Dieta da Proteína - Vantagens e Desvantagens



A dieta da proteína é focada no consumo de alimentos que tenham alta concentração de proteínas como carnes e laticínios.

A dieta é composta de quatro fases. Veja a seguir!

1º Fase

Indução: Durante 15 dias o consumo diário de carboidratos e açucares não pode passar de 20 gramas diárias. Nessa fase da dieta da proteína a quebra de gorduras do organismo é estimulada, de modo que o seu corpo irá retirar energia, para as suas funções diárias, das células de gorduras.


Alimentos proibidos nessa fase: 

  • Margarina
  • Pães
  • Massas
  • Frutas
  • Vegetais ricos em amido 
  • Produtos lácteos com exceção do queijo 
  • Creme de leite light


2º Fase

Perda de Peso Contínua: Fase mais longa da dieta da proteína. Nela ocorrerá uma perda gradual e constante de peso. Alguns açúcares e carboidratos passam a ser permitidos. O consumo de carboidratos deve ser calculado através do seu grau de resistência metabólica. Essa etapa deve durar até que você esteja faltando de 3 a 5 quilos para atingir o seu peso ideal.

3º Fase

Pré-Manutenção: Você preparará seu organismo para manter o seu peso ideal. É permitido o consumo de 100 gramas de carboidratos por dia. A perda de peso nessa fase é lenta e os carboidratos devem ser gradualmente inseridos na dieta. Quando os últimos quilinhos forem eliminados você pode iniciar a próxima fase.

4º Fase

Manutenção: Nessa fase os carboidratos são gradualmente reinseridos no consumo diário. A quantidade ideal varia de pessoa para pessoa sendo que o consumo mínimo deve ser de 200g e o máximo de 500g. A vigilância do peso ideal deve ser constante e se houver o ganho de mais de 2,5 quilos deve-se voltar para a fase 1 da dieta da proteína(fase de indução).


Vantagens e desvantagens da dieta da proteína

As vantagens da dieta da proteína é que ela proporciona uma rápida perda de peso e um caminho a ser seguido após o emagrecimento, além disso, as proteínas são lentamente digeridas pelo nosso organismo proporcionando uma sensação de saciedade mais longa.

Porém a lista de desvantagens desta dieta é longa, podendo inclusive ser prejudicial a saúde. A ingestão diária de carboidratos é muito menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com isso diversos sintomas podem aparecer.

Sintomas mais comuns:
  • Mau hálito
  • Tontura 
  • Fraqueza
  • Constipação intestinal
  • Insuficiência renal devido a sobrecarga dos rins
Sendo assim, não estenda a dieta por longos períodos, caso você perceba algum desses sintomas interrompa a dieta e procure auxílio de um médico/nutricionista. 

Pessoas com insuficiência renal e distúrbios gástricos devem procurar um especialista médico para analisar se pode ou não fazer adieta da proteína.

Fonte: Vida e Saúde

Sintomas de ataque cardíaco



Infarto agudo do miocárdio, vulgarmente denominado ataque cardíaco, ocorre quando a circulação de sangue para uma parte do coração é interrompida, causando lesões no músculo cardíaco.

Principais Sintomas de Ataque Cardíaco

- Dor no peito - sensação de pressão, aperto no centro do peito

- Dor em outras partes do corpo - pode parecer que a dor irradia do peito até os braços (geralmente é no braço esquerdo, mas pode afetar ambos os membros), mandíbula, pescoço, costas e abdômen

- Vertigem ou tontura

- Sudorese

- Falta de ar

- Enjoo

- Sensação forte de ansiedade (semelhante a um ataque de pânico)

- Tosse ou chiado

Embora a dor no peito costume ser forte, algumas pessoas podem sentir apenas um pequeno incômodo, semelhante à indigestão. Em alguns casos, a dor no peito pode ser inexistente, especialmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.

Fonte: Sistema Público de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês)

Medicamentos que podem causar aumento de peso






Corticóides, pílulas anticoncepcionais, antidepressivos, ansiolíticos e algumas substâncias usadas no combate aos sintomas da menopausa são uma das principais drogas que podem facilitar o ganho excessivo de peso.

