- anorexia;
- retardo no crescimento e defeito no crescimento fetal;
- cicatrização lenta;
- intolerância à glicose pela diminuição de produção de insulina;
- hipogonadismo;
- impotência sexual e atrofia testicular;
- atraso na maturação sexual e esquelética;
- restrição da utilização de vitamina A;
- disfunções imunológicas, ocorrendo infecções intercorrentes; hipogeusia (o Zn é componente da gustina, uma proteína envolvida com o paladar);
- desordens de comportamento, aprendizado e memória;
- diarréia;
- dermatite;
- alopecia.
Fonte de Zinco nos Alimentos
Qual é melhor? Forxiga (Dapagliflozina) ou Glifage XR (Metformina de Liberação Prolongada)
O controle eficaz da glicemia é fundamental no manejo do diabetes mellitus tipo 2, uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.
Entre os diversos medicamentos disponíveis para o tratamento dessa doença, Forxiga (dapagliflozina) e Glifage XR (metformina de liberação prolongada) se destacam devido aos seus mecanismos de ação distintos e benefícios clínicos comprovados.
Compreender as diferenças entre esses tratamentos é essencial para a escolha da terapia mais adequada, garantindo um controle glicêmico eficiente e uma melhor qualidade de vida para os pacientes.
Forxiga (Dapagliflozina)
Mecanismo de Ação
Forxiga é um medicamento da classe dos inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 (SGLT2). Ele atua nos rins, inibindo a reabsorção de glicose no túbulo renal proximal, aumentando assim a excreção de glicose pela urina. Isso resulta em uma redução dos níveis de glicose no sangue.
Tempo de Ação
A dapagliflozina é rapidamente absorvida após a administração oral, com a concentração máxima no plasma ocorrendo em aproximadamente 2 horas após a dose. A meia-vida de eliminação é de cerca de 12,9 horas, permitindo uma administração diária.
Eficácia no Controle da Glicose
Estudos clínicos demonstraram que Forxiga pode reduzir significativamente os níveis de hemoglobina A1c (HbA1c), glicose de jejum e glicose pós-prandial. Ele também tem benefícios adicionais, como perda de peso e redução da pressão arterial.
Efeitos Colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns incluem infecções genitais e do trato urinário, devido ao aumento de glicose na urina, além de desidratação, hipotensão e um pequeno risco de cetoacidose diabética.
Glifage XR (Metformina de Liberação Prolongada)
Mecanismo de Ação
A metformina é um medicamento da classe das biguanidas. Ela reduz a produção de glicose pelo fígado, diminui a absorção intestinal de glicose e melhora a sensibilidade à insulina, aumentando a captação e utilização de glicose pelas células musculares.
Tempo de Ação
A formulação XR (liberação prolongada) permite uma liberação gradual da metformina no trato gastrointestinal, o que prolonga a sua ação e mantém níveis plasmáticos mais estáveis. A absorção ocorre ao longo de 6 horas após a administração, e a meia-vida de eliminação é de aproximadamente 6,2 horas.
Eficácia no Controle da Glicose
A metformina é eficaz na redução dos níveis de HbA1c, glicose de jejum e glicose pós-prandial. Além disso, tem benefícios adicionais, como a melhora do perfil lipídico e a perda de peso ou manutenção do peso.
Efeitos Colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns da metformina incluem desconforto gastrointestinal, como náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. A formulação XR tende a ter menos efeitos colaterais gastrointestinais em comparação com a formulação de liberação imediata. Em raros casos, a metformina pode causar acidose láctica, uma condição grave.
Comparação: Controle da Glicose, Efeitos Colaterais e Tempo de Ação
Controle da Glicose: Ambos os medicamentos são eficazes na redução dos níveis de HbA1c, glicose de jejum e glicose pós-prandial. A escolha entre eles pode depender do perfil individual do paciente e da resposta ao tratamento.
