Ácido Folínico e Autismo: novas descobertas mostram melhora em comunicação e comportamento


Ácido Folínico e Autismo: novas descobertas mostram melhora em comunicação e comportamento




Nos últimos anos, a ciência tem trazido novas esperanças para famílias de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Uma dessas descobertas envolve o uso do ácido folínico, uma forma ativa da vitamina B9 (folato), que tem mostrado resultados positivos em estudos clínicos de alta qualidade.

Dois ensaios clínicos recentes e controlados por placebo — o padrão-ouro da pesquisa médica — apontaram que a suplementação com ácido folínico pode melhorar sintomas do autismo, incluindo comportamento, linguagem e comunicação.


💊 O que é o ácido folínico?

O ácido folínico, também chamado de leucovorina, é uma forma especial do ácido fólico já pronta para uso pelo corpo.
Enquanto o ácido fólico comum precisa ser convertido por enzimas específicas (como a MTHFR), o ácido folínico atua diretamente nas células, ajudando na produção de neurotransmissores e na proteção do cérebro.

Isso o torna especialmente útil para pessoas com alterações genéticas ou imunológicas que dificultam o aproveitamento do folato comum — algo comum em algumas crianças com autismo.


📊 O que mostram os estudos científicos

🧩 Estudo indiano de 2024: melhora nos sintomas gerais do autismo

Um ensaio clínico randomizado e duplo-cego, realizado por Panda e colaboradores (2024), analisou 80 crianças de 2 a 10 anos com diagnóstico de TEA.
Metade recebeu ácido folínico (2 mg/kg/dia, até 50 mg/dia) e a outra metade um placebo, durante 24 semanas.
Todos os participantes também continuaram suas terapias padrão, como ABA e integração sensorial.

✅ Resultados:

  • As crianças que tomaram ácido folínico apresentaram redução mais acentuada nos sintomas do autismo, medida pela Escala CARS.

  • Houve melhora no comportamento e na interação social, com menos ansiedade e retraimento.

  • O efeito foi ainda mais forte em crianças com altos níveis de autoanticorpos contra o receptor de folato, uma condição que pode dificultar a entrada de folato no cérebro.

  • Nenhum efeito colateral grave foi relatado.

👉 Conclusão: o ácido folínico é seguro e pode ajudar a reduzir a gravidade dos sintomas do TEA, especialmente em crianças com alterações imunológicas relacionadas ao folato.


🗣️ Estudo americano de 2016: melhora na fala e comunicação

Outro estudo importante, liderado por Richard Frye e equipe (2016), testou o uso de altas doses de ácido folínico em 48 crianças com autismo e atraso de linguagem durante 12 semanas.

✅ Resultados:

  • As crianças que receberam o suplemento tiveram melhora significativa na comunicação verbal, em comparação ao grupo placebo.

  • O efeito foi ainda maior em crianças positivas para os mesmos autoanticorpos (FRAA).

  • Também foram observadas melhoras comportamentais e sociais em diferentes escalas padronizadas.

  • Nenhuma diferença significativa nos efeitos colaterais foi observada entre os grupos.

👉 Conclusão: o ácido folínico pode melhorar a linguagem e o comportamento em crianças com autismo, especialmente quando há evidência de deficiência funcional de folato no cérebro.


🔬 Por que o ácido folínico pode ajudar?

Algumas crianças com TEA produzem autoanticorpos contra o receptor de folato (FRAA) — proteínas do sistema imunológico que bloqueiam a entrada do folato no cérebro.
Mesmo com níveis normais dessa vitamina no sangue, o cérebro acaba ficando “carente” dela.

O ácido folínico consegue atravessar essa barreira, chegando ao sistema nervoso central e ajudando a restabelecer o metabolismo cerebral.
Isso pode melhorar a comunicação entre neurônios, refletindo em avanços na fala, no comportamento e na atenção.


⚠️ Uso com orientação médica

Apesar dos resultados promissores, é importante reforçar que o ácido folínico não substitui as terapias comportamentais e educacionais recomendadas para o autismo.
Seu uso deve ser feito com acompanhamento médico, pois envolve doses específicas e avaliação de marcadores imunológicos (como o teste para FRAA).


🌟 Conclusão

Os estudos mostram que o ácido folínico pode ser um aliado poderoso no cuidado de crianças com autismo, especialmente naquelas com alterações relacionadas ao metabolismo do folato.
Ele apresenta bons resultados na fala, comunicação e comportamento, com excelente perfil de segurança.

Embora ainda sejam necessárias pesquisas maiores, as evidências atuais já apontam para uma nova abordagem promissora dentro da suplementação nutricional para o TEA.


🔖 Fontes científicas

  1. Panda PK, Sharawat IK, Saha S, Gupta D, Palayullakandi A, Meena K. Efficacy of oral folinic acid supplementation in children with autism spectrum disorder: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. European Journal of Pediatrics, 2024. DOI: 10.1007/s00431-024-05762-6.

  2. Frye RE, Slattery J, Delhey L, et al. Folinic acid improves verbal communication in children with autism and language impairment: a randomized double-blind placebo-controlled trial. Molecular Psychiatry, 2016. DOI: 10.1038/mp.2016.168.


Dez Alimentos para Ficar Saudável e Magro no Inverno




Inverno é uma época que muitos ganham peso, imagina quando junta férias com inverno? 

Férias de inverno se iniciam em Julho e é justamente ai que temos que ter cuidado redobrado com a alimentação, conheça aqui 10 alimentos para ficar saudável durante as férias de inverno.

No inverno é quase inevitável não pegar uma gripe ou ganhar uns quilinhos a mais. Mesmo que as pesquisas nos digam que a temperatura externa tem a ver com pegar um resfriado, sabemos que certas escolhas de estilo de vida, como ir para a cama muito tarde, muita estresse e uma dieta pobre pode contribuir para um sistema imunológico aleijado. 

