Qual a diferença de Chá branco, Chá verde e Chá preto


A Camellia sinensis é a planta que dá origem aos chás:
  • Chá branco;
  • Chá verde; 
  • Chá preto;  
  • Chá Oolong. 
O chá verde é muito popular na cultura oriental, passando a ser consumido no ocidente devido as suas propriedades de melhorar a saúde e emagrecimento. 
Camellia sinensis passou a ser bastante estudada pelos cientistas devido sua composição. 
Rica em compostos como:
  • Catequinas;
  • Bioflavonóides; 
  • Taninos.
Camellia sinensis ajuda no combate dos radicais livres, auxiliando na prevenção de diversas doenças, entre elas o câncer.  
O chá proveniente desta planta, também é rico em :
  • magnésio;
  • potássio; 
  • ácido fólico; 
  • vitaminas C, K,  B1 e B2, que são importante para o funcionamento do nosso organismo.
O que diferencia os chás encontrados no mercado atualmente é a forma como estes são produzidos. 
  • O chá verde representa cerca de 90% da produção chinesa, produzido a partir das folhas da Camellia sinensis que são colocadas no vapor e em seguida passam por um processo de secagem. Essa forma de produção do chá faz com que os ingredientes não sejam oxidados, mantendo assim o bom potencial antioxidantes da planta e preservando seus nutrientes.
  • chá preto constitui cerca de 90% da produção da Índia, onde as folhas da Camellia sinensis passam por várias etapas de processamento, dentre elas a fermentação, que consiste em uma ação enzimática de flavonóis e teaflavinas.
  • O chá Oolong é produzido pela oxidação parcial das folhas da Camellia sinensis, o que ocorre com a ação da enzima polifenol oxidase, presente na folha da planta. É o mais consumido na região sul da China, e por paroximadamente 2% da população mundial, enquanto o chá verde é consumido por 22% da população mundial e o chá preto por 76% a 78% da população mundial, sendo mais difundido nos paises ocidentais.
  • O chá Branco, proveniente dos brotos e flores da Camellia sinensis, contém uma quantidade menor de cafeína e um sabor mais delicado. Entretanto, possui uma quantidade maior de polifenóis, o que confere ao chá propriedades semelhantes ao chá verde, porém mais pronunciadas. Para fazer uma infusão, são necessárias duas colheres de chá da erva para um xícara de água quente.
 Preparo:
O chá verde, por exemplo, deve ser preparado com água mineral (de boa fonte) fervida em panela de vidro (de preferência) de forma que a água não entre em ebulição. 

Em seguida, as folhas secas devem ser colocadas em uma xícara de porcelana (ou cerâmica) branca por dentro. 

Coloca-se a água na xícara, espera cerca de 5 minutos com o recipiente abafado, e em seguida coa o chá com uma peneira, de preferência que seja de inox. 

O chá deve ser bebido assim que preparado para manter suas propriedades terapêuticas.

Contra-indicado para pessoas hipertensas e com hipotireoidismo, devendo ser usado com cautela por pessoas com Glaucoma.


Fonte : anutricionista

Maça Protege o Coração - Cardioprotetor



Todo mundo já ouviu dizer que a ingestão de uma maçã por dia mantém os médicos afastados e que todos devemos comer várias peças de fruta diariamente. Mas porquê a maçã? Quais os seus benefícios?

Estudos realizados em animais já haviam demonstrado que a pectina e os polifenóis presentes na maçã aumentam o metabolismo dos lípidos e diminuem a produção de moléculas pró-inflamatórias. 

Num estudo mais recente apresentado durante o encontro “Experimental Biology”, os investigadores descobriram que o consumo diário de maçãs diminui o colesterol nas mulheres em idade pós-menopáusica. Este foi o primeiro estudo a avaliar, a longo prazo, os efeitos cardioprotetores do consumo diário de maçãs.

Para este estudo, os investigadores da Florida State University, nos EUA, contaram com a participação de 146 mulheres com idades compreendidas entre os 45 e os 65 anos de idade. 

As participantes foram divididas em dois grupos: um grupo que recebeu diariamente 75g de maçãs desidratadas e o outro grupo que comeu diariamente ameixas desidratadas, durante um ano. Foram retiradas amostras de sangue a todas as participantes ao fim de três, seis e doze meses.