Efeitos Colaterais: Forxiga tende a ter efeitos colaterais como infecções genitais e urinárias, enquanto Glifage XR pode causar desconforto gastrointestinal. Forxiga também tem um risco pequeno de cetoacidose diabética, enquanto a metformina tem um risco pequeno de acidose láctica.
Tempo de Ação: Forxiga é administrada uma vez ao dia e tem uma meia-vida de cerca de 12,9 horas, enquanto Glifage XR também é administrada uma vez ao dia, com uma meia-vida de eliminação de cerca de 6,2 horas. A liberação prolongada da metformina permite uma ação mais estável ao longo do dia.
A escolha do medicamento ideal deve ser feita pelo médico, levando em consideração as características individuais do paciente, suas necessidades específicas, e a resposta aos tratamentos anteriores.
Anticoncepcionais - Qual devo Usar ?
- Tomar o 1º comprimido da cartela no 1º dia de menstruação. Deve-se tomar 1 por dia, conforme as indicações da cartela, até o último comprimido.
- Quando estes acabarem, deve-se fazer uma pausa de 7 dias e, no oitavo dia de pausa, iniciar uma nova cartela.
- Caso haja esquecimento de tomar a pilula no horário habitual, deve tomá-la no período das 12 horas subsequentes. Se houver transcorrido mais de 12 horas, a proteção contraceptiva pode estar reduzida neste ciclo, devendo ser empregados, adicionalmente, métodos contraceptivos não hormonais.
- Pílulas da Primeira Geração: 0.150 mg de etinilestradiol
- Pílulas da Segunda Geração: 0.050 mg de etinilestradiol
- Pílulas da Terceira Geração: 0.030 mg de etinilestradiol
- Pílulas da Quarta Geração: 0.020 mg de etinilestradiol
- Microvlar
- Neovlar
- Triquilar
- Nordette
- Femiane
- Tâmisa
- Gynera
- Primera
- Yasmin
- Yaz
- Siblima
- Iumi
- Diminut
- Femina
- Harmonet
- Elani
- Mesigyna ( 50 mg de enantato de noretisterona e 5 mg de valerato de estradiol): A primeira injeção deve ser administrada por via intraglútea profunda no 1º dia do ciclo menstrual. As injeções seguintes devem ser administradas, independentemente do padrão menstrual, em intervalos de 30 dias
- Perlutan (acetofenido de algestona (diidroxiprogesterona) 150 mg; 17-enantato de estradiol 10 mg): Deve ser administrada via intraglútea profunda, entre o 7º e o 10º dia, de preferência no 8º dia, a partir do início de cada menstruação. Mensal.
- Depo Provera (Acetato de medroxiprogesterona 150mg): É um anticoncepcional injetável de ação prolongada, que deve ser administrado a intervalos de 3 meses.
- Levonorgestrel : Tem ação androgênica. Pode provocar maior oleosidade da pele, acne e aumento de pelos. Em contrapartida, pode ser uma boa opção para aquelas mulheres que reclamam da queda da libido com uso de pílulas. Ex: Microvlar, Ciclo 21 e Level
- Gestodeno: Tem efeito androgênico pequeno, menor o aumento de características masculinas - como pelos, oleosidade da pele e aumento da libido - é discreto. Também tem ação diurética. O princípio é bom para mulheres que apresentam sintomas leves de inchaço pré- menstrual e acnes. Exemplos: Micropil, Ginesse, Femiane, Diminut, Harmonet, Tamisa, Ginesse, entre outros.
- Desogestrel: Essa substância tem ação intermediária quanto ao efeito androgênico. Ela oferece um bom controle de peso e ajuda na saúde da pele. Alguns exemplos são: Mercilon, Gracial, Mercilon conti, Minian, Femina, Primera. Elas podem ainda estar associadas a 20 ou 30 µg de etinilestradiol.
