Fibras Alimentares reduz pela metade o risco de câncer



As fibras dietéticas ou alimentares são nutrientes encontrados nos vegetais que não são digeridos pelas enzimas do sistema digestivo humano, não possuindo calorias. Esses nutrientes pertencem ao grupo dos carboidratos, fazendo parte da categoria dos polissacarídeos (carboidratos complexos).

Nos últimos anos, as fibras alimentares ou fibras dietéticas vêm despertando grande interesse em pesquisas científicas. Entretanto, a investigação sobre o papel das fibras na dieta no organismo humano não é nova. 


A propriedade laxativa do farelo de trigo é reconhecida desde do tempo de Hipócrates e foi comprovada por pesquisas científicas realizadas nos anos 30, valorizando o emprego das fibras alimentares para tratar a constipação intestinal.

Nos anos 50, alguns pesquisadores começaram a notar que em coletividades não submetidas aos processos da industrialização de alimentos, os casos de constipação intestinal eram raras, ou mesmo inexistentes.

Os cientistas chegaram a seguinte conclusão: se o homem voltasse à dieta para o qual está geneticamente adaptado, com mais itens vegetais, naturalmente consumiria mais fibras alimentares e menos gordura, trazendo diversos benefícios para a saúde, prevenindo a incidência de câncer e doenças cardiovasculares, que juntas correspondem a mais de 80% de mortes prematuras em países desenvolvidos e subdesenvolvidos como no caso do Brasil.

Um estudo da Universidade de Leeds indica que o consumo diário de 30 gramas de fibras presentes nos alimentos reduz pela metade o risco de câncer de mama .

Outro estudo indica que o consumo de fibras, particularmente de grãos integrais, diminui os riscos de desenvolver doença pulmonar obstrutiva crônica. O consumo de fibras também está associado à prevenção contra diabetes.

Dentre todas as virtudes das fibras alimentares, a mais conhecida por quem busca uma dieta equilibrada é, sem dúvida o bom funcionamento do intestino e prevenção de doenças, além de terem efeito sobre diversos parâmetros fisiológicos.

Óleo de coco ajuda a Emagrecer - Termogênico



A água de coco é muito conhecida, ela é doce e muito refrescante, serve como alternativa saudável para hidratar o corpo. Outro derivado da mesma fruta, no entanto, vem ganhando atenção dos especialistas recentemente: o óleo de coco que, graças às propriedades antioxidantes, contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular. 

Além disso, é o único óleo vegetal que apresenta alta concentração de ácido láurico, que fortalece o sistema imunológico.

Os benefícios desse óleo:
  • Rico em ácido fenólico, que protege o sistema cardiovascular
  • Possui ação termogênica (um acelerador para a perda de peso, aumenta a sensação de saciedade 
  • Tem ação antibacteriana e antiviral. 

Para usufruir destes benefícios, o segredo é aprender a incluir o óleo de coco na dieta.

O óleo de coco é uma ótima opção para quem quer emagrecer, esse óleo especial contém um tipo de gordura do bem chamado triglicerídeos de cadeia média (TCM), que contribui para a perda de peso e para a redução da gordura abdominal. Além disso, gera saciedade e, por isso, diminui a fome. Dessa forma, contribui para o emagrecimento.

Esse alimento também traz outros benefícios para o organismo. Ele tem importante papel no combate aos radicais livres e, por isso, retarda o envelhecimento, previne doenças crônicas como o câncer e reduz as taxas de colesterol sanguíneo.

O óleo de coco é rico em ácido láurico, um tipo de gordura de ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária. Só para citar dois exemplos: ele pode combater a candidíase e a gastrite bacteriana.

Modo de usar: 

Comece com meia colher de sopa. Depois vá aumento aos poucos até chegar a 2 ou 3 colheres diárias. Mas cuidado com o consumo excessivo, pois pode dar diarreia.

O óleo de coco é estável quando submetido a altas temperaturas. Mas para preservar suas propriedades nutricionais, é melhor consumi-lo em preparações frias, como em saladas, sucos, shakes, torradas e até na tapioca.

Fonte: Minha vida

Covid-19 - Hedera Helix pode ser promissor contra o Coronavírus



De acordo com um estudo brasileiro realizado pela UFMG e Unifesp, a droga Hedera Helix pode ter potencial no tratamento da covid-19.

