Medicamento aberto dura quanto tempo?



A data de validade de um medicamento pode sofrer diminuição quando a sua embalagem primária é violada. Para maior compreensão, vejamos o que são as embalagens primárias.

Embalagem Primária


Embalagem primária é aquela que está em contato direto com o conteúdo durante todo o tempo. Considera-se material de embalagem primária: ampola, bisnaga, envelope, estojo, flaconete, frasco de vidro ou de plástico, frasco-ampola, cartucho, lata, pote, saco de papel e outros.

Prazo de Validade

O prazo de validade é o tempo em que o produto pode ser utilizado, correspondente ao período de tempo no qual a preparação permanece estável quando armazenada sob as condições recomendadas pelo fabricante. Esse prazo deve ser indicado nas embalagens primárias e secundárias. Quando citado o mês e o ano, entende-se como vencimento do prazo o último dia do mês.

Por quanto tempo posso tomar o medicamento aberto?


Ao abrir a embalagem (especialmente a primária) do medicamento para uso, este adquire a característica de um medicamento extemporâneo. Ou seja, as condições de exposição, manuseio, uso e armazenamento podem envolver fatores de risco que não foram avaliados nos estudos de estabilidade.

Por isso, após a abertura, o produto passa a ter uma data limite para uso, que pode variar entre horas, dias e meses, dependendo do fármaco, dos componentes da formulação, do tipo de forma farmacêutica, do processo de manipulação, entre outros.

Neste caso, é recomendado que o novo prazo de validade não exceda a 25% do tempo restante entre a data do fracionamento e o prazo de validade original e que o tempo máximo deste não seja maior do que seis meses.

- Exemplos

- Se um xarope tem um ano de validade e é submetido ao fracionamento, seu novo prazo de validade poderá ser de até três meses (25% de 12 meses).

- Acetilcisteína xarope: Após aberto só deve ser tomando por 14 dias.

- Amoxicilina suspensão: Após o preparo, manter em temperatura ambiente entre 15 e 30 graus célsius somente por 14 dias.

- Azitromicina suspensão: Após preparo o período máximo para utilizar é 5 dias.

- Amoxicilina + Clavulanato suspensão: após preparo dever ficar na geladeira entre 2 e 8 graus célsius e ser consumido em 7 dias.


- Insulina: após aberto se não for mantido na geladeira dura aproximadamente 30 dias.


Fonte: Guia da Farmácia

Açúcar de Coco ajuda no Controle da Glicose



O açúcar de coco é obtido através da seiva encontrada dentro do coqueiro. Para obtê-lo, é preciso fazer um corte na flor do coqueiro. A seiva líquida recolhida passa por um aquecimento e é desidratada através do calor, o que resulta em cristais usados para adoçar alimentos.

O açúcar de coco tem a mesma capacidade de adoçar alimentos e calorias semelhantes, no entanto, o açúcar de coco tem menor índice glicêmico, o que significa que ele causa menores picos de glicose e de insulina no organismo.

O açúcar de palma de coco tem cerca de 375 calorias por 100g para as 387 calorias por 100 g de açúcar de mesa granulado regular, isso é cerca de 15 calorias em cada 4 g de colher de chá de açúcar de coco.

O açúcar de coco é rico em:

- Inulina;

- Vitamina B1 (tiamina);

- Vitamina B2 (riboflavina);

- Vitamina B3 (niacina)

- Vitamina B6 (pirodoxina);

- Potássio;

- Magnésio;

- Ferro;

- Zinco.

Inulina Reduz o índice glicêmico


A fibra inulina presente no açúcar de coco reduz o índice glicêmico (IG), já que faz com que os carboidratos sejam absorvidos de forma mais lenta pelo organismo. Além disso, ela é considerada uma fibra prebiótica, que ajuda na manutenção e crescimento da flora intestinal.

Um alimento com baixo índice glicêmico é aquele com glicose menor que 70 mg. Os intermediários, entre 70 e 90 mg. E os de alto índice, que devem ser evitados, maiores de 90 mg. O índice glicêmico do açúcar de coco é 35. O do açúcar comum, 68.

