sido referenciado como maior prevalência em mulheres, além de doença hepática grave pré-existente e interações medicamentosas com outros fármacos de uso frequente. Falhas em transplantes de fígado também têm sido relatadas e associadas à administração prévia de AINES, destacando-se entre eles a nimesulida”, complementa o estudo.

A conclusão do estudo da RBF, é que todo e qualquer caso de toxicidade hepática associada ao uso de nimesulida (ou a qualquer outro medicamento) precisa ser documentada, divulgada e comunicado ao órgão competente, no caso, a Vigilância Sanitária, para que possam estudar mais a fundo os riscos do medicamento no Brasil.

“Nesse sentido, não foram encontrados relatos de casos documentados no Brasil durante a realização do estudo, o que não significa que eles não tenham ocorrido. Da mesma forma que, devido ao amplo uso da nimesulida também em outros países e do fato do diagnóstico da toxicidade hepática ser de difícil estabelecimento, os números associados ao risco e segurança podem ser maiores do que os já notificados.

Assim, os profissionais da saúde devem estar alertas sobre a observação dos possíveis danos hepáticos associados ao uso dos AINES, em especial à nimesulida, uma vez que esse fármaco apresenta grande comercialização no país e, de forma preocupante, sem a exigência de receita para sua aquisição e consumo, com consequente falta de acompanhamento médico”, finalizou.

Fonte: Jornal Ciência

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Inibidor de Gordura e Inibidor de Carboidrato




O sonho de quem faz dieta é conseguir inibir a gordura e os carboidratos (amido) dos alimentos ingeridos. No mercado farmacêutico é encontrado a Caseolamina e Faseolamina que auxilia nos regimes de emagrecimento, diminui a absorção de açúcares e gordura, promove sensação de saciedade e auxilia no tratamento da diabetes. Veja neste artigo os benefícios:

Caseolamina

A caseolamina é extraída de uma planta chamada Cassia nomame. Atua como principal auxiliar no emagrecimento, pois é um inibidor natural da enzima lípase (responsável pela digestão e absorção das gorduras contidas nos alimentos). Além disso, apresenta flavonoides que ajudam a reduzir a pressão arterial, o ácido úrico e o colesterol sanguíneo. É geralmente encontrada em pó.

Em um estudo efetuado em 1997 e publicado na revista Phytochemistry, cientistas da universidade de Okahama no Japão perceberam que extratos da planta Cassia nomame mostraram um potente efeito inibitório da lipase.

Um dos constituintes flavonoides foi o que mostrou ação inibitória mais poderosa, com aproximadamente 30%(cerca de um terço) das moléculas de gordura permanecendo não digeridas nos testes de laboratório. O produto possui um mínimo de 8% de catequinas. Os extratos do fruto da planta comportaram-se da mesma maneira do que muitas drogas populares prescritas nestes estudos.

Faseolamina

A faseolamina é uma substância extraída do feijão branco. Tem o poder de inibir as enzimas responsáveis pela digestão e absorção de carboidratos (amidos encontrados em pães, massas, batatas, arroz, etc.). Ambas não apresentam efeitos colaterais, mas se forem consumidas em doses consideradas altas, podem levar a diarreia.

Estudos clínicos constataram que o inibidor de alfa-amilase provocou a inativação de amilases, in vitro, e diminui a digestão de amido sólido de forma dor-dependente. A perfusão do inibidor no duodeno de humanos rapidamente inibiu de 94% a 99,9% da atividade intraluminal da amilase.

Em outro estudo, 4 voluntários saudáveis receberam 50g de amido de arroz com placebo, e no segundo dia a mesma quantidade de amido com inibidor de amilase. Comparado ao placebo, o inibidor reduziu significativamente atividade da amilase em mais de 95% por 1 a 2 horas. Verificou-se um aumento nos carboidratos totais pós-prandiais.

Outro estudo também constatou que o inibidor da amilase reduziu a absorção do complexo de carboidratos de íleo terminal. Um estudo feito em ratos concluiu que o inibidor de amilase altera a quantidade e o padrão de absorção de alimentos e reduz o ganho de peso.