O extrato de Hedera Helix, é um fitoterápico utilizado para tratar os sintomas de infecções respiratórias. Em xaropes como o Abrilar, o fitoterápico é indicado para o tratamento sintomático de doenças broncopulmonares inflamatórias agudas e crônicas associadas a aumento de secreções e/ou broncoespasmo (contração do músculo brônquico).

No estudo, o extrato de Hedera Helix, se mostrou capaz de eliminar o coronavírus em concentrações que não matam as células, por isso é considerada promissor.

A droga foi testadas apenas in vitro, portanto, o resultado ainda é muito preliminar.

Os pesquisadores alertam que para uso da droga no combate do Coronavirus ainda é prematuro. 

Os medicamentos ainda estão em fase de testagem e, portanto, seu consumo não é recomendado para tratamento da covid-19. 

O estudo foi direcionado somente para apontar novas opções para avaliação em novos estudos, tanto in vitro, quanto em modelos animais, quanto em estudos clínicos (com humanos).

Com informação de BBC

Teste rápido para Covid-19 funciona?


Vários testes para Covid-19 estão disponíveis. Tire suas dúvidas sobre estes testes. Qual é o ideal para cada estágio da doença.

Teste Rápido Ag (antígenos) para COVID-19

É o teste que que rastreia a presença de proteínas do vírus (SARS-CoV -2) frente a infecção. 

Este teste pode ser realizado a partir do 3º dia de provável exposição ou contato com caso confirmado de COVID-19.

Teste Rápido IgM/IgG (anticorpos) para COVID-19

É o teste que rastreia a resposta imunológica do corpo em relação ao vírus, que é feito através da detecção de anticorpos em pessoas que foram expostas.

Este teste deve ser realizado pelo menos 10 dias após o aparecimento dos sintomas da COVID-19, ou pelo menos 20 dias após contato com casos confirmados, mas sem apresentar sintomas.

O procedimento é simples e com resultado rápido, que permite maior agilidade na tomada de decisões pelo seu médico.

Como o teste é feito?

· Teste Rápido Ag (antígenos) O teste é feito através da coleta de secreções, utilizando um cotonete especial (swab), introduzido pela narina e garganta.

· Teste Rápido IgM/IgG (anticorpos) O teste é feito através da coleta de sangue, na ponta do dedo, para detecção dos anticorpos produzidos pelo organismo após contato com o vírus.

Teste RT-PCR

De acordo com a Anvisa, os testes rápidos (IgM/IgG) NÃO têm função de diagnóstico (confirmação ou descarte) de infecção por Covid-19.
O diagnóstico de Covid-19 deve ser feito por testes de RT-PCR.

Teste rápido positivo

• Testes rápidos positivos indicam que você teve contato recente com o vírus (IgM) ou
que você já teve Covid-19 e está se recuperando ou já se recuperou (IgG), uma vez que indicam a presença de anticorpos (defesas do organismo).

No entanto, os anticorpos só aparecem em quantidades detectáveis nos testes pelo menos oito dias depois da infecção.

Ainda assim, o teste pode ser positivo indicando que você teve contato com OUTROS coronavírus e não com o Sars-CoV-2 / Covid-19 (falso positivo).

Assim sendo, esse teste isolado não serve para diagnosticar (confirmar ou descartar) infecção por Covid-19.

O diagnóstico da infecção pelo novo coronavírus deve ser feito por testes de RT-PCR.

Teste RT-PCR

• Os testes de RT-PCR (padrão ouro) e de antígenos têm função diagnóstica, sendo o RT-PCR o teste definitivo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O profissional da saúde que estiver realizando o teste irá orientá-lo sobre o significado dos testes e os devidos encaminhamentos, conforme protocolos clínicos do Ministério da Saúde.

É importante destacar que os pacientes, mesmo quando testados positivos para Covid-19, devem permanecer em suas casas em quarentena por 14 dias (isolamento) até a remissão da infecção, e se estiverem com sintomas graves, tal como dificuldade de respirar, procurar atendimento médico.

Pode ser letal tomar estes Medicamentos - Combinação Perigosa


Alguns medicamentos se tomados no mesmo horário pode ser muito perigoso e até letal, pacientes com doenças crônicas que usam muitos medicamentos diferentes tem que prestar muita atenção para não se intoxicar. As interações medicamentosas podem prejudicar a efetividade das drogas, ou resultar em outros eventos adversos.

Principais interações medicamentosas comuns e métodos de prevenção

Erva de São João (Hypericum perforatum), Anticoncepcional e Fluoxetina

A Erva de São João pode reduzir a eficácia da ciclosporina, resultando em rejeição de transplante, síndrome serotoninérgica (quando usada junto com inibidores da recaptação de serotonina). Ex: Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina, Venlafaxina.