Você pode alvejar certos nutrientes para ajudar a estimular o sistema imunitário, tais como a vitamina C, vitamina a, vitamina D, vitamina e, vitaminas do complexo B, selénio, zinco, probióticos, flavonóides, certos aminoácidos e fibra. Alguns destes nutrientes ativam o sistema imunológico, enquanto outros defendem ou reforça.

Para ter uma maior chance de passar um inverno livre de doença, adicione os seguintes alimentos a sua dieta:

Iogurte

Escolha versões contendo probióticos que venham notadas por um selo afirmando que "culturas vivas e ativas" estão presentes. Olhe para a vitamina D também. Um valor diário (DV) de 20% no Painel Nutricional é considerado uma boa fonte de vitamina D. A deficiência de vitamina D está associada com aumento do risco de gripes e resfriados. Um copo de 200ml por dia

Frutas vermelha escura

A cor escura ou clara em bagas é um sinal de antocianinas, que são acreditados para fortalecer o sistema imunológico e combater a doença. Como amoras, mirtilos, morangos e framboesas, entre outras versões exóticas. Todo dia uma porção e 3 a 5 porções de frutas de todas as cores por dia.

Amêndoas

Amêndoas contêm vitamina E, que atua como um antioxidante, retardando o processo de danos celulares. A vitamina E é também conhecida por estimular o sistema imunitário. Consuma 2 por dia

Repolho

Glutamina, um aminoácido que é a chave em propriedades imuno-reforço deste vegetal. Consuma a vontade

Aveia ou cevada

Estes grãos contêm uma fibra especial chamada beta-glucano, que atua como um antioxidante e um agente anti-microbiano, que luta contra microrganismos prejudiciais.

Alho

O ingrediente especial no alho é alicina, que luta contra infecção e bactérias. Use como tempero em vez de temperos prontos.

Peixe

Peixe é uma fonte de selénio, atua como uma ajuda de células brancas do sangue (as células de combate preliminar do sistema imunitário). Também é rica em gorduras omega-3, que são úteis na redução da inflamação, aumentando o fluxo de oxigênio e proteger os pulmões. Consumir 300 gramas por dia em dias alternados

Carne

A carne bovina é uma potência de zinco; zinco ajuda desenvolver as células brancas do sangue no sistema imunitário. Pessoas com uma ligeira deficiência de zinco são mais susceptíveis à infecção. Consumir 300 gramas por dia

A batata-doce

Este vegetal é rico em vitamina A, que ajuda a construir o tecido conjuntivo como a pele. A pele é a primeira linha de defesa para combater as infecções bacterianas e outras. Consumir 200 gramas por dia

Toranja

Não só uma boa fonte de vitamina C, toranja é carregado com flavonóides, que ajudam a ativar o sistema imunológico. Consumir 1 por dia

​Emagrecer é no mínimo 80% alimentação e 20% exercícios! 

Então como emagrecer no inverno onde a maioria das pessoas sentem mais fome e tem menos vontade se exercitar? 

Esse desafio pode ser contornado se for feito um treino personalizado a sua rotina e uma programação alimentar como:

Dieta da Sopa do Hospital do Coração ou Dieta da Sopa incor uma famosa receita de sopa, usada por pacientes que precisam perder peso rápido e ficar nutridos e bem antes de uma cirurgia, ela cai super bem nos dias frios.

Dieta da Sopa 

A dieta liquida que varia caldos quentes e pode ser tomado o dia todo no inverno, hidrata, mata a fome e promove o emagrecimento rápido.

Dieta chá

Dieta chá para emagrecer que são uma enorme variedades de chás que potencializa o emagrecimento rápido e natural.

 Dieta Dukan Cardápio

Na Dieta Dukan o cardápio é em sua maioria, liquido, carne e legumes.

Dieta de Inverno Cardápio

Busque levar um vida saudável, coma alimentos frescos, coma varias vezes ao dia pratos pequenos 150gramas a 200gramas e de baixa caloria para não passar fome e emagrecer saudável, se programe e use sempre as receitas para emagrecer .

Se nenhuma dieta funcionar ou se você ja fez dietas perdeu peso e sempre volta engordar em pouco espaço de tempo, sente outros mal estar como: sente fraqueza, desanimo, dor nas articulações, dor de cabeça, dor no peito, torturas, excesso ou falta de sono, ou qualquer outro sintoma ruim procure um profissional de saúde.

Parceria com Rosi Feliciano - Autora

Principais Sintomas do Diabetes na Fase Inicial


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O diabetes mellitus hoje em dia está cada vez mais se tornando uma doença comum no Brasil, atingindo quase 10% da população,  esta  doença é causada pelo excesso de glicose (açúcar) na corrente sanguínea. Existem basicamente dois tipos de diabetes, chamados de diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2:

Diabetes mellitus Tipo 1

O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas produz muito pouca ou nenhuma insulina. A insulina é um hormônio que ajuda o corpo a absorver e utilizar glicose dos alimentos. Sem insulina, os níveis de glicose tornam-se mais elevados que o normal.

Diabetes mellitus Tipo 2

O diabetes mellitus tipo 2 é uma doença crônica que ocorre por uma combinação de produção insuficiente de insulina e resistência do corpo à mesma. Ou seja,  o paciente produz menos insulina do que deveria e ela ainda funciona mal. O diabetes tipo 2 está intimamente ligado ao sedentarismo e ao excesso de peso.


SINTOMAS DO DIABETES NA FASE INICIAL

1- Excesso de urina

O excesso de urina, chamado em medicina de poliúria, é um dos primeiros sinais e sintomas do diabetes. Quando há uma elevada concentração de glicose no sangue, geralmente acima de 180mg/dl, o corpo precisa arranjar meios de eliminar este excesso; o caminho mais fácil é pelos rins, através da urina. Como não podemos urinar açúcar puro, o rim precisa dilui-lo com água para poder eliminá-lo. Portanto, quanto maior for a glicemia (concentração de glicose no sangue), mais urina o paciente eliminará.