O índice glicêmico é a velocidade em que o carboidrato é digerido e transformado em açúcar no sangue. Os alimentos com alto índice glicêmico aumentam a quantidade de açúcar no sangue, fazendo com que o pâncreas trabalhe mais na liberação de uma quantidade maior de insulina para normalizar a glicose no sangue

Açúcar Refinado ou Açúcar de Coco

O açúcar refinado comum é formado por 50% de frutose e 50% de glicose, enquanto o xarope de milho compõe aproximadamente 55% de frutose e 45% de glicose. 


Apesar do açúcar de coco ter sido considerado livre de frutose, ele é composto por 80% de sacarose, cuja composição é de 50% de frutose. Por essa razão, o açúcar de coco fornece quase a mesma quantidade de frutose que o açúcar comum.

Dessa forma, apesar do açúcar de coco ter um perfil nutricional ligeiramente melhor do que o açúcar refinado comum, seus efeitos na saúde devem ser bastante semelhantes.

A frutose em excesso pode causar a síndrome metabólica - conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabetes - em indivíduos obesos

Diabéticos devem ter cuidado no consumo de Açúcar de coco


O açúcar de coco mesmo considerado mais saudável do que o açúcar normal ainda deve ser consumido com moderação. Por ser rico em frutose, o que é potencialmente ruim para uma série de condições de saúde.

O açúcar de coco é efetivamente livre de frutose, é feito de 70-80% de sacarose, que é metade de frutose.

Por essa razão, o açúcar de coco fornece quase a mesma quantidade de frutose que o açúcar comum. Consumido em excesso, açúcar de coco pode causar todos os tipos de problemas como síndrome metabólica, obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

O açúcar de coco não parece induzir açúcar elevado no sangue ou hiperglicemia devido ao seu baixo IG, mas pode variar dependendo de como o açúcar de coco é processado e quando é colhido.

Estudos tem relacionado a inulina do açúcar de coco a um melhor controle glicêmico, bem como melhora nos indicadores de antioxidantes no organismo para aqueles com diabetes tipo 2.

No entanto, os pesquisadores sugeriram que mais investigações são necessárias para estabelecer essa conexão. O açúcar de coco oferece uma alternativa ao açúcar branco e ao açúcar de cana, ele possui alguns nutrientes, mas não o suficiente.

Quitosana - Fibra que elimina a Gordura



A quitosana é um composto natural que é utilizado para auxiliar na perda de gordura e peso. Diferentemente da maioria dos suplementos de ervas, a quitosana, na verdade, vem da casca do marisco, algo que é relativamente raro na indústria de emagrecimento. Mas é um processo 100% natural e que funciona muito bem.

Quando você come alimentos eles são absorvidos no estômago, empurrados em sua corrente sanguínea e, potencialmente transformado em gordura. Mas, quando você toma o suplemento de quitosana, os compostos formam vínculos com a gordura em seu estômago, o que torna muito difícil para a gordura ser digerida. Uma grande parte da gordura que você come vai passar através de seu sistema digestivo e ser evacuado. Quando isso acontece, seu corpo entra em um déficit calórico e você começa a emagrecer.

Esse poderoso complemento alimentar deve ser ingerido de 15 minutos a meia hora antes das refeições. Seguida essa recomendação, ele elimina aqueles quilinhos a mais que iriam virar pneuzinhos e saltar da sua calça. 

Não à toa, a quitosana é conhecida como "esponja de gordura" - justamente porque absorve esses excessos indesejáveis. 

Gel no estômago

"Dentro do estômago, a substância se transforma em um gel com capacidade de absorver gorduras. Depois, essas gorduras são eliminadas nas fezes", explica Heloisa Rocha, médica ortomolecular e autora do livro Emagreça com a Dieta das Estrelas (ed. Abril).

