Fluoxetina emagrece?




A fluoxetina é um antidepressivo muito utilizado no tratamento de ansiedade, mas será que este medicamento pode ajudar a diminuir o peso corporal? Veja a seguir nesta postagem.

Fluoxetina a pílula da Felicidade


A fluoxetina é da classe dos medicamentos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) e começou a ser utilizado no início da década de 1980 para o tratamento da depressão. Pacientes tratados com fluoxetina, por menos de um ano, não só melhoravam da depressão como também perdiam peso.

Ação da Fluoxetina na Perda de Peso

É apontado que a serotonina (5-HT) tem um papel como regulador do apetite e da escolha de macronutrientes (hidratos de carbono, gorduras, proteínas). 

Concentrações altas de 5-HT nos núcleos hipotalâmicos mediais levam à redução do apetite e à preferência por alimentos protéicos. 

Baixos níveis de 5-HT neste local produzem aumento do apetite e preferência por hidratos de carbono. 

A fluoxetina aumenta a concentração de serotonina, por isso, ela tem sido postulada como agente anorexígeno, embora seu efeito na perda de peso a longo prazo não tenha sido demonstrado.

Com informação de Scielo.br

Qual a diferença de HDL e LDL



O colesterol por ser um lipídio, não dissolve na água do sangue; por isso, ele é carregado sob a forma de lipoproteínas (lipídios associados a proteínas). Ele é transportado sob duas formas diferentes: o LDL (do inglês low density lipoprotein), e o HDL (high density lipoprotein).

A maior parte do colesterol é transportada no sangue sob a forma de LDL. Parte desse LDL é metabolizada no fígado, outra parte serve para fabricar membranas celulares. No entanto, quando em excesso, o LDL se deposita nas paredes das artérias, causando a aterosclerose. Isso justificaria o nome de "mau colesterol" dado ao LDL.

Já o HDL teria a tendência de retirar o colesterol das artérias, levando-o ao fígado, onde é convertido em bile. Há especialistas que acreditam que o HDL também remove o colesterol das placas ateroscleróticas já existentes, diminuindo a velocidade com que se formam. Taxas maiores de HDL afastariam, dessa forma, os riscos de problemas cardíacos, justificando-se o nome de "bom colesterol".

Uma taxa de colesterol total (LDL + HDL) de 200 mg/100 mL de sangue é considerada desejável. Taxas acima de 240 mg/100 mL de sangue são consideradas altas. No entanto, a proporção entre o LDL e o HDL parece ser fundamental para se avaliar o risco de problemas do coração. Veja a tabela:

HDL

Bom colesterol, mais do que 35 mg/100 mL de sangue - Desejável
Taxa abaixo de 35 mg/100 mL de sangue - Risco maior de doença cardíaca

LDL

Mau colesterol, menos do que 130 mg/100 mL de sangue - Desejável
Até 160 mg/100 mL de sangue - Limite superior
Acima de 160 mg/100 mL de sangue Risco maior de doença cardíaca

Em outras palavras, taxas baixas de HDL e altas de LDL, em conjunto, podem significar maiores chances de doenças do coração. São desejáveis, ao contrário, taxas maiores de HDL e menores de LDL, contanto, evidentemente, que a taxa de colesterol total esteja dentro da normalidade.

Pedra nos Rins


Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias, resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, sem sintomas, mas pode também provocar dor muito forte que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal. É uma dor que se manifesta em cólicas, isto é, com um pico de dor intensa seguido de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos e requerem atendimento médico-hospitalar.

Diagnóstico


Além das evidências clínicas (dor intensa e sinais de sangue na urina), cálculos renais podem ser diagnosticados por Raios X de abdômen, ultra-som ou pela urografia excretora, um exame mais específico das vias urinárias.

Sintomas de Pedra nos Rins


·Sangue na urina;

·Suspensão ou diminuição do fluxo urinário;


·Necessidade mais freqüente de urinar; 


·Infecções urinárias.