2- Sede excessiva

Se o paciente diabético urina em excesso, ele perderá mais água do que era suposto, ficando desidratado. A sede é principal mecanismo de defesa do organismo contra a desidratação.

O paciente diabético que não controla sua glicemia, seja por má aderência ao tratamento ou simplesmente porque ainda não descobriu que tem diabetes, acaba por entrar em um ciclo vicioso. O excesso de glicose aumenta a quantidade de água perdida na urina, fazendo o paciente urinar com grande frequência. A perda de água causa desidratação, que por sua vez desencadeia uma sede excessiva. O paciente bebe muita água, mas como a glicose continua muito alta no sangue, ele mantem-se urinando a toda hora.

3- Cansaço

O cansaço crônico é outro sintoma comum do diabetes e ocorre por dois fatores:

a. Pela desidratação: explicada no tópico anterior.

b. Pela incapacidade das células em receber glicose: a glicose é a principal fonte de energia das células; é o combustível do nosso organismo. Quem promove a entrada de glicose do sangue para dentro das células é a insulina, que no diabetes tipo 1 é inexistente e no diabetes tipo 2 não funciona bem. Portanto, o diabetes mellitus se caracteriza essencialmente pela incapacidade do organismo em transportar glicose para as células, reduzindo a capacidade de produção de energia do corpo.

4- Perda de peso

A perda de peso é um sintoma muito comum no diabetes tipo 1. Pode também ocorrer no diabetes tipo 2 mas não é tão frequente.

A insulina também é o hormônio responsável pelo armazenamento de gordura e pela síntese de proteínas no organismo. Como no diabetes tipo 1 há ausência de insulina, o paciente para de armazenar gordura e de produzir músculos. Além disso, como não há glicose para gerar energia, as células acabam tendo que gerá-la a partir da quebra de proteínas e dos estoques de gordura do corpo. Portanto, o corpo sem insulina não gera músculos nem gorduras e ainda precisa consumir as reservas existentes.

Como no diabetes tipo 2 há insulina circulante, estes efeitos são menos evidentes. Além disso, no tipo 2 a resistência à ação da insulina vai se estabelecendo lentamente ao longo de anos, ao contrário do diabetes tipo 1, que cessa a produção de insulina de modo relativamente rápido. Na verdade, o diabetes tipo 2 está associado ao excesso de peso, que é a principal causa da resistência à insulina.

5- Fome excessiva

Como as células não conseguem glicose para gerar energia, o corpo interpreta este fato como se o paciente estivesse em jejum. O organismo precisa de energia e o único modo que ele conhece para obtê-la é através da alimentação.

Uma das características do emagrecimento do diabetes é que ele ocorre apesar do paciente alimentar-se com frequência. O problema é que a glicose ingerida não é aproveitada e acaba sendo perdida na urina.

No diabetes tipo 1 inicialmente há aumento da fome, mas em fases mais avançadas o paciente torna-se anorético, o que contribui ainda mais para a perda de peso.

6- Visão embaçada

Um sintoma muito comum do diabetes é a visão turva. O excesso de glicose no sangue causa um inchaço do cristalino, a lente do olho, mudando sua forma e flexibilidade, diminuindo a capacidade de foco, o que torna a visão embaçada. A visão costuma ficar turva quando a glicemia está muito elevada, voltando ao normal após o controle do diabetes.

Esta alteração nos olhos não tem nada a ver com a retinopatia diabética, a complicação oftalmológica que pode surgir após anos de diabetes. Esta será explicada na segunda parte deste artigo.

7- Cicatrização deficiente

O excesso de glicose no sangue, quando corre de modo crônico, causa inúmeros distúrbios no funcionamento do organismo. A dificuldade em cicatrizar feridas ocorre por uma diminuição da função das células responsáveis pela reparação dos tecidos, diminuição da proliferação celular e dificuldade em se gerar novos vasos sanguíneos.

8- Infecções

Assim como explicado no tópica acima, o diabetes também leva a distúrbios no sistema imunológico, por alterar o funcionamento das células de defesa. O diabético pode ser considerado um paciente imunossuprimido e apresenta maior risco de desenvolver infecções, nomeadamente infecção urinária 

9- Cetoacidose diabética

A cetoacidose diabética é uma complicação do diabetes tipo 1, sendo muitas vezes o primeiro sinal da doença. Como há ausência de insulina, as células não recebem glicose e precisam arranjar outra fonte para gerar energia. Como já explicado acima, a solução é queimar gordura e músculos. O problema é que estas duas fontes alternativas não geram tanta energia como a glicose e ainda produzem uma quantidade imensa de ácidos (chamados de cetoácidos), o que leva à cetoacidose.

A cetoacidose diabética costuma ocorrer quando os níveis de glicose no sangue ultrapassam os 500mg/dl e é uma emergência médica porque faz com que o pH do sangue caia a níveis perigosos, podendo levar à morte. Os sinais e sintomas da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor abdominal, confusão mental, prostração e dificuldade respiratória.

Leia o Texto na integra em MDSAÚDE

É perigoso Tomar Enalapril e Espironolactona juntos?

 


Uso Conjunto de Enalapril e Espironolactona: Benefícios e Riscos

O enalapril e a espironolactona são medicamentos amplamente utilizados no tratamento de doenças cardiovasculares, especialmente insuficiência cardíaca e hipertensão. Apesar de seus efeitos benéficos, o uso conjunto desses dois fármacos deve ser feito com cautela, pois pode trazer riscos à saúde se não houver acompanhamento médico adequado.


O que é o Enalapril?

O enalapril é um medicamento da classe dos inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina). Ele age promovendo a dilatação dos vasos sanguíneos, facilitando o bombeamento do coração e reduzindo a pressão arterial. É comumente usado em casos de:

  • Hipertensão arterial

  • Insuficiência cardíaca

  • Proteção renal em pacientes diabéticos


O que é a Espironolactona?