Ao fim de seis meses, os investigadores constataram que o consumo diário de maçãs conduziu a uma diminuição de cerca de 23% no nível de colesterol LDL, também conhecido por mau colesterol. Verificou-se também que o consumo diário de maçã conduziu a uma diminuição dos níveis de hidroperóxido lipídico e proteína C reactiva.

Em comunicado enviado à imprensa, Bahram H. Arjmandi revelou que “nunca estaria à espera que o consumo de maçãs conduzisse a uma redução tão grande nos níveis do “mau colesterol”, tendo-se verificado, por outro lado, um aumento de cerca de 4% no “bom” colesterol ou HDL”. 

Uma outra vantagem apontada pelo investigador foi o facto de a ingestão diária de cerca de 240 calorias extra, consumidas através da maçã desidratada, não ter conduzido a um aumento de peso nas mulheres. 

De fato, as participantes perderam, em média, 1,5 Kg de peso. “A perda de peso é mais um dos benefícios associados ao consumo de maçã”, acrescentou o investigador. Esta perda de peso pode ser em parte devido ao fato da pectina ter um efeito positivo na saciedade.

Em conclusão, este é mais um estudo que apoia a expressão “uma maçã por dia mantém-nos afastados dos médicos”, Bahram H. Arjmandi acrescenta ainda que “todas as pessoas podem beneficiar com o consumo de maçãs.”

Fonte: http://www.alert.pt ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Quais alimentos dar ao seu bebê para ele dormir melhor


A alimentação do bebê nos primeiros seis meses de vida pode ser um assunto controverso; muitas mães acabam sentindo-se julgadas se não conseguem amamentar direito ou se introduzem mamadeiras ou alimentos sólidos.

Porém uma pesquisa recém-publicada sobre alimentação de bebês pode indicar o caminho para a revisão de uma máxima, endossada por autoridades mundiais e hoje em voga, sobre a saúde dos pequenos: a de que eles só devem ser alimentados com leite materno até os seis meses de idade.

Em um estudo publicado no periódico JAMA Pediatrics, cientistas britânicos compararam indicadores de sono entre dois grupos: o primeiro, de bebês que, aos três meses, passaram a comer alimentos sólidos além do leite materno; e o segundo grupo, de bebês que só o fizeram a partir dos seis meses.

Foi justamente aos seis meses de idade que as diferenças se tornaram mais evidentes: o primeiro grupo dormiu cerca de 16 minutos a mais por noite (quase duas horas a mais por semana) e acordou com menos frequência durante o período (1,74 por noite contra duas vezes por noite).

Os resultados desta pesquisa (publicada no JAMA Pediatrics) apoiam a ampla percepção parental de que a introdução mais precoce de alimentos sólidos melhora o sono.

O grupo dos bebês que receberam alimentos sólidos precocemente registrou metade da incidência de problemas no sono como choro e irritabilidade do que o outro grupo - indicando condições mais favoráveis para que os pais pudessem voltar a dormir.


Quais alimentos dar ao seu bebê

Os primeiros alimentos podem incluir:

- Frutas e legumes amassados ou cozidos e macios - como batata, batata-doce, inhame, cenoura, maçã ou pêra;

- Frutas moles, como pêssego e melão;


- Cereais para bebês misturados com leite;

Alguns bebês gostam de começar com alimentos amassados; outros bebês precisam de um pouco mais de tempo para se acostumar a novas texturas, então podem preferir alimentos lisos ou apresentados com uma colher no início;

Siga oferecendo diferentes alimentos. Podem ser necessárias várias tentativas antes que o seu bebê aceite a novidade!

Com informação de BBC

Grávidas, nunca tome estes Medicamentos sem Orientação Médica

Com a gravidez o organismo é totalmente alterado, a produção de alguns hormônios cai, outros específicos da gestação passam a ser fabricados, a placenta começa a se formar e, rapidamente, o bebê desenvolve os principais órgãos. Com tudo isto acontecendo é preciso tomar alguns cuidados para ter uma gestação saudável e evitar risco a saúde da gestante e do bebê em formação.