Fonte: sonutricao, alanamay

Quantidade excessiva de frutas pode intoxicar o fígado


Sabia que comer quantidade excessiva de frutas durante o dia pode intoxicar o fígado?

O periódico Cell Metabolism mostrou que uma dieta com alto nível de frutose prejudica a capacidade do fígado. O excesso de frutose faz com que o fígado acumule gordura. Ele age quase como adicionar mais gordura à dieta.

No estudo os cientistas analisaram os níveis de acilcartinitinas nas células do órgão de animais. As acilcartinitinas são produzidas quando o fígado queima gorduras e, em níveis altos, mostram que ela não está sendo queimada. Os pesquisadores perceberam que nos animais que consumiam uma dieta rica em gordura e frutose tinham níveis maiores de acilcarcitinas. Já nos que consumiam uma dieta rica em gordura e glicose, os níveis eram mais baixos.

Além da substância, os cientistas também monitoraram a atividade de uma enzima chamada CPT1a. Quando ela está alta indica que as mitocôndrias estão realizando de forma errada seu trabalho de queima de gordura. Nas dietas ricas em gordura e frutose, os cientistas puderam observar que os níveis de CPT1a foram baixos.

Dietas com alto teor de gordura e frutose danificam as mitocôndrias, facilitam a síntese e armazenamento de gordura, em vez de queimá-la. Deste modo diabéticos devem ter muito cuidado com ingestão de frutas pois além de aumentar a glicose no sangue poderá intoxicar o fígado.  

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Uso constante de Lacto-Purga (Bisacodil) pode causar dependência, aumento da pressão arterial e cálculos renais


Os laxantes, muito usado sem orientação médica e farmacêutica para perder peso e prevenir a constipação, quando tomados com muita frequência, têm o poder de causar dependência. O intestino pode perder sua habilidade para funcionar bem, causando desequilíbrio eletrolítico e hipocalemia.

Um dos medicamentos mais usados atualmente é o Bisacodil, famoso Lacto-Purga, este medicamento é indicado para o tratamento da prisão de ventre; no preparo do paciente para exames diagnósticos, e antes ou após procedimentos cirúrgicos, também é indicado em casos em que é necessário facilitar a evacuação.

O Bisacodil é um laxante de ação local, atua diretamente na parede do intestino, estimula o movimento intestinal e promove acúmulo de água dentro do intestino, facilitando a eliminação das fezes. O início da ação ocorre após 6 à 12 horas.

O uso do Bisacodil tem algumas restrições, não tome este medicamento se :

- Tiver íleo paralítico (intestino para de funcionar)
- Obstrução intestinal
- Condições abdominais agudas (como apendicite, inflamação aguda do intestino)
- Dor abdominal grave com enjoo e vômitos, que podem indicar problemas graves
- Tiver intensa desidratação
- Intolerância a galactose

Muitas pessoas usam este laxante constantemente para emagrecimento, mas muitos não sabem que o Bisacodil não deve ser utilizado diariamente por período prolongado sem investigação da causa da prisão de ventre. O uso por longo tempo pode provocar a perda de líquidos, sais minerais e a diminuição de potássio no sangue.

A perda de líquidos pelo intestino pode levar a desidratação, tendo como sintomas sede e baixa produção de urina. Pacientes com mau funcionamento dos rins e idosos com perda de líquidos devem interromper o uso.

O uso a longo prazo e em altas doses pode causar diarreia crônica, dor abdominal, diminuição do potássio no sangue, produção excessiva do hormônio aldosterona, causando aumento da pressão arterial e cálculo renal. Há casos de lesão grave dos rins, alteração na acidez do sangue e fraqueza muscular por causa da diminuição do potássio.

Outro dano causado com o uso constante pode ser o surgimento de sangue nas fezes, que normalmente é leve e desaparece espontaneamente.

