Consumo do chá de hibisco requer moderação

O Chá de Hibisco é um bebida feita a partir do cálice da flor de hibisco, figura entre as favoritas para quem procura perder peso. 

É rico em nutrientes, como cálcio, magnésio, potássio e fósforo, é levemente adocicado e dispensa o uso de adoçantes e/ou açúcar e tem ação diurética.

O cálice da flor utilizado para elaborar o chá é rico em vitamina B2, que auxilia na saúde da pele, ossos e cabelos e a vitamina B1, que juntas ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular.

Ação Emagrecedora

- Contribui para que a gordura se acumule menos na região do abdômen e nos quadris.

- Tem ação antioxidante, responsável pela diminuição do acúmulo de gordura no corpo.

Uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese, que é o processo de maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura corporal.

Ao diminuir esse processo, o chá contribui para que se acumule menos na região do abdômen e nos quadris.

O uso requer moderação

O consumo do chá de hibisco requer atenção, principalmente para quem tem problemas de pressão e também para mulheres em idade fértil.

O hibisco em chá pode causar toxicidade se for consumido em doses excessivas, pois tudo o que ingerimos precisa ser metabolizado e eliminado pelo fígado e rins.

Limite de ingestão diária

- Varia de 200 ml por dia até de três a quatro xícaras (chá) 
preparados com quatro ou seis gramas da flor seca, meia hora antes das principais refeições. 

Riscos para a fertilidade e Interação com anticoncepcional

Existem estudos que mostram que o hibisco tem componentes que interferem nos níveis de estrogênio alterando-os, sugerindo até mesmo seu uso como anticoncepcional.

Mulheres que sofrem com a TPM e outras condições do sistema endócrino, o chá de hibisco pode causar piora e até dificuldade para engravidar, ao interferir no processo de ovulação. Por este motivo, também deve ser evitado no período de gravidez.

A orientação da médica é limitar o consumo a um copo de 200 ml de chá por dia, preparados com quatro ou seis gramas da flor seca (uma colher de chá) - igual a dois ou três sachês.

O consumo regular pode alterar os níveis hormonais no organismo tanto de homem como de mulher e trazer complicações.

Gestantes e lactantes devem evitar a bebida, o chá apresentou ação mutagênica em alguns estudos, isto significa que pode interferir na estrutura dos genes do bebê.

Hipertensão e Hipotensão

Existem estudos que afirmam o benefício do consumo do chá de hibisco em pacientes que têm pressão alta, principalmente por ter uma ação diurética que ajuda a eliminar alguns eletrólitos que são responsáveis pela alteração, como magnésio, cálcio, potássio e sódio.

Quem tem hipertensão e toma medicamentos para a doença também deve evitar o consumo: o remédio ajuda a baixar a pressão, bem como o chá, resultando em uma redução maior do que a necessária, potencializada pelo efeito diurético.

Já quem tem problemas de pressão arterial baixa podem sofrer ainda mais com a hipotensão.

A hipotensão é o único efeito colateral confirmado do chá de hibisco, mas algumas pessoas podem experienciar outros males como tontura, enjoo, escurecimento da visão, sensação de fraqueza e até desmaios.

Desidratação


Por ter ação diurética, o consumo em excesso pode fazer com que a pessoa elimine muito eletrólitos, nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, composto principalmente por cálcio, potássio, sódio e magnésio, causando assim desidratação.

Fonte: exame.abril

Sintomas de Plaquetas Baixas e Tratamento



Plaquetas ou trombócitos, são células características do sangue, cuja formação acontece na medula óssea. Sua função básica é auxiliar no processo de coagulação sanguínea.

Quando ocorre uma lesão e há hemorragia, as plaquetas se agrupam no local desta lesão para que haja um bloqueio da saída de sangue dos vasos sanguíneos até que o organismo inicie o processo de reparo da lesão.

Valor considerado normal de Plaquetas no sangue

- De 150.000 e 400.000 plaquetas por ml.

Se o número de plaquetas estiver abaixo destes valores, é chamada de trombocitopenia, e pode ocorrer problemas de coagulação.

Um exame de sangue que apresente Plaquetas Baixas, pode significar várias situações sendo as principais:

- Condição genética
- Manifestação de doenças auto-imunes
- Uso de medicamentos
- Câncer
- Anemia devido à baixa produção de células sanguíneas na medula óssea
- Formação de pequenos coágulos que podem esgotar os elementos da coagulação sanguínea, incluindo as plaquetas ou a doenças virais e a infecções.

Sintomas das Plaquetas Baixas

Os sintomas da contagem baixa de plaquetas dependem do grau de redução de plaquetas. Se forem encontrados valores menores do que os normais, porém maiores do que 50.000 plaquetas por ml, não é possível perceber qualquer sintoma.