Como a automedicação entre os brasileiros é muito comum, durante a gestação esse ato pode trazer consequências irreversíveis para a saúde da mãe e do bebê. Fármacos podem afetar o crescimento, desenvolvimento e saúde do feto, além de causar más formações congênitas e até o aborto.

A gestação é um período que exige muitos cuidados com o uso de medicamentos, especialmente no primeiro trimestre quando a formação embrionária é intensa e os riscos de malformações são elevados. No terceiro trimestre os cuidados são com medicamentos que possam prejudicar o trabalho de parto e comprometer o bem-estar do bebê e da mamãe.

Leia sempre a bula e esteja atento aos riscos que o medicamento oferece durante a gravidez. Em casos em que a grávida precisar de medicamentos para doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou artrite, consulte o médico para entender as reações desses remédios nesta fase.

Medicamentos que devem ser evitados


Existem medicamentos que devem ser evitados em qualquer período da gestação, independentemente do caso. Veja os principais:

Isotretinoína


A Isotretinoína (Roacutan, Vitanol A) muito utilizada em tratamentos de acne oferece riscos ao sistema nervoso central, coração e grandes vasos sanguíneos do bebê.

Essas substâncias são os teratógenos mais potentes conhecidos em humanos. Cerca de 40% a 50% dos fetos expostos aos retinóides apresentam malformações, sendo que 80% dessas anomalias atacam o sistema nervoso central do bebê e podem causar microcefalia, hidrocefalia, retardo mental, entre outros problemas. Pode ainda haver danos cardiovasculares, crânio-faciais e hepáticos.

Tetraciclinas


Antibióticos à base de Tetraciclinas também devem ser evitados por ocasionar descoloração do esmalte dentário na primeira dentição e até mesmo parto prematuro e óbito intrauterino.

Há opções bastante seguras, como a amoxicilina e as penicilinas em geral (indispensáveis, por exemplo, para o tratamento da sífilis e para reduzir os riscos de transmissão para o bebê).

Nitrofurantoína


A nitrofurantoína(Macrodantina), prescrita para tratar infecções urinárias agudas e crônicas, até o segundo trimestre da gravidez, esse medicamento é classificado na categoria B e pode ser usado com segurança. No entanto, a partir da 38ª semana de gestação ele é contraindicado e passa a ser classificado na categoria X, pois seu uso está relacionado a um risco elevado de anemia hemolítica no recém-nascido.

Metotrexato (Tecnomet)


O Metotrexato, antiofalato usado no tratamento de câncer e doenças autoimunes também está na categoria de medicamentos proibidos; junto a Penicilamina, utilizada como antirreumático e antiurolítico.

Enalapril, Captopril, Losartan


Medicamentos anti-hipertensivos que atuam como inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) são contraindicados para gestantes e para mulheres que desejam engravidar, pois eles apresentam alto risco de causar malformações fetais. Dois dos medicamentos mais usados para controle da pressão arterial estão nessa categoria: o captopril e o enalapril.

Talidomida

A talidomida utilizada para tratar pacientes de hanseníase, em caso de gravidez não pode ser usado pois causa atrofia ou completa ausência de braços e pernas no bebê, mas as anormalidades também atingem o desenvolvimento de outros órgãos do feto, podendo acometer partes de todo o corpo. A taxa de mortalidade entre os bebês que nasceram com malformações é alta: de 40% a 45% deles morreram.

Paracetamol


O paracetamol é o analgésico considerado mais seguro para grávidas. Ainda assim, deve ser tomado em doses baixas e por um curto período de tempo, pois pode causar intoxicação hepática com uso contínuo de longo prazo. Leia aqui: Uso de Paracetamol por Gestante pode Aumentar risco de Asma em Criança

Dipirona Sódica ou Dipirona Monoidratada


A dipirona é o analgésico de segunda escolha para gestantes. Mas também deve ser usado com cautela, pois pode causar agranulocitose, uma queda no número de granulócitos no sangue que deixa a mulher mais sujeita a infecções.

A dipirona só pode ser usada no segundo trimestre da gestação. Nos primeiros três meses seu uso é contraindicado, como a maioria dos medicamentos, devido à imaturidade e intensa divisão celular do embrião.