A espironolactona é um diurético poupador de potássio e também atua como antagonista da aldosterona. Ela ajuda a eliminar o excesso de sódio e água do corpo, sem provocar perda de potássio, o que é útil em:

  • Insuficiência cardíaca

  • Hipertensão resistente

  • Síndromes edematosas (como ascite na cirrose)

  • Hiperaldosteronismo


⚠️ Riscos do Uso Conjunto:

Embora a associação possa ser necessária e eficaz em casos específicos (como em insuficiência cardíaca avançada), o uso simultâneo de enalapril e espironolactona pode levar a efeitos colaterais importantes, principalmente:

1. Hipercalemia (Excesso de Potássio no Sangue)

  • Ambos os medicamentos aumentam os níveis de potássio.

  • O risco de hipercalemia é alto, podendo causar arritmias cardíacas graves e até parada cardíaca.

  • Sintomas de alerta: fraqueza muscular, batimentos irregulares, formigamento.

2. Função Renal Prejudicada

  • A combinação pode agravar disfunções renais, especialmente em idosos ou pessoas com doenças renais pré-existentes.

  • Exige monitoramento regular da creatinina e da taxa de filtração glomerular.

3. Hipotensão

  • Como ambos reduzem a pressão arterial, podem causar queda excessiva da pressão, levando a tonturas, desmaios ou quedas.


Cuidados Recomendados:

  • O uso conjunto só deve ser feito com prescrição médica.

  • Exames laboratoriais frequentes são essenciais: potássio, ureia, creatinina.

  • Evitar alimentos ricos em potássio (como banana, água de coco, batata) sem orientação.

  • Comunicar ao médico qualquer sinal de fraqueza, cansaço anormal ou batimentos cardíacos irregulares.


🩺 Conclusão

A associação entre enalapril e espironolactona pode ser eficaz em determinados tratamentos, mas envolve riscos significativos, especialmente a hipercalemia. O acompanhamento médico e laboratorial regular é fundamental para garantir a segurança do paciente e evitar complicações graves.

Se você ou um familiar utiliza esses medicamentos, não interrompa o uso por conta própria, mas converse com um profissional de saúde para tirar dúvidas e realizar o acompanhamento adequado.

Como Emagrecer sem Perder Músculos


Quando pensamos em emagrecimento, a primeira imagem que vem à mente costuma ser a de ver o número na balança cair. Mas será que esse peso perdido é realmente só gordura? A verdade é que, sem o cuidado correto, boa parte desse peso pode ser músculo — e isso pode trazer sérios prejuízos para sua saúde e aparência.

Neste artigo, você vai entender por que perder músculo durante o emagrecimento é um erro, e como evitar isso com estratégias práticas, baseadas na ciência.


Por Que Preservar os Músculos Durante o Emagrecimento?

O músculo não é apenas importante para quem quer um corpo definido. Ele é essencial para manter o metabolismo ativo, prevenir doenças como diabetes e hipertensão e garantir força, resistência e qualidade de vida ao longo dos anos.

Quando você entra em um processo de emagrecimento com déficit calórico (consumindo menos calorias do que gasta), o corpo tende a economizar energia. E como o músculo consome muita energia até em repouso, o corpo pode começar a "quebrar" esse tecido para poupar calorias — principalmente se a dieta for muito restritiva ou mal planejada.

Resultado: metabolismo mais lento, mais flacidez e menos saúde.


Como Evitar a Perda de Músculos no Processo de Emagrecimento?

1. Defina um Déficit Calórico Moderado

Cortar muitas calorias de uma vez só é um erro comum. O ideal é reduzir entre 300 e 500 calorias por dia, dependendo do seu corpo e rotina. Déficits agressivos aumentam a perda muscular e favorecem o temido efeito sanfona.

2. Priorize a Proteína

A proteína é o nutriente essencial para a preservação muscular. O recomendado é consumir entre 1,4 e 2 gramas de proteína por kg de peso corporal diariamente. Se você pesa 70 kg, por exemplo, deve consumir entre 98 e 140 gramas de proteína por dia.

Boas fontes:

  • Carnes magras

  • Ovos

  • Peixes

  • Leite e derivados

  • Proteína vegetal (soja, grão-de-bico, lentilhas)

3. Hidrate-se Adequadamente

O músculo é composto por cerca de 70% de água. Beber 30 a 40 ml de água por kg de peso corporal por dia ajuda a manter a função muscular e o metabolismo ativo.

4. Faça Exercícios de Força

Musculação e outros exercícios de resistência são indispensáveis para preservar (e até ganhar) massa muscular durante o emagrecimento. Treinar força pelo menos 2 a 3 vezes por semana potencializa os resultados e evita a perda de músculos.

5. Cuide do Aspecto Emocional

Estresse e cobrança excessiva podem sabotar seu progresso. O emagrecimento deve ser um processo equilibrado e sustentável. Evite dietas restritivas e rotinas exaustivas. Priorize sua saúde mental.


Conclusão: Mais do que Perder Peso, Construa Saúde

Emagrecer com qualidade não significa apenas reduzir medidas, mas preservar aquilo que seu corpo tem de mais funcional: o músculo. Ele ajuda você a envelhecer com saúde, controlar doenças e manter o metabolismo ativo.

Adote um plano alimentar equilibrado, cuide da hidratação, pratique exercícios de força e respeite seu ritmo. Assim, você alcançará resultados mais sólidos e sustentáveis — e sua saúde agradecerá.


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Como Controlar Naturalmente sua Glicemia e Ter Mais Energia



Se tem uma tendência que está bombando, é o cuidado com a glicemia — ou seja, manter o açúcar no sangue em níveis equilibrados ao longo do dia.

Mas por que isso virou o assunto do momento? E como pequenas mudanças podem transformar sua saúde, disposição e até o humor?

Vamos te explicar tudo!


🚀 Por que o controle da glicemia está tão em alta?

Estudos recentes destacam como picos e quedas bruscas no açúcar do sangue podem:

✅ Aumentar a fome exagerada e a vontade de beliscar doces.
✅ Trazer aquela sonolência pesada depois do almoço.
✅ Influenciar o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal.
✅ Elevar o risco de diabetes tipo 2 no longo prazo.