Sozinha, a quitosana é capaz de fazer uma pessoa perder até 250 calorias por dia. Basta tomá-la com bastante água e combiná-la à sua dieta preferida e um pouco de exercício físico.

Medicamentos - Como saber se não é falsificado - Dicas para uso racional



















O uso racional é o uso a partir de uma prescrição médica, segura, efetiva, a partir de um diagnóstico preciso, resultando num menor risco de aparecimento de efeitos adversos.

- Todo medicamento deve ter um registro do Ministério da Saúde - MS. Caso não tenha, deve ser levado ao serviço local de vigilância sanitária. Pode ser falso.

- Não utilize medicamentos vencidos, nem embalagens velhas.

- Cápsulas não devem ser abertas. Comprimidos não devem ser partidos, apenas se o médico recomendar.

- Obedecer sempre os horários para ingestão indicados pelo médico na receita. A bula também indica a quantidade, quantas vezes ao dia e por quanto tempo deve ser utilizado.

- Não tirar os medicamentos da caixa e sempre guardar as bulas.- Os medicamentos devem ser guardados longe da luz, umidade e do calor. Respeitar a temperatura de armazenamento.

- Caso verifique algum efeito adverso, deixe de tomar e relate ao profissional que lhe recomendou. Se possível relate o efeito adverso a um serviço de Farmacovigilância.

Fonte: Vigilância Sanitária e Escola – Agência Nacional de Vigilância Sanitária 2008

Por que Medicamentos Genéricos é mais barato?


O que são?

São medicamentos que têm as mesmas características e produzem no organismo os mesmos efeitos que um medicamento de marca, mas não têm nome comercial e são vendidos pelo princípio ativo (substância que produz os efeitos terapêuticos).

Os medicamentos genéricos passam por rigorosos testes de qualidade antes de terem seu registro e comercialização autorizados, por isso, têm a mesma qualidade que o medicamento de referência e vão produzir no organismo os mesmos efeitos.

Por que os genéricos são mais baratos?

São mais baratos por serem cópias de medicamentos já conhecidos e não precisam de investimento em pesquisa para o seu desenvolvimento e ainda tem o imposto reduzido pela lei dos genéricos de 1999 (Lei 9787), ou seja o imposto que a gente paga sobre o genérico é bem menor em relação ao medicamento de referência.

É possível trocar um medicamento de referência por um genérico?

Sim, essa troca deve ser orientada pelo médico que prescreveu a receita ou indicada pelo farmacêutico, no momento da venda, mas nunca pelo balconista da farmácia.

Como identificar um genérico?

Pela embalagem que sempre traz escrito: “Medicamento Genérico – Lei 9.787/99” e uma tarja amarela com a letra G de genérico.

Onde encontrar a lista dos medicamentos genéricos?

As farmácias e drogarias estão obrigadas por lei a manter em local de fácil leitura para o consumidor a lista atualizada dos medicamentos genéricos.

Papel do médico

É o médico que deve prescrever o medicamento pela denominação genérica. Além disso, o médico deve orientar sobre a eficácia e segurança dos genéricos, esclarecendo as dúvidas dos pacientes sobre a equivalência com o medicamento de marca. Os médicos do setor público (SUS) são obrigados por lei a receitar o medicamento pela denominação genérica. Os profissionais do setor privado não têm essa obrigatoriedade, portanto, cabe ao consumidor estar bem informado e solicitar que ele receite o medicamento pela denominação genérica.

Papel do farmacêutico

É o farmacêutico que deve prestar informações sobre os medicamentos genéricos e orientar uma troca de medicamento de marca por genérico, nunca o balconista da farmácia.

Papel do consumidor

O consumidor tem direito a conhecer os medicamentos genéricos e ter acesso a eles, pois o genérico pode substituir o medicamento de marca com garantia do mesmo efeito terapêutico, por um preço muito menor.

IMPORTANTE

Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis possuem apenas caráter educativo.

Fonte: - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medicamentos genéricos: conheça mais sobre eles (Folder)

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