Este fitoterápico pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais e causar a redução das concentrações plasmáticas de drogas antirretrovirais (indinavir, nevirapina) com um possível aumento na resistência a essas drogas, e efetividade reduzida de agentes antitumorais (irinotecano, imatinibe).

Acredita-se que a hiperforina seja o componente bioativo da erva de São João, responsável não apenas pela ação antidepressiva mas também pelos efeitos de interação da erva com outros medicamentos. A hiperforina induz o CYP3A4/CYP3A5, fazendo com que as medicações acima listadas – algumas delas que potencialmente salvam vidas – sejam metabolizadas mais depressa, levando a menores níveis séricos e menor efetividade.

Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina (ISRS)

Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) são drogas amplamente prescritas. A síndrome serotoninérgica é uma condição potencialmente ameaçadora à vida, precipitada pelo uso de drogas serotoninérgicas que causam uma super ativação dos receptores 5HT-1A periférico e pós-sináptico.

A apresentação da síndrome serotoninérgica inclui alterações do estado mental, hiperatividade neuromuscular, e hiperatividade autonômica. 


Uma causa da síndrome da serotonina é uma interação entre duas drogas serotoninérgicas com mecanismos de ação diferentes, como um ISRS ou um inibidor da recaptação da serotonina/norepinefrina (IRSN) coadministrado com tramadol, trazodona, dextrometorfano, ou linezolida. Quanto maior a dose de ISRS, maior a probabilidade de efeitos adversos.

Estatinas + inibidores do CYP3A4

Estatinas (inibidores da 3-hidroxi-3-metilglutaril coenzima A) são amplamente prescritas, e conhecidas por seu alto risco de interações medicamentosas. Devido a diferenças nas vias de eliminação, no entanto, nem todas as estatinas compartilham o mesmo perfil de risco. As estatinas com maior chance de interagir com outras drogas são a sinvastatina e lovastatina; as menos prováveis são a pravastatina e rosuvastatina.

Inibidores potentes do citocromo P450 3A4 (CYP34A) podem aumentar significativamente as concentrações séricas das formas ativas de sinvastatina, lovastatina e atorvastatina. 

Os medicamentos com maior chance de interagir com as estatinas incluem os fibratos (especialmente genfibrozila), agentes antifúngicos azólicos (cetoconazol, fluconazol, itraconazol), amiodarona, macrolídeos (especialmente eritromicina e claritromicina, mas não azitromicina), inibidores de protease (por exemplo, ritonavir), e bloqueadores de canal de cálcio (especialmente verapamil e diltiazem).

Claritromicina e bloqueadores de canal de cálcio

A coadministração de claritromicina com bloqueadores do canal de cálcio vasodilatadores, como anlodipino e felodipino, pode causar hipotensão e insuficiência renal aguda. A claritromicina prejudica a ação da nifedipina ao inibir o metabolismo do CYP3A4, resultando em hipotensão – um risco grave porém subestimado.

Outros macrolídeos também podem participar dessa interação quando administrados de forma concomitante com os bloqueadores de canal de cálcio, incluindo eritromicina. Azitromicina, que não inibe o CYP3A4, é o agente preferido quando um macrolídeo é necessário em um paciente em uso de bloqueador de canal de cálcio.

Outras interações medicamentosas potencialmente graves podem ocorrer quando a claritromicina é tomada com estatinas (especialmente, por exemplo, sinvastatina ou lovastatina) e colchicina. O uso de claritromicina com glipizida ou gliburida pode resultar em hipoglicemia. Na verdade, 82 interações medicamentosas importantes já foram relatadas com a claritromicina.

Sulfametoxazol/trimetroprim (Bactrim) e agentes anti-hipertensivos

O sulfametoxazol/trimetroprim (SMZ/TMP) é uma causa importante de hipercalemia em pacientes idosos e naqueles com doença renal crônica, especialmente com uso concomitante de inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs) (captoril, enalapril, losartana) ou bloqueadores do receptor de angiotensina (BRAs).

O componente trimetroprim age como a amiliorida (um diurético poupador de potássio) e pode aumentar o potássio sérico em níveis que ameaçam a vida. Morte súbita tem sido relatada em pacientes em uso de SMZ/TMP que também usam inibidores da enzima conversora de angiotensina ou bloqueadores do receptor de angiotensina.