Por isso, a internet está cheia de vídeos mostrando truques simples para suavizar esses picos, mantendo a energia mais estável o dia todo.



🍋 3 passos fáceis para aplicar já


🥗 1. Comece suas refeições por vegetais

Comer uma saladinha ou legumes antes do arroz e feijão faz a fibra criar uma “barreira natural”, retardando a absorção dos carboidratos. Isso ajuda a glicemia subir mais devagar.

Dica prática:

  • Pode ser só uns tomatinhos com azeite, ou até cenoura crua.

  • Já é suficiente para o efeito!


🥤 2. Tome água com vinagre de maçã

Um copo de água (200ml) com uma colher de chá de vinagre antes da refeição ajuda a reduzir o pico glicêmico.
O ácido acético do vinagre retarda a digestão dos carboidratos.

⚠️ Importante:

  • Consulte seu médico se tiver gastrite ou problemas digestivos antes de adotar.

  • Sempre dilua o vinagre em água!


🚶 3. Dê uma caminhadinha ou faça alongamento

Fazer 10 a 15 minutos de caminhada leve logo depois de comer ajuda os músculos a “sugar” a glicose do sangue.
Se não puder sair, até levantar e fazer tarefas de casa ou alguns agachamentos já ajuda.


✨ O que você ganha com isso?

✅ Mais saciedade e menos compulsão por doces.
✅ Menos “baque” de sono pós-almoço.
✅ Contribui para o controle do peso e saúde metabólica.
✅ Reduz risco futuro de diabetes e doenças cardiovasculares.


💡 Conclusão: um hábito simples que vale ouro

Não é à toa que o controle natural da glicemia virou a principal dica de saúde de 2025.
É prático, não exige produtos caros e traz benefícios que você sente no corpo logo nos primeiros dias.

Que tal começar hoje?
👉 No próximo almoço, experimente comer primeiro a salada, tomar a água com vinagre e dar uma voltinha pela casa depois. Seu corpo vai agradecer!



Estresse engorda e causa perda de massa muscular — entenda como isso acontece

 


Você já percebeu que em momentos de estresse é mais difícil manter a alimentação equilibrada? A vontade de comer doces ou alimentos gordurosos parece incontrolável. Mas por quê?

A resposta está no modo como o corpo reage ao estresse. Quando nos sentimos pressionados, ansiosos ou ameaçados, o cérebro entende que estamos em perigo — mesmo que esse “perigo” seja uma reunião tensa, trânsito ou preocupações do dia a dia. Como reação, ele ativa um mecanismo de sobrevivência e manda o corpo liberar hormônios como adrenalina e cortisol.

O cortisol, conhecido como o hormônio do estresse, aumenta a sensação de fome, fazendo com que o organismo queira se reabastecer rapidamente. E o problema é que, na maioria das vezes, não buscamos uma salada ou uma fruta. Segundo a pesquisadora Elissa Epel, da Universidade da Califórnia, é comum escolhermos alimentos ricos em açúcar e gordura porque eles ativam áreas do cérebro ligadas ao prazer, aliviando a tensão momentaneamente.

Mas os efeitos do cortisol vão além da fome exagerada.

Menos músculos, mais gordura

Quando os níveis de cortisol permanecem elevados por muito tempo, acontece algo ainda mais preocupante: a redução na produção de testosterona, um hormônio importante para o crescimento e manutenção dos músculos. Com menos testosterona, há perda de massa muscular — e com isso, o metabolismo desacelera, fazendo com que o corpo queime menos calorias ao longo do dia.

Além disso, o cortisol incentiva o corpo a armazenar gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos internos. Esse tipo de gordura é perigoso porque libera substâncias inflamatórias na corrente sanguínea, aumenta o colesterol e eleva o risco de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

Cuidar do estresse é cuidar do corpo

Controlar o estresse não é só uma questão emocional — é uma atitude fundamental para a saúde física. Boas noites de sono, prática regular de exercícios, alimentação balanceada e técnicas de relaxamento (como meditação e respiração consciente) são estratégias eficazes para manter o equilíbrio hormonal e proteger seu corpo dos efeitos negativos do estresse.

Lembre-se: mais importante do que controlar tudo ao seu redor é cuidar de como você reage ao que não pode controlar.

Várias Maneiras de Usar a Semente de Chia




As sementes de chia têm sido utilizadas há séculos pelas culturas antigas e, recentemente, se tornaram uma tendência de saúde. Se você nunca usou essa semente antes, experimente usá-la para fins culinários, de saúde ou de beleza. 

Originária do México, a chia é uma semente que foi muito consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física. 

Entre os principais componentes está o ômega 3 - em teor mais elevado do que o encontrado na linhaça. também tem fibras, cálcio, magnésio, potássio e proteína.


Usos para Saúde e Beleza



1-Hidrate o cabelo com gel de semente de chia. 

Um gel feito com essa semente e sumo de limão pode infundir o cabelo com umidade e proteger seus cachos do ar seco.

Modo de preparo:
  • Adicione 1/3 de xícara (80 ml) de sementes de chia em um recipiente selável e despeje 2 xícaras (500 ml) de água. Misture bem e espere de 5 a 10 minutos.
  • Misture novamente e deixe na geladeira por 15 minutos ou até se transformar em um gel.
  • Misture três colheres de sopa (45 ml) de sumo de limão no gel.
Aplique a mistura no cabelo e deixe-a agir por 10 minutos antes de enxaguá-la


2-Faça um esfoliador de semente de chia para sua pele.

As pequenas sementes de chia podem agir como um esfoliador natural quando misturadas com óleo de coco e sumo de limão.

Modo de preparo:

  • Misture 1/2 xícara (125 ml) de óleo de coco e uma colher de sopa (15 ml) de sumo de limão com duas colheres de sopa (30 ml) de sementes de chia.
  • Umedeça o rosto com água morna e aplique o esfoliador na pele. Deixe-o agir por dois minutos, enquanto se transforma em gel.
Remova a substância com uma toalha de rosto úmida e enxague o rosto com água fria ao terminar.


