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A aspirina (ácido acetilsalicílico) pode reduzir o risco de câncer



A aspirina (ácido acetilsalicílico), um dos medicamentos mais antigos e populares do mundo, está ganhando destaque por um possível benefício que vai muito além do alívio da dor: a prevenção do câncer. 

Utilizada há milhares de anos em diferentes formas — desde extratos de casca de salgueiro até o ácido acetilsalicílico moderno —, a substância agora é alvo de estudos que revelam seu potencial para reduzir tanto o surgimento quanto a disseminação de tumores.

Pesquisas recentes trouxeram evidências consistentes de que o uso regular de aspirina pode diminuir significativamente o risco de câncer colorretal, especialmente em pessoas com predisposição genética, como aquelas com síndrome de Lynch. Ensaios clínicos de longo prazo mostram que pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos dois anos tiveram até 50% menos chances de desenvolver esse tipo de câncer. Além disso, há indícios de que a aspirina também pode reduzir a recorrência da doença em pacientes já tratados, dificultando a metástase.

Essas descobertas já começaram a impactar políticas de saúde em alguns países. No Reino Unido, por exemplo, recomenda-se o uso de aspirina para indivíduos com alto risco genético, enquanto na Suécia pacientes com certos tipos de mutações tumorais passaram a receber o medicamento como parte do tratamento preventivo após cirurgia.

O interesse científico também cresceu em relação aos mecanismos por trás desse efeito. A aspirina parece atuar de múltiplas formas: ela inibe enzimas como a COX-2, associadas ao crescimento celular descontrolado, e interfere em processos de coagulação do sangue que podem ajudar células cancerígenas a se espalharem. Além disso, estudos sugerem que o medicamento pode tornar as células tumorais mais “visíveis” ao sistema imunológico, aumentando a capacidade do organismo de combatê-las.

Apesar dos resultados promissores, especialistas alertam que a aspirina não é uma solução universal. O uso contínuo pode causar efeitos colaterais importantes, como sangramentos internos, úlceras gástricas e até hemorragias cerebrais. Por isso, sua utilização como estratégia preventiva deve ser feita apenas com orientação médica, especialmente porque os benefícios parecem variar conforme o perfil de cada paciente.

Ainda há muitas perguntas em aberto, incluindo se o efeito protetor se estende a outros tipos de câncer além do colorretal. Grandes estudos internacionais em andamento devem trazer respostas nos próximos anos. Até lá, a aspirina continua sendo um exemplo fascinante de como um medicamento antigo pode revelar novos potenciais — e talvez se tornar uma ferramenta importante na prevenção de doenças complexas como o câncer.

Dose diária de Aspirina na prevenção

A dose diária de aspirina para prevenção do câncer ainda é tema de estudo, mas pesquisas recentes já apontam caminhos claros — especialmente para pessoas com maior risco da doença.

Estudos indicam que a aspirina pode ajudar na prevenção do câncer, mas a dose ideal ainda está sendo definida.

Pesquisas iniciais usaram 600 mg por dia, com redução significativa do risco, especialmente em pessoas com predisposição genética. Já estudos mais recentes mostram que doses baixas (75 a 100 mg diários) podem ter efeito semelhante, com menos riscos.

Por isso, a tendência atual é priorizar doses menores, que já são usadas na prevenção cardiovascular. Ainda assim, o uso deve ser feito apenas com orientação médica, devido aos possíveis efeitos colaterais, como sangramentos.

Benefícios da Sardinha - Rico em Ômega 3





O Ômega 3 é um tipo de gorduras poli-insaturada que quando consumida regularmente ajuda a ter um coração saudável e um corpo livre de males como câncer, doenças cardiovasculares e sobretudo diminui o risco de infartos, combate a diabetes, a obesidade e a probabilidade de ter um câncer de mama. 

O nosso corpo não consegue produzi-lo, devendo ser obtido por meio da alimentação ou de suplementos especializados. Porém existe uma forma mais acessível de suplementação que é o consumo de sardinha.

A sardinha é classificada como um peixe gordo, só que apresenta gordura de boa qualidade, com uma fração considerável de ômega-3, em uma lata há mais de 1 g da gordura - valor diário sugerido pela Associação Americana do Coração. A de atum tem ao redor de 0,6 g. O salmão de cativeiro perde o duelo, mas o selvagem empata. Só que no custo/benefício a sardinha é imbatível.

Uma lata de sardinha (85 g) oferta mais de 460 mg do mineral que afasta a osteoporose - e a mesma quantidade da assada reúne 372 mg. Isso porque, ao preparar o peixe fresco, costumamos descartar sua espinha - que é onde há maior concentração de cálcio. Já na versão em conserva, o pescado permanece inteiro.

A vitamina D é essencial para a absorção de minerais como cálcio e fósforo. A principal forma de obtê-la é por meio da exposição ao sol, mas a dieta também ajuda a atingir os valores diários recomendados - que variam de 400 a 1 000 UI (Unidade Internacional). A sardinha em lata contribui com 250 UI. O atum proporciona algo por aí. Já o ovo entre 15 e 30 UI.

A sardinha é rica em proteína sendo que 100 g da assada tem (32,2 g), a mesma porção de um filé-mignon grelhado (32,8 g). Uma dieta rica em proteínas está associada, entre outras coisas, à redução da pressão arterial, ao controle do diabetes e a um menor risco de câncer.

A sardinha também é um reservatório de fósforo, triptofano e vitamina B12, que asseguram o estado de bem-estar cerebral.

Em 100 gr de sardinha assada e em conserva temos :

Cálcio


Devido à espinha, a versão em conserva tem 550 mg, ante 167 mg da fresca. Se você assar, vai para a casa dos 480 mg.

Gorduras

Por causa da pele e de parte das vísceras, a enlatada tem uma quantidade bem maior de gorduras boas, como o ômega-3.

Sódio


A sardinha no óleo tem mais sódio que o peixe preparado em casa, frito ou assado. Por isso é que hoje tem até opção light.

Calorias

A lata com óleo pesa mais na balança, com 285 calorias. Só que, ao fritar a fresca, o valor decola e perde-se ômega-3.

Segurança


A vantagem da enlatada está na menor exposição a agentes contaminantes e na validade de quatro anos.

Fontes: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos da Unicamp; Departamento de Agricultura dos EUA; Adão Pereira, diretor industrial da Gomes da Costa - Mdemulher- Abril

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