A dipirona atravessa a barreira placentária, neste caso não deve ser utilizada durante os 3 últimos meses da gravidez, uma vez que, embora a dipirona seja uma fraca inibidora da síntese de prostaglandinas, a possibilidade de fechamento prematuro do ducto arterial e de complicações perinatais devido ao prejuízo da agregação plaquetária da mãe e do recém-nascido não pode ser excluída.

Ácido acetilsalicílico


O ácido acetilsalicílico(aspirina) é contraindicado para gestantes, a não ser em caso de orientação médica, pois pode trazer complicações para a gravidez. Seu uso em altas doses, sem orientação médica pode provocar complicações no crescimento fetal e até aumentar o risco de descolamento de placenta.


Ibuprofeno


O ibuprofeno também contraindicado para grávidas. No primeiro trimestre ele eleva os riscos de aborto espontâneo. Esse medicamento também está associado a anomalias congênitas, como malformações cardíacas e falhas na parede abdominal.

No terceiro trimestre o ibuprofeno pode reduzir o volume do líquido amniótico e comprometer o desenvolvimento dos pulmões do bebê. E também pode retardar o trabalho de parto.

Codeína


Os analgésicos opioides como a codeína, a oxicodona ou a hidrocodona elevam em duas vezes os riscos de malformações congênitas quando consumidos antes ou no início da gestação.

Pesquisa desenvolvida pelo CDC demonstrou um crescimento da ocorrência da síndrome de abstinência neonatal entre os anos de 1999 e 2013, nos Estados Unidos. Essa síndrome se caracteriza por uma irritabilidade do sistema nervoso central do bebê que provoca tremores, convulsões, aumento do tônus muscular, disfunção do trato gastrointestinal, taquicardia, sudorese intensa, entre outros sintomas e está relacionada ao uso de analgésicos opioides durante a gestação.

Diclofenaco, Cetoprofeno, Nimesulida


Os anti-inflamatórios de uso comum como o profenid(cetoprofeno), o voltaren(diclofenaco), a nimesulida e a indometacina devem ser evitados na gravidez. Esses medicamentos podem causar malformações cardíacas em qualquer fase da gestação. Essas anomalias são mais graves quanto mais adiantada estiver a gravidez.

Colírios para irritação


O colírio vasoconstritor, prejudica o fluxo sanguíneo da placenta, dessa forma, pode haver comprometimento na nutrição do feto. Durante a gravidez é comum que os olhos fiquem avermelhados, cocem, além de proporcionarem sensação de ardência e queimação, isso ocorre devido à quantidade de hormônios presentes nessa fase. Evite o uso de colírios para irritação, uma dica é lavar os olhos com soro fisiológico.

Antigripais

Os antigripais são proibidos durante a gravidez, pois contém vasoconstritores e descongestionantes que podem causar taquicardia e alteração da pressão arterial – o que pode interferir na quantidade de oxigênio que o bebê recebe. 

Os principais antigripais proibidos são: fenilefrina, dexclorfeniramina, clorfeniramina, nafazolina(descongestionante nasal) estes fármacos estão presente na composição de vários antigripais como benegrip, apracur, cimegripe, resfenol, coristina, sorine, neosoro e outros.

Alimentos que protegem o Fígado




O Fígado é um dos órgãos mais importantes do ser humano, se ele parar de funcionar causa danos a outros órgãos e pode até levar à morte.

Alterações nas enzimas do fígado tem sido cada vez mais comum, sendo a Gama-GT, AST e ALT, também conhecidas pelas siglas TGO e TGP, ferramentas essenciais para o diagnóstico das doenças do fígado. Os primeiros sinais e sintomas de problemas no fígado são a dor abdominal do lado direito e a barriga inchada.

Você sabia que dietas, infecções e condições hereditárias estão entre as principais causas de doenças hepáticas?

Existem mais de 500 processos realizados pelo fígado, incluindo: limpar o sangue, filtrar as toxinas, converter alimentos em nutrientes para o corpo e ajudar no equilíbrio, digerir gorduras e, quando tomado medicamente, serve ponte para que isso tenha o efeito desejado.