3-Prepare uma máscara de hidratação para sua pele. 

A combinação de claras de ovo, iogurte natural e óleo de semente de chia pode revitalizar a pele, deixando-a mais lisa e menos seca.

Modo de Preparo:

  • Misture bem duas claras de ovo, uma xícara (250 ml) de iogurte natural e uma colher de sopa (15 ml) de óleo de semente de chia comercial.
Aplique a mistura no rosto e deixe-a agir por 10 minutos antes de enxaguá-la com água fria.
As claras de ovo deixam a pele mais firme e o iogurte a deixa mais lisa. O óleo de chia ajuda a hidratar a pele.


4-Use o óleo de chia em um creme para os olhos. 

É possível aplicar esse óleo diretamente na área ao redor dos olhos antes de ir dormir toda noite para ajudar a reparar a pele.
  • Passe o óleo de chia comercial ao redor dos olhos, concentrando-se nas áreas mais inchadas.
O ômega-3 da chia reduzirá o inchaço e ajudará a combater rugas finas.


5-Trate a vermelhidão facial e cicatrizes com gel de chia. 

Este pode reduzir a inflamação graças à alta concentração de ômega-3.

Modo de preparo:
  • Misture uma colher de sopa (15 ml) de sementes de chia com três colheres de sopa (45 ml) de água e deixe formar um gel por 10 minutos. Misture algumas gotas de óleo essencial de lavanda para uma reação mais potente.
Aplique a mistura em áreas avermelhadas e cicatrizes. Deixe-a agir por alguns minutos antes de enxaguar com água fria.

6-Use sementes de chia como um tratamento médico alternativo. 

Essas sementes são utilizadas para ajudar a tratar a diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares.

As sementes de chia são ricas em ômega-3 e fibra alimentar. Estudos preliminares sugerem que esses nutrientes talvez sejam capazes de ajudar a minimizar os fatores de risco de várias formas de doenças cardíacas.
Talvez as pessoas com diabetes se beneficiem do consumo de 37 g de sementes chia "Salba" diariamente por 12 semanas. Essa dosagem pode ajudar a abaixar a pressão sanguínea e a reduzir a quantia de proteína c-reativa (PCR) inflamatórias e fatores de von Willebrand de formação de coágulo no sangue.

Você não deve ingerir sementes de chia se estiver grávida, amamentando, com risco de câncer de próstata, ou já com o câncer, ou sofrendo de altos níveis de triglicerídeos.
Converse com seu médico para determinar uma boa dosagem de sementes de chia de acordo com suas condições de saúde.


Usos Culinários



1-Use sementes de chia como um substituto do ovo

O gel de semente de chia feito com água pura pode ser utilizado como um substituto do ovo na maioria das receitas de assados.

Modo de preparo:

  • Moa um punhado dessas sementes em um moedor de café, liquidificador ou processador de alimentos.
  • Misture uma colher de sopa (15 ml) de sementes moídas com três colheres de sopa (45 ml) de água. Deixe de molho por 15 minutos ou até engrossar em um gel.
Essa quantidade pode ser utilizada como um substituto de um ovo em quase todo tipo de receita de assados.


2-Moa as sementes, transformando-as em farinha. 

É possível moer essas sementes em uma farinha grossa sem glúten que pode ser utilizada em diversas receitas.

Modo de preparo: 

  • Coloque um punhado de sementes em um processador de alimentos, moedor de café ou liquidificador e moa-as até formar o pó.
Para massas grossas, você pode substituir com a farinha de chia em partes iguais.
Para massas finas, misture uma parte de farinha de chia com três de farinha sem glúten.


3-Engrosse líquidos com as sementes de chia. 

Elas absorvem o líquido e dão uma textura mais grossa. Em quantidades muito concentradas, essas sementes podem transformar o líquido em gel, mas em quantidades pequenas, apenas age como um engrossador.

Modo de preparo: 
  • Adicione duas colheres de sopa (30 ml) de sementes moídas ou inteiras a sopas, guisados, molhos e caldos em vez de amido de milho ou farinha. Misture bem e espere 5 minutos para avaliar a nova grossura.
Continue adicionando sementes ao líquido, conforme necessário, para atingir a grossura desejada.


4-Crie uma opção de lanche saudável. 

Há uma variedade de lanches à base de semente de chia que você pode fazer em casa. Alguns dos mais fáceis incluem bolachas de chia e pudim de chia.
Existem diversas variações das bolachas de chia que você pode fazer, mas a maioria apenas requer que você misture as sementes com alguns condimentos e um pouco de água antes de assar.

Modo de Preparo:

  • Misture 1/2 xícara (125 ml) de sementes de chia com 1/2 xícara (125 ml) de sementes de girassol, 1/2 xícara (125 ml) de sementes de abóbora e 1/2 xícara (125 ml) de sementes de gergelim.
  • Misture uma xícara (250 ml) de água, um dente de alho ralado, uma colher de chá (5 ml) de cebola ralada e 1/4 de colher de chá de sal separadamente antes de misturar o líquido nas sementes.
  • Espalhe a mistura na assadeira e cozinhe por 30 minutos a 160° C.
  • Corte a mistura em formas de bolacha, vire-a para o outro lado e asse por mais 30 minutos antes de servir.
É possível fazer pudim de chia misturando duas xícaras (500 ml) de leite de coco, 1/2 xícara (125 ml) de sementes de chia, duas colheres de sopa (30 ml) de pó de cacau, uma colher de chá (5 ml) de extrato de baunilha e uma colher de sopa (15 ml) de mel. Deixe na geladeira por 10 minutos antes de servir.


5-Experimente as sementes de chia em vez de recheios com pão. 