- Acetato de ciproterona: Este é mais antigo e está presente em várias pílulas associadas a 35 µg de etinilestradiol, como a Diane 35, a Selene, a Diclin e a Artemidis. Tem ação antiandrogênica muito potente, por isso é muito usada para o tratamento de Síndrome dos Ovários Policísticos, já que essas mulheres apresentam, em geral, muita acne, pele oleosa e pelos em excesso.
- Drospirenona: Esse também tem ação antiandrogênica potente e diurética ao mesmo tempo, o que pode ser útil para aquelas mulheres que reclamam de inchaço pré-menstrual. Yasmin, Yaz e Elani ciclo contam com esse princípio, a única diferença entre elas é a dose de etinilestradiol e o regime de tomada.
- Clormadinona : Tem ação antiandrogênica e por isso traz benefícios para a pele sem perda do apetite sexual. Vem associada a 30 µg de etinilestradiol. A Belara contém a clormadinona.
- Dienogest: Esta também tem ação antiandrogênica e é usada em associação com o valerato de estradiol. A Qlara usa o dienogest.
Qual é o Melhor para Febre e Dor, Dipirona ou Paracetamol?
Tanto o paracetamol quanto a dipirona são medicamentos amplamente utilizados no combate à febre e à dor, mas possuem características distintas que podem torná-los mais apropriados para diferentes situações.
Paracetamol
Mecanismo de ação: O paracetamol age no sistema nervoso central, inibindo a síntese de prostaglandinas, que são mediadores da dor e da febre.
Tempo de ação: O paracetamol geralmente começa a fazer efeito entre 30 minutos a 1 hora após a administração oral.
Duração do efeito: O efeito do paracetamol dura cerca de 4 a 6 horas, dependendo da dose e da resposta individual do paciente.
Vantagens:
- Menor risco de irritação gastrointestinal.
- Baixo risco de interações medicamentosas.
- Pode ser usado por gestantes e lactantes, sob orientação médica.
Desvantagens:
- Não possui efeito anti-inflamatório significativo.
- Pode causar danos ao fígado em doses elevadas ou em uso prolongado.
Dipirona
Mecanismo de ação: A dipirona atua tanto no sistema nervoso central quanto periférico, inibindo a ação de prostaglandinas e também afetando a produção de substâncias que aumentam a sensibilidade à dor.
Tempo de ação: A dipirona tende a iniciar seu efeito entre 30 a 60 minutos após a administração.
Duração do efeito: A dipirona possui uma duração de efeito de aproximadamente 4 a 8 horas, variando conforme a dose e a resposta individual.
Vantagens:
- Efeito analgésico e antipirético potente.
- Possui ação espasmolítica, sendo útil em dores associadas a espasmos musculares.
- Menor risco de danos hepáticos em comparação com o paracetamol.
Desvantagens:
- Maior risco de agranulocitose (redução de glóbulos brancos), embora seja raro.
- Contraindicada em alguns países devido a esse risco.
- Pode causar irritação gastrointestinal.
Considerações Finais
- Para febre e dores leves a moderadas: O paracetamol é frequentemente recomendado devido ao seu perfil de segurança e menor risco de efeitos colaterais graves.
- Para dores mais intensas ou febres resistentes: A dipirona pode ser mais eficaz devido ao seu efeito analgésico mais potente.
É importante lembrar que a escolha entre paracetamol e dipirona deve ser baseada nas necessidades individuais do paciente, na história clínica e nas recomendações do profissional de saúde. O uso prolongado de qualquer um desses medicamentos deve ser supervisionado para evitar efeitos adversos.
Albendazol vs. Nitazoxanida: Qual é o Melhor Tratamento para Verminoses?
Quando se trata do tratamento de verminoses, dois dos medicamentos mais amplamente utilizados são o albendazol e a nitazoxanida. Ambos têm eficácia comprovada, mas suas características variam em termos de espectro de ação, tempo de tratamento, eficácia e efeitos colaterais. Vamos explorar essas diferenças de maneira detalhada.