As interações medicamentosas que ocorre deve ser levada em consideração, veja as principais :

- Doses excessivas de Bisacodil junto com diuréticos aumenta a produção de urina (furosemida)

- Uso com os corticoides (como a dexametasona) podem aumentar o risco de perda de sais minerais, sendo que a perda de sais minerais pode aumentar a sensibilidade aos glicosídeos cardíacos (como os digitálicos).

Reações comuns causada pelo uso de Bisacodil

- Mais comuns : Cólicas abdominais, dor abdominal, diarreia, náusea (enjoo).

- Incomuns: tontura, sangue nas fezes (hematoquezia), vômitos, desconforto abdominal, desconforto anorretal (na região do ânus).

- Rara: reação anafilática (reação alérgica grave), edema angioneurótico (inchaço dos lábios, língua e garganta), hipersensibilidade (alergia), desidratação, síncope (desmaio), colite (inflamação no intestino).

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Cálcio Citrato Malato e Vitamina K2 - Forte aliada na Prevenção da Calcificação Vascular.

O carbonato de cálcio, geralmente extraído de ostras tem sido muito usado no combate a osteoporose, o que muitos não sabe que o excesso do mineral endurece as placas de gordura no sangue e contribui para um aumento do risco de doenças cardiovasculares. 

Depois de absorvido, o nutriente cai na corrente sanguínea e percorre o corpo para proteger a massa óssea, neste percurso as células musculares presentes nas artérias sequestram o excesso do mineral circulante e o direciona para a placa de gordura, localizada em um compartimento íntimo, abaixo do endotélio, em seguida a massa gordurosa cresce e endurece. As paredes arteriais se tornam instáveis e podem até se romper quando não suportam mais a pressão da gordura endurecida. O coração deixa de receber o fluxo sanguíneo necessário para funcionar podendo ocorrer ataque cardíaco.


Suplementação Ideal

Deste modo a melhor suplementação seria com o Cálcio Citrato Malato (CCM) juntamente com a vitamina K2, que é uma forte aliada na prevenção e tratamento da calcificação vascular.

O Cálcio Citrato Malato (CCM) é o resultado de uma reação entre o cálcio, ácido cítrico e ácido málico, fornecendo assim 20% de cálcio elementar, por ser um composto orgânico, o Cálcio Citrato Malato é reconhecido como uma fonte de cálcio altamente biodisponível, estudos realizados com suplementarão de CCM demonstraram uma melhor absorção desse quando comparado ao carbonato de cálcio.

A deficiência de vitamina K2, pode dar início ou contribuir para a calcificação vascular, daí a extrema importância dessa vitamina para a prevenção e tratamento da calcificação vascular.
Quantidades insuficientes da MGP - Matrix gla-protein - ativa podem iniciar ou aumentar o depósito de cálcio nas artérias e vasos.

A MGP é uma proteína dependente de vitamina K sintetizada pelas células do músculo liso dos vasos. Na presença de vitamina K, ela torna-se ativa e, portanto, um inibidor da precipitação de cálcio e fosfato e da formação de cristais na parede do vaso sanguíneo.

Isso acontece porque, quando está ativa, ela é atraída por cristais de hidroxiapatita nos vasos e forma um revestimento sobre a superfície desses cristais, inibindo a agregação do cálcio. 

Assim, há inibição do crescimento do cristal, ou seja, diminui os riscos para a calcificação vascular.

Benefícios do uso de Cálcio Citrato Malato:

-Minimiza os efeitos indesejados no trato gastrointestinal resultante da ingestão de cálcio inorgânico;

-Não interage com outros nutrientes e medicamentos;

-Não diminui a absorção de outros minerais, como zinco e magnésio;

-Diminuição da perda da massa óssea em mulheres com menopausa;

-Redução do risco de ocorrência de fraturas em indivíduos suplementados por 36 meses.
-Não aumenta o risco de formação de calculo renal.

Estudos realizados com suplementação de Cálcio Citrato Malato demonstraram uma melhor absorção desse quando comparado ao carbonato de cálcio.

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