Contagem entre 30.000 e 50.000 plaquetas por ml pode ocasionar o surgimento de púrpuras, que são manchas avermelhadas pela pele, provocadas pela maior perda de sangue em lesões, já que não há plaquetas o suficiente para auxiliar no processo de coagulação sanguínea.

Abaixo das 30.000 plaquetas por ml começam a ocorrer sangramentos espontâneos, o que passa a ser bastante perigoso quando o número de plaquetas abaixa para menos do que 10.000 por ml. Além da púrpura, outros sinais que as Plaquetas Baixas podem apresentar são sangramentos em locais específicos como gengivas, nariz e boca, além de eventuais perdas de sangue nas fezes e na urina.

Tratamento para as Plaquetas Baixas

- É preciso tratar as causas do número baixo de plaquetas no sangue, evitando-se medicamentos como aspirina e anti-inflamatórios.

- Posteriormente, é preciso acompanhar por um período se as plaquetas continuam baixas. Só é indicado o uso de drogas para o aumento no número de plaquetas se estas estiverem abaixo de 30.000 por ml ou em casos de sangramentos graves.

- Se o número de plaquetas não chegar ao normal, mas estiver acima dos 50.000 por ml, é preciso acompanhamento freqüente e evitar atividades que possam causar lesões e sangramentos.

- Em casos graves de Plaquetas Baixas por um tempo prolongado, pode ser indicada a retirada do baço.

Alimentos ricos em Resveratrol traz os mesmos Benefícios que Exercitar-se na Academia

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Através de estudo realizado na Universidade de Alberta, Canadá, cientistas descobriram que o vinho tinto ou suco de uva integral contém um composto natural chamado resveratrol, que também é encontrado em nozes e uvas.

Quando testado em ratos, o composto melhorou o desempenho físico, a função cardíaca e a força muscular dos roedores.

O principal cientista do estudo, Jason Dyck, alegou que o resveratrol mostrou resultados semelhantes ao treinamento na academia.

Estudo científico da Universidade de Alberta, Canadá, provou que uma taça de vinho tinto ao dia tem o mesmo efeito que exercitar-se na academia.

O componente pode ajudar a populações de pacientes que querem se exercitar e que não são fisicamente capazes. “Resveratrol poderia imitar o exercício para eles ou melhorar os benefícios da modesta quantia de exercício que eles podem fazer.

Isto significa dizer que beber um copo de vinho tinto por dia pode melhorar a saúde do coração, dos músculos e dos ossos de uma maneira semelhante a um treino.

A bebida à base de uva também reduz as chances de desenvolver câncer de cólon, diabetes tipo 2, colesterol ruim e coágulos sanguíneos.

No entanto, isso não significa que você deve parar de fazer atividade física. Além disso, é importante ressaltar que mais que um cálice de vinho por dia pode fazer você engordar.

Com Informação : DailyStar

Cuidados Necessários na Alimentação de Pacientes em Ciclo de Quimioterapia

Muitos paciente que vai realizar o primeiro ciclo de quimioterapia geralmente busca por conta própria algo que poderá lhe proporcionar uma melhora na imunidade. O resultado desta procura, no entanto, pode ser justamente o inverso, principalmente quando a opção é pelo consumo de multivitamínicos.

Vitaminas e minerais são benéficos para o metabolismo, mas sem indicação de um especialista, esta prática pode prejudicar o tratamento, pois o excesso de vitaminas e minerais pode interagir com os quimioterápicos, diminuindo a eficácia deles. 

O certo é o paciente passar por avaliação feita pelo serviço especializado em nutrição oncológica. Sendo importante:

- Avaliar toda a dieta do paciente.
- Quantificar o consumo de cada micronutriente.
- Verificar todos os exames de sangue preconizados e, a partir desta análise, observar se paciente apresenta deficiência de algum nutriente específico. 

É recomendável, durante o tratamento, o consumo de antioxidantes pelas frutas, verduras e legumes, pois com este hábito alimentar dificilmente o paciente vai extrapolar a quantidade ideal. 

Dicas

- O paciente em tratamento quimioterápico deve adotar uma dieta baseada na pirâmide alimentar, atentar para a importância do cuidado com a higienização dos alimentos, pois o paciente oncológico tem um perfil de imunossupressão (redução da eficiência do sistema imunológico que pode levar a um risco maior de contaminação.
- É aconselhado beber bastante água e obter outras formas de hidratação. 

Os mitos do chá verde, graviola e cogumelo do sol 

Chá verde 

O chá verde é um alimento que se apresenta como um dos elementos de uma alimentação saudável que contribui para a prevenção do câncer por ser rico em flavonóides (que, dentre outros funcionalidades, ajuda a proteger o sistema de reparo do DNA contra tumores), o chá verde pode prejudicar a eficácia do tratamento com quimioterapia.