Se você desejar uma maneira saudável de adicionar recheio a almôndegas ou frango, carne suína e peixes, essas sementes podem ser muito úteis.
Se você precisar engrossar carne com um recheio, adicione duas a três colheres de sopa (30 a 45 ml) de sementes de chia para cada 450 g de carne e misture bem.
Para usar as sementes de chia como recheio, misture partes iguais dessas sementes com farinha de amêndoa ou outro tipo de farinha sem glúten. Espalhe cortes de carne nessa mistura e cozinhe normalmente.


6-Cultive brotos de chia para fazer saladas. 

Você pode cultivá-las da mesma maneira que você cultiva brotos de feijão. Esses brotos são crocantes, saudáveis e ótimos para saladas e guarnições.

Modo de Preparo: 

  • Coloque um punhado de sementes de chia em um pote de vidro. Encha-o com água e espere cerca de 5 minutos.
  • Drene a água e deixe as sementes no pote tampado por alguns dias.
  • Enxague as sementes com água a cada 12 horas, retirando a água do pote.
Os brotos devem estar prontos dentro de alguns dias.


7-Faça um gel energético. 

As sementes de chia misturadas com água de coco podem formar um gel energético hidratante que é muito mais saudável que bebidas açucaradas e gel comercial.

Modo de Preparo:

  • Adicione duas colheres de sopa (30 ml) de sementes de chia a uma xícara (250 ml) de água de coco. Espere 10 minutos até um gel fino se formar.
Esse gel pode ser consumido como uma bebida energética e pode ser benéfico para crianças e adultos.


8-Prepare uma geleia caseira. 

Você pode fazer um purê com bagas e misturar com as sementes de chia, criando uma geleia simples e deliciosa.

Modo de Preparo:

  • Misture uma xícara (250 ml) de bagas com uma colher de sopa (15 ml) de sementes de chia e uma colher de sopa (15 ml) de água morna. Misture em um processador de alimentos para dar à mistura uma consistência de geleia.
Espere uma hora antes de usar a mistura.


9-Misture sementes puras em outros alimentos. 

Também é possível apreciar essas sementes puras. No entanto, em vez disso, talvez você ache um pouco mais apetitoso adicionar sementes puras em saladas, frituras, granola e outros alimentos, como uma guarnição simples.

Fonte : wikihow

Estresse engorda



O cérebro estressado age como se estivesse em perigo, ordenando ao corpo que ele tem de se reabastecer de energia e comer.

Não tem jeito. O estresse faz parte da vida. O que talvez poucos saibam é que ele também tem a sua responsabilidade no aumento dos ponteiros da balança. O corpo responde a ele – seja estresse físico, seja psicológico – da mesma forma.

Cada vez que você tem um dia complicado, o cérebro age como se você estivesse em perigo e ordena às células do corpo para liberar potentes hormônios, entre eles a adrenalina e o cortisol, que dizem ao organismo que ele deve se reabastecer de energia, fazendo-o ter fome, muita fome.

A liberação de cortisol continua até que as coisas se acalmem. O problema é que são poucos aqueles que têm cenouras e barrinhas à mão. "A maioria acaba se enchendo de doces e comidas ricas em gordura porque elas estimulam o cérebro a liberar substâncias químicas ligadas ao prazer, que reduzem a tensão", explica Elissa Epel, da Universidade da Califórnia.

E mais: quando as glândulas adrenais produzem cortisol, cai a fabricação da testosterona, hormônio ligado ao crescimento muscular. "Com o tempo, isso leva a uma redução da massa muscular e, com isso, o corpo queima menos calorias."

O hormônio também encoraja o corpo a estocar gordura, especialmente a do tipo visceral, perigosa porque circunda órgãos vitais e libera ácidos graxos ao sangue, elevando os níveis de colesterol e abrindo caminho para as doenças do coração e o diabetes.

Ferritina Baixa: Causas, Tratamento e Alimentação

 


A ferritina é uma proteína responsável pelo armazenamento de ferro no organismo. Quando seus níveis estão baixos, isso pode indicar deficiência de ferro, o que pode levar à anemia ferropriva.


Causas da Ferritina Baixa

A diminuição dos níveis de ferritina pode ser causada por diversos fatores, incluindo:

  • Deficiência de ferro na alimentação: Dietas pobres em ferro podem levar à redução dos estoques do mineral.
  • Perdas sanguíneas: Sangramentos gastrointestinais (úlceras, gastrites, hemorroidas) e menstruação intensa podem causar a queda da ferritina.
  • Má absorção de ferro: Doenças como celíase, gastrite atrófica e síndrome do intestino irritável podem prejudicar a absorção de ferro.
  • Doação frequente de sangue: Pode reduzir os estoques de ferro do organismo.
  • Gravidez: Durante a gestação, a necessidade de ferro aumenta, podendo levar à queda da ferritina.

A Glicose Interfere nos Níveis de Ferritina?

A relação entre glicose e ferritina é complexa. Pessoas com diabetes tipo 2 podem apresentar ferritina elevada devido a inflamações crônicas. No entanto, em casos de desnutrição ou dietas inadequadas, baixos níveis de ferritina podem estar presentes. A resistência à insulina também pode afetar a absorção de ferro.


Tratamento para Ferritina Baixa

O tratamento depende da causa subjacente e pode incluir:

  1. Suplementação de ferro: Geralmente recomendada por um médico, na forma de comprimidos ou injeções.
  2. Mudanças na dieta: Aumentar a ingestão de alimentos ricos em ferro.
  3. Correção de problemas gastrointestinais: Se houver dificuldades na absorção, o médico pode tratar condições como gastrite ou refluxo.

Alimentos que Ajudam a Aumentar a Ferritina

Para aumentar os níveis de ferro e, consequentemente, a ferritina, é importante consumir alimentos ricos no mineral:

  • Ferro heme (melhor absorção):
    • Carnes vermelhas (fígado, carne bovina, frango)
    • Peixes e frutos do mar
  • Ferro não heme (absorção menor, mas útil):
    • Folhas verdes escuras (espinafre, couve)
    • Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico)
    • Sementes e oleaginosas (chia, gergelim, castanhas)
    • Cereais integrais e tofu
  • Vitamina C para melhor absorção do ferro:
    • Laranja, acerola, kiwi, morango

Evite consumir ferro junto com:

  • Café, chá preto e leite, pois reduzem a absorção.