Muitas pessoas queixam-se de ganhar peso e geralmente isso acontece devido à retenção de líquido, lentidão no metabolismo ou aumento no apetite causado pelos próprios medicamentos. Desta forma é aconselhado ao paciente pedir ao médico a substituição de um medicamento que gere aumento de peso por outro que não tenha esse efeito, sempre que possível.

Controlar mais de perto a dieta e priorizar a realização de atividades físicas são as melhores formas de combater o problema, pois o principal motivo de ganho de peso sempre é o comer mais.


Medicamentos que podem gerar ganho de peso

Antidepressivos tricíclicos


Medicamentos como a amitriptilina e nortriptilina causam aumento de apetite e, por consequência, ganho de peso que pode significar em até 2,5 kg a mais por mês, porém com uma dieta regrada e exercícios físicos regulares o ganho de peso pode ser controlado.

Leia aqui: Quanto tempo demora para que os Antidepressivos faça efeito?

Anti-histamínicos 


Os mais usados são cetirizina ou fexofenadina (allegra), dexclorfeniramina (histamim).

Os anti-histamínicos são componentes de muitas medicações anti-alérgicas. Alguns antidepressivos têm efeito anti-histamínico e podem aumentar a fome.

Medicações anti-psicóticas da classe dos anti-psicóticos atípicos

Olanzapina, quetiapina - usada para esquizofrenia e transtorno bipolar, e risperidona – usada no tratamento do transtorno bipolar, psicose e transtorno obsessivo compulsivo.

Esses medicamentos ocasionam aumento de resistência insulínica podendo levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, podem provocar algumas alterações em nível celular, alterando o metabolismo da glicose.

Os antipsicóticos (usados no tratamento da esquizofrenia), os antiepiléticos e a cinarizina (indicada para casos de labirintite) também aumentam o apetite. Esses medicamentos interferem na ingestão alimentar, quer por aumentar a fome ou por diminuir a saciedade.

Anti-hipertensivos beta-bloqueadores


Atenolol, metoprolol (selozok), eles aumentam a sensação de fadiga, contribuindo para a inatividade física e redução do gasto energético.

Corticoides

Os corticoides mais conhecidos são dexametasona, betametasona, prednisona, beclometasona.

Esses medicamentos aumentam a retenção hídrica (incham) e geram resistência insulínica (aumentam a glicose no sangue). Além disso, são estimuladores do apetite e podem reduzir a taxa metabólica.

O corticoide estimula o aumento do tecido gorduroso e a redução da massa muscular, mas isto depende diretamente de uma série de fatores como pré-disposição genética e dose do medicamento ingerido.

Com doses altas de corticoide por um tempo prolongado podem causar ganho até 20 quilos em um ano, pois a cortisona piora o funcionamento do hormônio insulina. A sensação é de um descontrole de fome. Isso só acontece quando o uso é crônico, por mais de um mês. Em quem toma esporadicamente, não acontece nada.

Leia aqui: Uso Prolongado de Corticoides pode causar Diabetes e Hipertensão

Medicamentos para o controle do diabetes


As drogas da classe das sulfoniluréias: glibenclamida, glicazida e glimepirida, aumentam os níveis de insulina no sangue, ocasionando aumento de apetite e acúmulo de gordura. O uso de insulina também está associado ao aumento de peso.

Outros medicamentos da classe das glitazonas – pioglitazona e rosiglitazona – geram retenção hídrica e aumentam o processo de diferenciação das células de estoque de gordura.

Estabilizadores de humor

Medicamentos como ácido valpróico e o carbonato de lítio causam aumento de apetite e, portanto, ganho de peso. O carbonato de lítio costumam aumentar muito a fome.

Anticoncepcionais


Anticoncepcionais de dosagens mais altas, (1º geração) são associados ao ganho de peso por retenção hídrica.