Embora sejam poucos os estudos e ainda restritos aos modelos animais, podemos afirmar que há evidência científica de que o chá verde precisa ser evitado durante a quimioterapia, pois pode atrapalhar a ação de algumas drogas.

Graviola 

A graviola também precisa ser evitada, pois o seu consumo durante o tratamento é tóxico para o fígado e rim. 

Cogumelo do sol

O cogumelo do sol é tóxico para o fígado e não melhora a imunidade.

Gengibre

O gengibre é um aliado do paciente em tratamento quimioterápico, mas sem a necessidade de se fazer o uso dele por meio de cápsulas e sim por meio do consumo da própria raiz, hábito este que ajuda o paciente a controlar sintomas, principalmente de náuseas.

Avelós, Planta Medicinal que pode aumentar a Imunidade e combater o Câncer



A planta Avelós (Euphorbia tirucalli) é da família Euphorbiaceae, também conhecida como graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.

Esta planta suculenta, é muito semelhante a um cacto, pode crescer até 10 m de altura, sendo que o tronco principal e ramos principais são lenhosos, marrom-claro ou pardacentos. Os ramos jovens são verdes, cilíndricos, lembram um lápis e é um de seus nomes populares. As folhas são minúsculas, caem muito cedo e suas funções são desempenhadas pelos brotos mais jovens.

O avelós verte um látex branco e cáustico quando cortada, ela é nativa das Montanhas Atlas, no Marrocos. Tem uma ampla distribuição na África, sendo destaque presentes no nordeste, central e sul da África.

Hoje está naturalizada em áreas tropicais da Amazônia, Brasil, África, Ilhas Canárias e Madagáscar. 

Os estudos com o Avelós começaram porque vários pesquisadores notaram que a incidência do vírus Epstein-Barr e certo tipo de linfoma eram endêmicos em lugares onde esta planta era utilizada. 

As propriedades medicinais e os princípios ativos 

É rica em Óleos essenciais, hidrocarbonetos terpênicos, ácido cítrico, ácido elágico, eufol. 

O látex é eficaz como antiescorpiônico e ofídio, antirreumático, antiasmático, antibiótico, antibacteriano, fungicida e purgativo. 

É indicado para o tratamento de verrugas, calos, câncer, sífilis, tumor cancerígeno e pré-cancerígeno, cólica, asma e gastralgia. 

Estudos visam comprovar seus benefícios na luta contra o câncer, uma vez que, mesmo sendo usados popularmente há décadas como planta medicinal ainda não há comprovação científica. 

Pesquisa Realizada com a Planta 

Em Portugal sob a liderança de Luiz Francisco Pianowski , formado em farmácia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e doutor em Tecnologia Farmacêutica em Porto, cidade portuguesa, a pesquisa iniciada em 2006 se mostrou positiva nos testes realizados em laboratório, sendo eficaz no combate aos 80 tipos de câncer existentes. 

Os testes medindo o nível tóxico do medicamento também obtiveram bons resultados quando aplicados em animais. A Expectativa agora é que os testes realizados em humanos também sejam aprovados.

O princípio ativo, chamado de AM10, inibe a multiplicação dos tumores ao causar uma espécie de “suicídio molecular” (apoteose celular), matando a célula cancerígena. Além disso, apresenta potencial anti-inflamatório e analgésico. “O uso do avelóz é menos tóxico do que os outros produtos utilizados no combate ao câncer” ressalta Pianowski.

Caso aprovado, o medicamento deve chegar ao mercado nos próximos anos. Dentre os riscos do uso, Pianowski ressalta que apesar de menos tóxico, assim como todos os medicamentos contra o câncer, o avelóz também pode destruir células saudáveis no organismo. 

O Avelós tem sido usado para tratar :

- Verruga
- Calo 
- Câncer 
- Sífilis 
- Tumor canceroso e pré-canceroso 
- Neoplasias neuralgia 
- Cólica 
- Asma 
- Gastralgia. 

Toxicidade 

Doses elevadas são tóxicas e podem coagular o sangue. 

O látex é irritante e cáustico à pele. Se o látex atingir os olhos, pode destruir a córnea. Por ser altamente caustico, o látex precisa ser diluído em água. 

O látex puro pode provocar hemorragia. 

O uso excessivo pode provocar: intensa queimação; pálpebras inchadas; dor ardente do globo ocular; visão borrada; erosão do epitélio córneo; acuidade visual diminuída; fotofobia e cegueira temporária. Pode ser até letal. 

Com Informação : Plantas que curam, RS21


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