Albendazol
Espectro de Ação
O albendazol é um anti-helmíntico de amplo espectro, o que significa que é eficaz contra uma grande variedade de parasitas. Ele é usado para tratar infecções causadas por vermes nematódeos (como Ascaris lumbricoides e Trichuris trichiura), cestódeos (como Taenia spp.) e trematódeos. Além disso, o albendazol é utilizado no tratamento de giardíase e outras infecções por protozoários.
Tempo de Ação
O tempo de tratamento com albendazol pode variar de um a três dias para a maioria das infecções por nematódeos. No caso de infecções por cestódeos, como a neurocisticercose, o tratamento pode durar semanas a meses, dependendo da gravidade da infecção.
Tratamento de Verminose
Para verminoses comuns, como a ascaridíase, o albendazol geralmente é administrado em uma dose única de 400 mg. Em algumas infecções mais resistentes ou severas, pode ser necessário repetir a dose após duas semanas.
Efeitos Colaterais
Os efeitos colaterais do albendazol são geralmente leves e podem incluir dor abdominal, náusea e tontura. Em casos raros, pode causar alterações na função hepática e redução na contagem de células sanguíneas, por isso a monitoração é recomendada em tratamentos prolongados.
Nitazoxanida
Espectro de Ação
A nitazoxanida também é um medicamento de amplo espectro, eficaz contra uma variedade de parasitas, incluindo protozoários (como Giardia lamblia e Cryptosporidium parvum), helmintos e alguns vírus. Seu espectro é ligeiramente diferente do albendazol, com uma eficácia particularmente notável contra protozoários intestinais.
Tempo de Ação
O tratamento com nitazoxanida geralmente dura três dias para a maioria das infecções. É frequentemente administrada duas vezes ao dia, com a dosagem variando conforme a idade e o peso do paciente.
Tratamento de Verminose
A nitazoxanida é usada principalmente para tratar infecções por protozoários e helmintos, incluindo giardíase, criptosporidiose e algumas infecções helmínticas. A dosagem típica para adultos é de 500 mg duas vezes ao dia por três dias.
Efeitos Colaterais
Os efeitos colaterais da nitazoxanida incluem dor abdominal, náusea, dor de cabeça e, ocasionalmente, coloração amarela da urina, que é inofensiva. Em geral, é bem tolerada, com poucos efeitos colaterais graves reportados.
Comparação
Espectro de Ação
- Albendazol: Amplo espectro, incluindo nematódeos, cestódeos e alguns protozoários.
- Nitazoxanida: Amplo espectro, especialmente eficaz contra protozoários e alguns helmintos.
Tempo de Tratamento
- Albendazol: Variável, de dose única a tratamentos prolongados.
- Nitazoxanida: Curto, geralmente três dias.
Tratamento de Verminose
- Albendazol: Preferido para nematódeos e cestódeos.
- Nitazoxanida: Eficaz contra protozoários intestinais e alguns helmintos.
Efeitos Colaterais
- Albendazol: Dor abdominal, náusea, tontura; monitoramento recomendado em tratamentos longos.
- Nitazoxanida: Dor abdominal, náusea, dor de cabeça, coloração amarela da urina.
Conclusão
A escolha entre albendazol e nitazoxanida depende do tipo específico de infecção parasitária e das características individuais do paciente. Ambos são eficazes e têm perfis de segurança favoráveis, mas o albendazol é frequentemente preferido para infecções helmínticas, enquanto a nitazoxanida é uma excelente escolha para infecções por protozoários. É sempre importante consultar um profissional de saúde para determinar o tratamento mais adequado para cada caso específico.
Essas informações podem ser úteis para orientar a escolha do tratamento, mas lembre-se de que a automedicação pode ser perigosa. Sempre procure orientação médica antes de iniciar qualquer terapia medicamentosa.