Varfarina e acetaminofeno (paracetamol)


Pacientes em uso de varfarina são frequentemente alertados sobre escolher o acetaminofeno para analgesia porque os medicamentos anti-inflamatórios (AINEs) podem aumentar o risco de sangramento gastrointestinal. Paciente em uso de varfarina apresentar um aumento inexplicado do INR, é válido perguntar sobre o uso do acetaminofeno.

A prednisona geralmente aumenta o INR e pode ser uma causa de aumento desse índice em pacientes em terapia com varfarina.

Medicamentos anti-hipertensivos e AINEs

Os anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs) estão entre as medicações mais amplamente usadas, e geralmente têm sido associados com hipertensão arterial. Os AINEs bloqueiam as enzimas ciclooxigenase (COX)-1 e COX-2, o que prejudica a síntese de prostaglandina.

A inibição da prostaglandina, por usa vez, aumenta o tônus da musculatura lisa arterial e produz um efeito dose relacionado na natriurese, resultando em retenção hídrica. Por esse mecanismo, os AINEs podem reduzir a efetividade de alguns dos agentes anti-hipertensivos mais comumente usados (diuréticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina e bloqueadores do receptor de angiotensina).

Como os AINEs estão disponíveis sem prescrição, os pacientes podem ter agravamento da hipertensão ao usarem essas drogas. Os AINEs com efeito mais importante na pressão arterial são: indometacina, piroxicam e naproxeno.

Os AINEs com efeito intermediário na pressão arterial incluem ibuprofeno, rofecoxibe e celecoxibe, embora a magnitude desse efeito ainda esteja sob investigação. A aspirina não aumenta a pressão arterial de forma significativa, mesmo em pacientes com hipertensão.

Além de reduzir o efeito hipotensivo de diuréticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs) e bloqueadores do receptor de angiotensina (BRAs) podem aumentar o risco de insuficiência renal aguda quando administrados de forma concomitante com um anti-inflamatório não-esteroide.

Hormônio tireoidiano (Levotiroxina) e inibidores da bomba de prótons (Omeprazol, Lansoprazol, Pantoprazol)


A suplementação com hormônios tireoidianos é extremamente comum. Alguns medicamentos frequentemente usados, incluindo inibidores de bomba de prótons (IBPs), estatinas, ferro, cálcio, magnésio, raloxifeno e estrogênio podem interferir na absorção de hormônio tireoidiano, fazendo com que pacientes cuja doença estava previamente bem controlada com um hormônio tireoidiano voltem a desenvolver hipotireoidismo.

Níveis elevados de estrogênio relacionam-se com aumento da concentração da globulina ligadora de tiroxina (TGB), consequentemente necessitando de prescrição de doses mais elevadas de hormônios tireoidianos.

A interação entre levotiroxina e omeprazol em pacientes com secreção ácida diminuída requer uma dose maior de tiroxina oral, o que sugere que a secreção ácida é necessária para absorção oral efetiva da tiroxina.

Pacientes com hipotireoidismo que estão com função normalizada e em uso de levotiroxina podem precisar de avaliação da função tireoidiana após a iniciação de um IBP, especialmente se iniciarem com sintomas de hipotireoidismo. Aqueles com secreção gástrica diminuída podem precisar de uma dose aumentada de levotiroxina para manter o nível de hormônio estimulador da tireoide dentro da normalidade.

A bula da levotiroxina recomenda que ela não seja administrada simultaneamente com antiácidos pelo efeito de ligação do cálcio ou magnésio no antiácido. Se o uso concomitante for necessário, a administração dos agentes deve ser feita com intervalo de quatro horas.

Suco de toranja e interações medicamentosas


Este suco pode aumentar os níveis séricos de medicamentos ou interferir com o metabolismo medicamentoso, primariamente mediado por elementos químicos presentes no suco, que podem inibir a enzima citocromo P450 (CYP3A4) no intestino delgado.

Essa inibição reduz o metabolismo de primeira passagem de drogas que usam o sistema intestinal CYP3A4, dessa forma aumentando a biodisponibilidade e as concentrações plasmáticas máximas dos substratos CYP3A4.

O efeito do suco de toranja no metabolismo de medicamentos é mais pronunciado naqueles com um alto metabolismo de primeira passagem (por exemplo, felodipino e amiodarona). Outras drogas importantes afetadas pelo suco de toranja são algumas das estatinas (sinvastatina e lovastatina, e em algum grau a atorvastatina, mas não a pravastatina), ciclosporina, anlodipino, e nifedipina.

Com informações de Dr. Douglas S. Paauw em Medscape

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