Tratamento para Eliminar Pedra nos Rins

·Ao contrário do que se recomendava no passado, durante as crises deve ser evitada a ingestão exagerada de líquidos. Liquido em excesso pode aumentar a pressão da urina no rim e, conseqüentemente, aumentar as dores. Medicamentos podem ser indicados apenas pelo médico levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e antiinflamatórios potentes para aliviar a dor que é extremamente forte, quase insuportável;

·Litotripsia, ou seja, bombardeamento das pedras por ondas de choque visando à fragmentação do cálculo o que torna sua eliminação pela urina mais fácil;

·Cirurgia percutânea ou endoscópica: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios, o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação;

·Ureteroscopia: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.

Recomendações para Evitar Pedra nos Rins


·Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia. Essa é a medida mais importante para prevenir cálculos renais;

·Utilize um filtro de papel quando houver a possibilidade de estar eliminando um cálculo. A análise de sua composição pode orientar o médico na escolha do tratamento mais adequado;

·O uso de medicamentos contra dor deve ser prescrito pelo médico. Alguns deles são desaconselháveis para pessoas com problemas estomacais ou para gestantes;

·Controle a ingestão de alimentos ricos em proteínas e cálcio se os cálculos forem formados por excesso de ácido úrico ou cálcio;

·Não se automedique nem faça o próprio diagnóstico. Procure atendimento médico, especialmente se tiver dores intensas nas costas ou no abdômen e sinais de sangue na urina.

Causas de Pedra nos Rins

·Volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais;

·Grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato;

·Distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireóide;

·Infecções urinárias;

·Alterações anatômicas;

·Obstrução das vias urinárias.

Fonte. Dr.Drauzio Varella.

Sintomas de Intolerância a Lactose



O QUE É INTOLERÂNCIA À LACTOSE?

Intolerância à Lactose é o termo utilizado para pessoas que não conseguem digerir produtos lácteos (leite e seus derivados). Esta impossibilidade de digestão geralmente ocorre em pessoas que não produzem a enzima lactase ou produzem-na em quantidade insuficiente para realizar a digestão da lactose. A maioria das populações têm uma perda progressiva da capacidade de absorção da lactose que inicia-se após os primeiros anos de vida.

O QUE É LACTOSE E LACTASE?

A Lactose é o açucar do leite, um dissacarídeo que com a ação da enzima lactase, tranforma-se em dois monosacarídeos: glucose e galactose. Estes carbohidratos simples, após formados, são facilmente absorvidos pelo corpo. No entanto, a falta ou deficiência na produção da lactase faz com que a lactose chegue até o intestino grosso sem ser absorvida pelo organismo. Ela é fermentada por bactérias causando gases e sintomas típicos de indigestão.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA INTOLERÂNCIA À LACTOSE?

Os sintomas mais comuns são a diarréia (ou à vezes constipação), distensão abdominal, gases, náusea e sintomas de má digestão. A severidade dos sintomas dependerá da quantidade de lactose ingerida assim como da quantidade de lactose que seu organismo tolera.

COMO SABER SE VOCÊ TEM INTOLERÂNCIA À LACTOSE?

Em primeiro lugar é muito importante ressaltar que existem níveis de intolerância, pois a quantidade de enzima lactase produzida pelo corpo varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas possuem uma deficiência mínima na produção da enzima, ao passo que outras não a produzem. Isto irá afetar o seu nível de intolerância.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE EXAMES EXISTENTES?

1. Tolerância à lactose: a lactose depois de digerida produz duas moléculas: a glicose e a galactose. Para fazer este teste o paciente ingere em jejum um líquido com dose concentrada de lactose e durante duas horas obtém-se várias amostras de sangue para medir o nível de glicose, que reflete a digestão do açúcar do leite. Se a lactose não é quebrada, o nível de glicose no sangue não aumentará e, conseqüentemente, o diagnóstico de intolerância à lactose será confirmado. Este exame não é indicado para crianças pequenas.

2. Hidrogênio exalado: (em inglês, Hidrogen Breath Test). Este exame mede a quantidade de hidrogênio exalado, que em situações normais é bem pequena. O quadro é diferente quando as bactérias do intestino grosso fermentam a lactose (que não foi digerida) e produzem vários gases, incluindo o hidrogênio, que por sua vez é absorvido e ao chegar aos pulmões e é exalado. Para fazer o exame, o paciente ingere uma solução de lactose e o hidrogênio expirado é medido em intervalos regulares. Níveis elevados de hidrogênio indicam uma digestão inadequada da lactose.