A partir disso, partimos da importância de cuidar e curá-lo quando está doente, caso contrário, não podemos funcionar bem.

É por isso que vamos rever algumas das doenças mais comuns primeiro e, em seguida, alguns tratamentos completamente naturais que ajudarão você a ser saudável.

DOENÇAS COMUNS NO FÍGADO

Existem várias doenças que podem afetar este órgão importante do corpo, mencionamos hepatite A a D, o primeiro é contagioso de pessoa para pessoa, o segundo leva ao aparecimento de câncer de fígado, o terceiro através do Comida ou sangue e o último pode ser espalhado como o terceiro ou através de relações sexuais.

Há também o fígado gordo que vem através do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, bem como a cirrose.

E aquele que é hereditário é sobre a doença de Wilson e hematose .

Os sintomas podem ser diferentes entre uma virada e outra, mas os mais comuns são:

- Dor no lado direito do estômago;

- Sentir-se enjoado, cansado por nenhuma razão;

- Pele e olhos visíveis amarelo;

- Ondas na área do abdômen;

- Dores de cabeça;

- A pele se torna mais sensível e perda de apetite também ocorre.

Na presença de qualquer um desses sinais, é oportuno comparecer a uma consulta com um especialista.

ALIMENTOS QUE CURAM O FÍGADO

Concentre-se em algumas coisas que você deve consumir, cruas ou cozidas para limpar e proteger o fígado.

Beterraba

A beterraba tem betacaroteno que ajuda ao bom funcionamento bem como à purificação do sangue além de auxiliar na prevenção do câncer e outras doenças mais. Você pode fazê-lo no suco ou adicioná-lo às saladas das refeições. Se preferir em uma bebida, coloque dois limões juntamente com uma beterraba de bom tamanho, misture-os e coloque-os no liquidificador.

Alho

Para eliminar as toxinas que se acumulam, recomenda-se o alho, que faz uma limpeza profunda além de fornecer proteção. Você pode consumi-los crus diariamente ou incluí-los no tempero das refeições. Ele pode ser combinado com grapefruit e gengibre, preparando um bom suco que melhora a limpeza . Para duas toranjas você vai adicionar dois alho e uma fatia de gengibre que você deve ralar para introduzi-lo completo no liquidificador.

Maça

Suco de maçã é outra bebida que você pode beber continuamente por dois dias, combinando-o com a ingestão de vegetais e frutas. Deve ser da fruta natural e tomar sem açúcar.

Limão

Um suco de limão também é recomendado por seu poder de queimar gordura, mas também purifica e desintoxica o que impede que o fígado se torne gorduroso. Você deve tomar de preferência em jejum. Há duas maneiras de fazê-lo, por um lado, cozidos por cerca de cinco minutos e aquecer e sem açúcar; a outra é aquecê-lo quando se levantar e antes de ir para a cama.

Azeite

Finalmente, o azeite ajuda a limpar a vesícula biliar, combinando uma colherada com um pouco de limão e alho, também em jejum. Eles são misturados e tomados por duas semanas para ver os efeitos positivos em seu corpo.

TOME ESTAS PRECAUÇÕES PARA CUIDAR DAS DOENÇAS DO FÍGADO

As dicas a seguir ajudarão você a evitar doenças relacionadas ao fígado:

- Mantenha uma boa dieta em que não faltam frutas e vegetais, contendo antioxidantes, fibras e vitaminas.

- Cuidado com excesso de peso evitando alimentos com muita gordura ou muito picante como eles inflamam.

- Crie uma rotina saudável de exercícios que ajuda a manter o equilíbrio corporal.

- Não se auto-medicar, consuma apenas aqueles prescritos por um médico para uma determinada doença.

- Verifique os valores constantemente e, se forem alterados, verifique se não há danos maiores.

- Não consuma álcool em excesso e evite cigarros.

Como você pode ver, cuidar de si não é complicado ou caro. Requer apenas autodisciplina e estar disposto a fazer sacrifícios, que valem a pena para a saúde.

Além disso, aproveitemos tudo o que temos ao nosso redor, isso nos ajuda a estar sempre saudáveis.

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