Os anticoncepcionais a base de estrógeno levam ao aumento de peso por retenção de líquidos. O estrógeno pode, eventualmente, alterar o metabolismo, deixando a pessoa um pouco menos saciada e com sensação de estômago vazio. Prefira os anticoncepcionais que contêm progesterona.

Leia aqui: Anticoncepcionais - Qual devo Usar?


Dicas

Como vários medicamentos podem causar o ganho de peso é interessante o paciente ao sentir os efeitos indesejados pedir o médico a substituição de um medicamento que gere aumento de peso por outro que não tenha esse efeito, sempre que possível.

Porém se o uso do medicamento for inevitável, o mais importante é controlar a dieta mais de perto e de forma mais rígida e praticar exercício físico que nesses casos é fundamental para manter o peso.

Leia aqui: Principais Interações entre Medicamentos

Alimentos Indicados para Pessoas com Hipotireoidismo



A glândula da tireoide é responsável por regular o metabolismo, controlar praticamente cada função do organismo e interagir com todos os outros hormônios, desde a insulina até os hormônios sexuais.

As células tireoide são as únicas células do organismo que podem absorver o iodo. A glândula tireoide absorve o iodo dos alimentos – única forma de obtenção do iodo – combina-o com um aminoácido chamado tirosina e converte-o em três tipos de hormônios: triiodotironina (T3), tiroxina (T4) e diiodotironina (T2).

O T3 e o T4 são, então, liberados na corrente sanguínea para ser transportados pelo organismo onde o oxigênio e as calorias os convertem em energia.

O mal funcionamento da tireoide pode causar o hipotireoidismo, onde a glândula tireoide não produz hormônio tireoide suficiente, é o mais comum e geralmente associado à deficiência de iodo.

Alimentos Indicados para Pessoas com Tireoide Sub-ativa

Vários alimentos podem ser incluídos na dieta para pessoas com hipotireoidismo, particularmente alimentos baseados em vegetais contendo vários antioxidantes e eletrólitos, tais como sódio e potássio. 


Estes alimentos melhoram o funcionamento da Tireoide:

- Abóbora
- Pimentão
- Cenoura
- Feijão verde
- Ervilha
- Tomate
- Aipo
- Pepino
- Aspargo
- Berinjela
- Uva roxa
- Manga
- Romã
- Mirtilo
- Abacaxi
- Kiwi
- Maçã
- Frutas cítricas
- Cereja
- Damasco

Outro nutriente saudável para a tireoide é a niacina. Alguns alimentos contendo este nutriente, ainda não listados, são cordeiro e peru.

Minerais - Iodo e Selênio

Minerais como o iodo e o selênio são muito importante para o funcionamento da tireoide, sendo o Iodo o principal, ele está diretamente envolvido com o desenvolvimento do esqueleto, do cérebro e de outras partes essenciais do organismo.

O iodo é absolutamente necessário para a função tireoidiana, porém iodo em excesso (especialmente o iodo vindo de fora da alimentação) pode igualmente impactar a função tireoidiana.

É difícil superestimar a importância do iodo na prevenção de distúrbios, tais como doenças da tireoide e fibromialgia. No caso do câncer, o iodo induz a apoptose, o que significa que ele provoca a autodestruição das células.

Boas fontes de iodo são vegetais marinhos, orgânicos, iogurte feito com leite de animal criado no pasto, leite cru e orgânico de vaca criada no pasto, sal marinho celta e ovos.

O selênio, importante para a saúde da tireoide, ajuda na redução de inflamações, regula as respostas imunes e previne doenças crônicas.

É encontrado na água, no solo, no salmão pescado na forma selvagem no Alasca, nas castanhas brasileiras, em produtos lácteos, alho, cebolas, tomates e sementes de girassol.

Tirosina - Ajuda regular Tireoide


A tirosina é um aminoácido envolvido em praticamente todas as proteínas do organismo. É parte essencial da produção de diversos produtos químicos do cérebro, tais como os neurotransmissores e a dopamina, regulando hormônios como os da tireoide e, até mesmo, afetando o humor.