3. Deposição de ácidos : trata-se de um exame indicado tanto para crianças pequenas como para crianças maiores. A lactose não digerida é fermentada pelas bactérias do intestino grosso e produzem ácido láctico e ácidos graxos de cadeias curtas e ambos podem ser detectados em uma amostra de deposição.

4. Exame Genético: este é um exame novo, que promete ser a melhor forma de diagnosticar a intolerância à lactose pois é rápido e não produz sintomas desagradáveis como no caso do exame de ingestão de lactose. Neste exame o paciente retira uma pequena amostra de sangue e seu DNA é estudado para verificar se há mutação em relação à produção da enzima lactase. O resultado sai em 5 dias.

COMO TRATAR A INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Não existe cura para a intolerância à lactose, mas é possível tratar os sintomas limitando, ou em alguns casos, evitando produtos com leite ou derivados. Muitas pessoas com IL conseguem ingerir leites deslactosados e outros produtos com baixo teor de lactose sem sentir os sintomas da intolerância à lactose. Com o passar do tempo e uma adaptação aos hábitos alimentares, cada pessoa pessoa aprenderá sobre quais alimentos lácteos poderá ingerir sem sentir sintomas.

Uma outra opção bastante comum é o uso de cápsulas de lactase, um suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose.

REPOSIÇÃO DE CÁLCIO

Uma das maiores preocupações para pessoas com intolerância à lactose é adotar uma dieta que suplemente os nutrientes encontrados no leite, principalmente o cálcio. Cerca de 70% do cálcio da alimentação humana vêm do leite e seus derivados. Por esta razão, é importante, na medida do possível, manter uma dieta com ingestão de pelo menos alguns produtos lácteos, mantendo uma quantidade que seja bem tolerada pelo seu organismo. Além disso, é importante a orientação de um nutricionista para auxiliá-lo na readequação de seus hábitos alimentares.

Fonte:semlactose

Referências:

Tulla H. Lactose Intolerance. Journal of the American College of Nutrition, Vol. 19, No. 2, 165S–175S (2000)

International Foundation for Functional Gastrointestinal Disorders – www.iffgd.org

Própolis - Remédio natural que tem ação antibiótica, antifúngica e anti-inflamatória

As abelhas fabricam uma das mais poderosas armas contra diversas doenças: a própolis. Sendo que o uso de própolis aumenta resistência do organismo e ainda tem ação antibiótica, antifúngica e anti-inflamatória.

A própolis é substância resinosa que as abelhas coletam das árvores e enriquecem com suas enzimas, que lhe conferem um grande valor na medicina natural e preventiva. Sua composição além das vitaminas do complexo B, C, H e A, a própolis também possui em sua composição flavonóides galangia (galanga Alpinia), resinas com bálsamo, cera e pólen.

A própolis ajuda as abelhas proteger a colmeia. Quando um bicho qualquer invade a colmeia, as abelhas picam e envolvem o invasor com uma casca de própolis. O mesmo processo era usado para embalsamar os corpos na Antiguidade.

Na natureza, a própolis funciona como um sistema imunológico externo, protegendo a colmeia de doenças, combatendo bactérias, fungos e vírus. A grande sacada dos pesquisadores foi perceber que esses benefícios poderiam ser aplicados também em prol da medicina.

Principais Benefícios da Própolis

- Ação antibacteriana;


- Antiviral;

- Antifúngica;

- Função imunoestimulante;

- Combate os radicais livres;

- Função cicatrizante;

- Analgésico;

- Repelente Natural - De acordo com o estudo, ficou evidente que a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.

Ação Repelente contra mosquito - Modo de Uso

Uso Preventivo

A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma: Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs. Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Dicas Importantes

- Não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico.

- Nunca deixe de usar o repelente, passar o repelente na pele é a arma mais eficaz. A pele é uma barreira natural do corpo, mas o mosquito é capaz de quebra-la com sua picada, por isso é importante preveni-la.

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