Relação entre Ferritina, Anemia e Tireoide

  • Anemia ferropriva: A ferritina baixa pode indicar baixa reserva de ferro, levando à anemia, que causa fadiga, fraqueza e palidez.
  • Tireoide: O ferro é essencial para a produção dos hormônios tireoidianos. Baixos níveis de ferritina podem agravar distúrbios como hipotireoidismo.

Se os níveis de ferritina estiverem baixos, é importante investigar as causas e buscar acompanhamento médico para evitar complicações.

Ferritina Alta: Causas e Tratamento



A ferritina é uma proteína responsável pelo armazenamento de ferro no organismo. Quando seus níveis estão elevados, pode ser um indicativo de excesso de ferro no sangue, condição chamada hiperferritinemia. Esse excesso pode causar danos aos órgãos e está associado a diversas condições de saúde.

Causas da Ferritina Alta

A elevação da ferritina pode ter diversas origens, incluindo:

  • Doenças genéticas: A hemocromatose hereditária é a principal condição genética associada ao excesso de ferro, levando à sua absorção excessiva pelo intestino.
  • Processos inflamatórios: Infecções, doenças autoimunes e inflamações crônicas podem aumentar os níveis de ferritina, mesmo sem excesso de ferro.
  • Doenças hepáticas: Condições como esteatose hepática, hepatites e cirrose podem elevar a ferritina devido à sobrecarga do fígado.
  • Doenças metabólicas: A síndrome metabólica, caracterizada por obesidade, diabetes tipo 2 e resistência à insulina, pode estar associada à hiperferritinemia.
  • Consumo excessivo de ferro: Alimentação muito rica em ferro ou uso indiscriminado de suplementos podem levar ao acúmulo da substância.
  • Consumo excessivo de álcool: O álcool pode aumentar a absorção de ferro, além de sobrecarregar o fígado.

Tratamento e Controle da Ferritina Alta

O tratamento da ferritina elevada depende da causa subjacente. Algumas estratégias incluem:

  1. Mudança na alimentação

    • Evitar alimentos ricos em ferro, como carnes vermelhas, vísceras (fígado, coração de galinha, moela) e frutos do mar crus.
    • Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, pois o álcool pode aumentar a absorção de ferro.
    • Evitar alimentos fortificados com ferro, como produtos industrializados enriquecidos.
    • Evitar consumir vitamina C junto com ferro, pois ela aumenta a absorção do mineral. Frutas como laranja, acerola e kiwi devem ser consumidas separadamente das refeições principais.
    • Evitar vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis, pois contêm ferro.
  2. Aumentar o consumo de alimentos que reduzem a absorção de ferro

    • Cálcio e derivados do leite: Leite, queijo e iogurte competem com o ferro na absorção intestinal.
    • Chás e café: O chá preto, chá verde, chá mate e café contêm taninos que dificultam a absorção do ferro. O ideal é consumi-los antes ou após as refeições.
    • Alimentos ricos em fitatos e fibras, como sementes, grãos integrais e farelo de aveia.
    • Chocolate amargo: Contém oxalatos que reduzem a absorção de ferro.
  3. Tratamentos médicos

    • Flebotomia (sangria terapêutica): Indicação para casos de hemocromatose ou sobrecarga de ferro grave. Envolve a retirada periódica de sangue para reduzir os estoques de ferro.
    • Uso de quelantes de ferro: Medicamentos que ajudam a eliminar o ferro do organismo em casos mais graves.
    • Controle das doenças associadas, como diabetes, obesidade e doenças hepáticas.

Conclusão

A ferritina alta pode ser um sinal de excesso de ferro ou uma resposta inflamatória do organismo. O diagnóstico correto e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações. A dieta é uma parte importante do manejo, ajudando a reduzir a absorção do ferro e a proteger a saúde geral do paciente. Caso os níveis estejam elevados, é fundamental procurar um médico para avaliação e orientação adequada.

Ora-pro-nóbis - Antioxidante Natural

 O ora-pro-nóbis é uma planta que tem ganhado cada vez mais atenção devido aos seus incríveis benefícios para a saúde. Ele é rico em proteínas, fibras, vitaminas e minerais essenciais, tornando-se uma opção nutritiva para melhorar a dieta. Aqui estão alguns dos principais benefícios dessa planta:

  1. Rica fonte de proteínas: O ora-pro-nóbis é conhecido por ser uma excelente fonte de proteínas vegetais, o que é ótimo para quem segue uma alimentação vegetariana ou vegana. Ele ajuda na construção e reparação dos tecidos do corpo.

  2. Alta quantidade de fibras: As fibras presentes no ora-pro-nóbis ajudam a melhorar o trânsito intestinal, prevenindo constipação e auxiliando na digestão. Além disso, contribui para o controle do colesterol.

  3. Rico em vitaminas e minerais: A planta é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, vitamina C, ferro e cálcio, nutrientes essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico, ossos e sistema nervoso.

  4. Propriedades antioxidantes: O ora-pro-nóbis possui compostos antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres no organismo, o que pode retardar o envelhecimento celular e proteger o corpo contra doenças crônicas.

  5. Auxílio no controle de doenças crônicas: Por sua ação antioxidante, anti-inflamatória e nutricional, o ora-pro-nóbis pode ajudar no controle de doenças como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.


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Além de todos esses benefícios para a saúde, o ora-pro-nóbis é uma planta de fácil cultivo, o que torna seu consumo acessível para muitas pessoas. É uma excelente alternativa para incluir na alimentação de forma prática e saudável!

Portanto, se você está buscando uma forma natural e eficaz de complementar sua dieta e melhorar a saúde, o ora-pro-nóbis pode ser uma excelente escolha. Não deixe de incluir essa poderosa planta na sua rotina alimentar e aproveite todos os seus benefícios!

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