Poucos alimentos que contêm tirosina, como trigo e soja, não são saudáveis, especialmente para pessoas com hipotireoidismo. No entanto, diversas fontes saudáveis incluem amêndoas, bananas, salmão pescado na forma selvagem no Alasca, aves criadas ao ar livre em pasto orgânico, abacates, semente de abóbora e ovos orgânicos de aves criadas ao ar livre.

Quais Alimentos Desencadeiam Problemas na Tireoide?

Os alimentos que podem provocar problemas para a tireoide têm uma coisa em comum: eles não são reais. Conforme observado pela Mind Body Green:

“Alimentos refinados, processados, homogeneizados, pasteurizados, geneticamente modificados e artificialmente aromatizados (ou coloridos ou conservados). A chave para estabilizar o organismo, não somente encobrindo as enfermidades ou alterando os sintomas, mas realmente estabilizando o organismo, é produzir. A chave para a deterioração da saúde são os alimentos refinados, processados.”

Em particular, os seguintes alimentos, frequentemente encontrados em alimentos processados, podem ser problemáticos. Em primeiro lugar:

- Glúten: em caso de qualquer problema com a tireoide, a primeira coisa a ser eliminada é o glúten. Ele causa inflamação, mau funcionamento gastrointestinal, distúrbio da tireoide e outros problemas.

- Soja não fermentada: não importa quantas afirmações informando que produtos naturais à base de soja são saudáveis, a soja pode alterar a função hormonal, especialmente em mulheres. Uma infinidade de estudos indica que os fitoestrógenos da soja podem danificar a tireoide e causar declínios cognitivos.

- Alimentos Geneticamente Modificados (GE): alimentos geneticamente modificados podem desencadear tanto a Doença de Graves quanto a doença de Hashimoto corroendo o revestimento intestinal.

- Brominas: a bromina é um aditivo alimentar processado, prejudicial ao sistema endócrino, frequentemente encontrado na farinha usada em pães e alimentos de panificação, refrigerantes, bebidas esportivas, creme dental, enxaguante bucal, peças plásticas de computadores, estofados e pesticidas dispersados em morangos.

Uma boa alimentação desempenha grande papel no gerenciamento e, até mesmo, na reversão dos sintomas de hipotireoidismo. Como sempre, é melhor obter nutrientes através de alimentos do que através de suplementos, se possível.

Com informação de Mercola

Cuidado com o uso do Paracetamol x Dano no Fígado



Ingerir uma dose um pouco acima da recomendada do analgésico paracetamol pode ser fatal. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, publicada no jornal British Journal of Clinical Pharmacology.

Pesquisadores britânicos analisaram 161 casos do que denominaram de "overdose escalonada" durante seis anos. Segundo eles, muitas pessoas que usam a droga para combater uma dor não percebem quando tomam um pouco mais do que precisariam. E acabam repetindo tal procedimento por diversas vezes.

“Não é uma overdose maciça, do tipo ingerida por pessoas que tentam se matar, mas com o tempo os danos se acumulam e podem ser fatais”, diz Kenneth Simpson, um dos responsáveis pelo estudo.

Para realização da pesquisa, foram estudados 663 pacientes que haviam sido admitidos no centro médico Royal Infirmary, em Edimburgo, com dano no fígado provocado por paracetamol. 

Ao todo, 161 deles haviam tomado overdoses sucessivas, normalmente para aliviar dores como dores abdominal, muscular, de cabeça e de dente.

De acordo com o estudo, tal problema dificilmente é detectado por meio de exames sanguíneos, já que pessoas com overdoses sucessivas podem ter níveis baixos de paracetamol no sangue.

Os efeitos para a saúde de overdoses de paracetamol são mais graves do que uma única overdose com grande quantidades de comprimidos, dizem os pesquisadores.

Normalmente, cada comprimido contém cerca de 500 mg de paracetamol e recomendações gerais indicam que adultos podem ingerir até, no máximo, dois comprimidos a cada quatro ou seis horas.


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